webmaster
Ingressou: Sep 25, 2026 Postagens: 16
Atualmente: Offline
|
Publicado: Sat Nov 07, 2026 4:23 pm Assunto da postagem: UM SOFÁ PRA LÁ DE QUENTE |
|
|
A história que vou contar seria algo inimaginável não fosse a Internet, a possibilidade de dividir com outras pessoas, algo tão excitante que aconteceu comigo, sem a necessidade de identificar-me, e por isto mesmo posso esmerar-me em detalhes. E que detalhes.
Meu nome é Sofia, tenho 34 anos e a sete estou casada, como não tive filhos e mesmo pela rotina familiar em que estes fazem falta, meu casamento começou a desmoronar de maneira catastrófica. O relacionamento sexual, que sempre foi o nosso forte, começou a perder terreno para discussões e brigas muitas vezes sem nenhum sentido.
Um belo dia, em conversa com uma amiga muito íntima, toquei no assunto, e como disse éramos e somos bem íntimas, o assunto foi se estendendo, e ela me sugeriu a possibilidade de darmos uma sacudida no relacionamento procurando um desses clubes para casais. No momento fiquei simplesmente apavorada e escandalizada com a idéia, não vou mentir dizendo que nunca fantasiara algo assim, mas daí a partir para os finalmentes, ia uma distancia muito grande.
O certo é que aquela idéia maluca, não me saiu mais da cabeça. Uma noite em que a cama se transformou mais uma vez em campo de batalha, não sei por que cargas d água, aventei a possibilidade de dar para outro homem, coisa que nem sabia se tinha tanta coragem”. O que me causou o maior espanto foi o brilho que vi surgir nos olhos do Leonardo, meu marido. Não era de fúria, o que me pareceu foi de felicidade, por incrível que possa parecer, realmente foi isto que senti.
Depois desse dia, ainda tivemos algumas briguinhas, nada digno de nota, mas a bomba veio mesmo quando Leonardo me perguntou de repente se teria coragem de transar com outro homem na sua presença. Tentei desconversar dizendo que dissera aquilo num impulso de raiva, não adiantou e o assunto tornou-se rotina. Até que resolvemos por em prática a loucura aventada por minha íntima amiga.
Viajamos para Porto Alegre resolvidos a tentar a tal loucura. Antes fizemos um acordo no qual ninguém era obrigado a fazer o que não quisesse. Isto é, caso faltasse coragem na hora H, ficaríamos só na platéia. Não foi o que aconteceu, e nem podia. Verão a seguir o porquê.
Saímos do hotel no centro da cidade exatamente meia noite, pois haviam nos informado que a partir dessa hora o circo começava a pegar fogo no Sofazão, local por nós escolhido para a estréia como swingrs de primeira viagem.
Chegamos ao local e fomos recepcionados pelo próprio Roque, ex-padre e atual proprietário do Sofazão. Como chegamos após o show inicial, e como já havíamos sido informados, o vulcão já se encontrava em plena erupção. Fomos informados que ali havia um local exclusivo para os casais, este fica na parte superior da casa, mas que se desejássemos poderíamos também permanecer na parte inferior, onde segundo informações o fogo era bem maior e mais quente.
Quando adentramos ao grande salão rodeado por enormes sofás vermelhos, encontramos poucas pessoas ali. Logo descobrimos o motivo: duas suítes coletivas ferviam de casais em plena performance sexual. Não nos fizemos de rogados e fomos dar uma olhada. Nossa! Quase caio de costas. Quase vinte casais atracados, e quase todos na mesma posição: a mulher de quatro na beira da cama, cada uma com um macho todo enterrado nela e algumas ainda tinham na boca o mesmo tratamento da retaguarda. Alguns homens, jovens e outros de certa idade, se masturbavam em volta, alguns acariciando as mulheres que eram penetradas. Gemidos e suspiros por todos os quatro cantos, naquele momento pensei: ora só olhar. É ruim heim!
Fomos nos empolgando com o cenário, e fomos nos chegando mais para o fundo do quarto onde uma mulher gemia alto e pedia mais. Era uma loirinha bem feita de corpo e que tinha seios de menina, os vi apenas de relance, pois uma chuva de mãos masculinas não os deixava livre um segundo. Um moreno muito alto bufava atrás da loirinha dando-lhe estocadas violentas. Cheguei tão perto, que podia ver claramente o ferro entrar e sair brilhante da buceta da garota.
O ambiente foi ficando cheio, até sufocante, mas eu não notava nada, notava sim, o pau de Leonardo duro como um ferro, parecendo querer romper minha roupa e penetrar-me o anus, enquanto suas mãos me acariciam os seios, que a estas alturas tinha os bicos mais duros que alguma marca de pregos.
Desviei por algum momento o olhar da buceta que engolia o pau do moreno a minha frente e me liguei em alguns que eram manuseados a minha volta. Logo descobri um que me chamou a atenção. Era um coroa que com certeza passara dos cinqüenta, mas que dava de dez a zero nos jovens punheteiros a sua volta. Devia medir uns vinte centímetros, era grosso e cheio de veias. Ele devia conhecer o seu fascínio, a cabeça enorme brilhava como uma lanterna e quando me viu de olho grudado nele, a partir daí, tive a certeza de que era para mim que o exibia.
Sentindo que seria enrabada com roupa e tudo, afastei por um instante o ferro que já me incomodava, me virei de frente para o Leonardo e disse: _ Já notou o tamanho do pau desse coroa ai do lado? Rindo ele respondeu: _ Ta me estranhando? Acha que vim aqui ficar olhando pro pau de alguém? Ficou louca? Mesmo assim, olhou de soslaio o poste do coroa e disse ainda rindo: _ Realmente uma bela arma. Está interessada? _ Ainda não sei. Respondi também rindo. _ Ele não tira o olho de mim. O que acha? _ Não tenho que achar nada querida. Afinal é você que terá que acomoda-lo. Por mim tudo bem.
Logo vi que outros casais entravam no clima e começavam a se chuparem e a trepar ostensivamente. Antes a festa estava sendo patrocinada pelos solitários e as garotas da casa. Resolvi não perder mais tempo, pedi ao Leonardo que ativasse a fogueira tornando mais ousadas suas caricias. Este não perdeu tempo e levando ambas as mãos à barra do meu vestido, desnudou minhas coxas deixando minha minúscula calcinha à vista de quem quisesse ver. Nisto, vi que o coroa pausudo, deu alguns passos em nossa direção, ficando a menos de meio metro. Leonardo, agora com o pau que também não é nada pequeno, agora livre e duro como um ferro, novamente o encostou ao meu cuzinho, e tive a certeza que o mesmo não sairia dali do mesmo modo que entrou.
O coroa continuava me olhando nos olhos e para o meio das minhas coxas é claro, que para minha felicidade, sei que são bem feitas e chamo muito a atenção dos homens por onde passo. Segurei firme o olhar, e isto bastou para que ele se aproximasse, comecei a tremer dos pés a cabeça. Não sabia como funcionava a coisa por ali, pelo jeito dera mole para o cara que com certeza conhecia todas as manhas da casa.
Num arroubo de loucura, levei as mãos às calcinhas e as retirei, deixando a vista de todos uma buceta grande, beiçuda e corada, além de louca por uma vara. A estas alturas, a adrenalina estava a mil por hora. Nada mais me detinha. O homem entendeu a mensagem e se aproximou de vez. Disse algo ao meu marido que sequer cheguei a entender, nem precisava, e nem tive tempo, pois logo a seguir começava a maior loucura da minha vida.
O homem após curto diálogo com meu marido, abaixou e levou a boca direto a minha buceta, que esqueci de dizer, é depilada com capricho mais parecendo de uma menina. Senti sua língua áspera e quente penetrar minha buceta e não agüentei soltado um pequeno grito, o que atraiu a atenção de todos ali para nós. Logo um pequeno circulo se fechava a nossa volta.
O homem chupou por alguns minutos, sua língua me causava uma sensação tão gostosa, que nem senti Leonardo ajeitar a cabeça do pau no meu esfíncter, quando dei por mim, ele já entrara até a metade. Eu mesma forcei a bunda para trás para engolir o que faltava. Assim que o senti totalmente dentro de mim, peguei o meu desconhecido amante pelos cabelos e o fiz ver que chegava de língua. Queria algo mais grosso e mais duro. Ele não me fez esperar, guiou o pau para a minha buceta, e de uma só estocada foi até o fundo. Parecia até que os dois paus se chocaram dentro de mim. Já fizera sexo anal com meu marido, mas sempre sentira dor. Desta vez a única coisa que senti, foi o desejo de que ele fosse muito maior e mais grosso.
Meus amantes começaram a me foder. Senti-me literalmente fodida, nunca em minha vida fantasiara algo fenomenal como aquilo que acontecia naquele momento. Leonardo arrancava o pau do meu cu e nesse momento o desconhecido enterrava o seu na buceta, como numa manobra militar, cadenciavam os movimentos me levando ao paraíso. Logo senti algumas mãos percorrendo o meu corpo, meus seios foram tomados de assalto, comecei a gemer alto. Muito alto, liberava a verdadeira puta que sempre existira dentro de mim. Um jovem que não devia ter mais de dezoito anos subiu na cama a minha frente e me ofereceu o pau para chupar, não pensei duas vezes, o abocanhei com vontade.
Enquanto levava pica no cu e na buceta, agora tinha mais um pau na boca, o que me impedia de gemer e gritar, pois esta era a minha vontade, além de uma dúzia ou mais de mãos que acariciavam meu corpo. Pensei que desmaiaria de tanto prazer. O garoto a minha frente foi o primeiro a ligar o alarme, de repente retesou o corpo, tentou enfiar o pau até minha garganta, soltou um grunhido e começou a se contorcer. Gozara, saiu dali e logo outro cara tomou seu lugar. Eu começara a transpirar como tampa de chaleira, sentia Leonardo bufando e escorregando as minhas costas, o pau indo até o fundo numa velocidade fantástica, no mesmo ritmo o coroa atacava minha buceta que até doía de tanto tesão.
De repente ouvi meu marido dizer com voz rouca e bem diferente: _ Vou gozar. Estou gozando. Ai senti seu pau engrossar no meu cu, comecei a rebolar e a sentir sua porra quente me invadir, nem precisei pedir, o coroa também começou a urrar como um urso ferido e senti a pressão da camisinha lá dentro. Um verdadeiro vulcão se formou dentro de mim, abandonei o pau que me enchia a boca e comecei a gritar feito uma gata no cio: _ Me fodam! Estou gozando. Estou gozannnnnnnnndo! E gozei como uma louca perdendo totalmente o sentido de limites e decência. Fui a puta que sempre desejei ser e ouvi a minha volta muitos gemidos de machos que gozavam com o meu gozo, de uma só vez eu fizera mais de uma dezena de machos gemerem de prazer. Fora a rainha daquele momento inesquecível para mim e para muitos machos.
Quando terminei de gozar, ainda sentindo meus machos duros dentro de mim, pude avaliar o que perdera durante tanto tempo, movida por dogmas que não pedi para ninguém criar para eu seguir, mas que seguira cegamente para agradar uma sociedade que já praticava o que acabara de conhecer a muito tempo e que nunca se preocupara comigo. Sentia dentro do corpo a pressão de duas picas que pulsavam ainda duras, e que haviam gozado até a exaustão o meu corpo, me levando as nuvens. Quando resolveram sair, fizeram isto ao mesmo tempo, me causando uma leve dor, dor que gostaria de sentir para sempre.
Saímos dali, eu sem sequer saber o nome do meu comedor. Quis ir embora após um banho, mas Leonardo relutou e para onde íamos uma verdadeira procissão nos seguia. Com certeza eu agradara, pois sabia que aqueles homens só esperavam mais uma oportunidade para repetirem comigo a loucura de minutos atrás.
Repeti sim. Não naquela noite, mas em outras que voltamos a Porto alegre apenas com o intuito de visitar o Sofazão. Porém naquela mesma noite, tivemos a certeza de que não éramos nenhuma novidade por ali. Ainda assistimos casais fazendo o que até o diabo duvidaria. Se você não acredita. Vai lá e conversa com o Roque. |
|
|