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Segunda vez ficando com a amiga da minha prima |
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historias reais |
Me chamo Lucas, tenho 28 anos, 1.70 de altura, magro e um pau de 18cm. Letícia tem pele parda, cabelo pretos lisos e longos, peitos e bunda de pequenos para médios e cerca da 1,65cm.
Depois da Letícia, amiga da minha prima, ter pego eu a Vitória transando acabou desabafando sobre seu relacionamento e no fim da noite acabei comendo ela depois da minha prima, já que ela disse que o sexo com o namorado não era tudo isso.
Ela teve um orgasmo depois de muito tempo e fico extremamente agradecida, pode ler isso no conto passado. Depois de algumas semanas ela terminou o namoro e veio me procurar.
Conversamos um pouco, ela disse que queria me ver, que fazia muito tempo que ela não se sentia daquele jeito, mas que não queria atrapalhar nada entre eu e a Vitória.
Explique que eu e a Vitória não temos nada, é so sexo casual e eu poderia ficar com ela mas que não queria nada serio.
Letícia disse que não quer nada sério no momento, e quer so se sentir viva e importante novamente, então marcamos um dia pra ela ir na minha casa e transar mais uma vez.
Eu: Você é linda, e é boa de cama também, com o tempo você vai se acostumar e vai curtir mais o sexo.
Letícia: Eu gostei muito daquele dia, mas confesso que senti um pouco de dor e um vergonha também pela Vitória ficar olhando a gente.
Eu: Você é mais apertada que ela, se eu não tivesse gozado com ela eu teria gozado bem rápido com você.
Letícia: Estou ansiosa para ir na sua casa esse sábado.
Eu: Vou comprar um vinho, quem sabe assim você se solta um pouco mais.
Chegando sábado a noite, busquei ela e ela estava muito linda, vestido preto colado, marcando seus seios e bunda pequenos, mas bem durinhos e empinados.
Ela me deu um beijo no rosto e ficamos conversando no carro sobre nossa semana de trabalho e algumas coisas de relacionamento.
Eu: Chegamos. Pode sentar no sofá e escolher algo pra assistir se quiser, vou buscar um pouco de vinho e algo pra beliscar.
Letícia: Não, fica aqui - disse ela me puxando e me dando um beijo
Aparentemente eu despertei uma vontade enorme nela. Foi um beijo muito intenso da parte dela, ate passou a mão no meu pau por cima da calça, que já ficava cada vez mais duro.
Também durante o beijo passei a mão nos seus peitos e chamava ela de gostosa. Ela tava com muito tesao e eu não queria decepcionar ela, e ela estava criando muita expectativa em mim depois da nossa primeira transa.
Eu: Calma gata, vou buscar o vinho rapidinho, temos a noite toda pra aproveitar
Ela veio atrás de mim e ficou me abraçando por trás e pegando no meu pau, simplesmente não dava pra ignorar isso. Puxei ela de frente pra mim e disse
Eu: Ja que você quer pica, começa chupando, quero ver se seu boquete é bom. Não teve isso da outra vez !
Letícia abaixou minha calça na cozinha mesmo e começou e me chupar. No início foi um pouco sem jeito, mas foi melhorando e fazendo bem gostoso.
Eu: Baba tudo sua gostosa, chupa bem a cabeça dele e vai ate o fim.
Letícia: Seu pau muito grosso, meu maxilar ja ta começando a doer.
Depois de boquete eu nem lembrava mais do vinho, queria jogar essa vadia na cama e fazer tudo com ela.
Carrego ela no colo ate o quarto e coloco ela na cama. Começamos a tirar a roupa na mesma hora e ela deita com um pouco de vergonha.
Eu: Não precisa ter vergonha, você é linda.
Levanto e pego uma camisinha extra fina, queria sentir ela ao máximo. Letícia pede pra desligar a luz e assim eu faço, no escuro talvez ela se sinta mais à vontade e curta mais o momento .
Ficamos alguns minutos nos beijando e ja na sequência ela fala que quer por cima. Ela encaixa meu pau na sua buceta e solta um gemido bem gostoso.
Letícia começa cavalgando bem devagar, mas vai aumentando o ritmo e fica bem rápido. A puta interior dela se soltava e sua buceta ficava piscando no meu pau, apertando e soltando.
Eu: Quem diria que essa menina quieta tem uma sentada tão gostosa.
Letícia: Amigo seu pau é viciante, quanto mais você me come mais eu quero dar. Quero ele pra sempre.
Eu: Aproveita e senta bem gostoso, quando você ficar de quatro vou te deixar com as pernas tremendo.
Letícia aumenta o ritmo e eu nao consigo segurar mais, acabei gozando primeiro que ela, de uma hora pra outra ela começou a dominar nosso sexo.
Eu: Vagabunda, me fez gozar primeiro
Letícia: Arrasei né
Eu: Fica de quatro, não vou ter mais pena de você.
E assim ela fez, ficou de quatro com a bunda empinada la no alto. Passei lubrificante e meti minha rola com tudo naquela buceta que tava doida pelo meu pau.
A cada estocada ela apertava cada vez mais, soltava gemidos que misturavam dor e prazer, mas pedia pra não parar porque tava gostoso.
Eu: Era isso que você queria ne ?! Agora aguenta, ta achando que sou seu ex ?!
Diminui o ritmo e metia devagar e dando alguns tapas na bunda dela. Nunca tinha ficado com uma magrinha tao apertada. Ela tava com sede de sexo, queria sentir tudo como se fosse a primeira vez, tudo era intenso pra ela.
Letícia: Para, para, eu não aguento mais - disse ela gozando
Continuo metendo com ela gozando, ela falava para eu parar, mas o corpo pedia mais e mais, e eu também não queria parar.
Eu começo a cansar e os gemidos dela diminuem cada vez mais ate nos dois ficarmos completamente esgotados.
Eu: Nossa, você acabou comigo, to morto.
Letícia: Nunca transei por tanto tempo - disse ela com tom de cansada
Se contar quando tudo começou na cozinha foi cerca de uma hora, mas uma hora do melhor sexo que ela fez na vida.
Letícia: Posso tomar um banho ?
Eu: So se você me der um beijo !
Ela deita em cima do meu peito e me da um beijo daqueles, ela termina o beijo dando uma leve mordida na minha boca e vai pro banheiro.
Eu: Gostosa
Depois fui tomar um banho também e ela acabou dormindo lá em casa mesmo.
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Presentinho para o cunhado (Real) |
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historias reais |
Depois que confessei à minha esposa que gostava de imaginar ela com outros homens, e tivemos aquela transa maravilhosa fantasiando ela e o amigo da faculdade, relato da minha segunda confissão (quem não leu não pode perder), passamos a fantasiar ela e o seu amigo da faculdade em nossas transas. Isso aconteceu por algum tempo. Mas foi ficando chato. Ela dizia que o amigo era muito devagar, sem atitude, e que na realidade tinha medo de chegar nela porque ela era casada, e eu iria ficar bravo. Então o lance com o amigo da faculdade foi esfriando. Mas, percebi que a minha inocente esposinha, no fundo, poderia esconder uma putinha safada.
Não tínhamos muitas amizades fora do nosso círculo familiar, o que dificultava encontrar outros homens para incluir em nossas fantasias. Foi então que as coisas saíram um pouco do controle.
Éramos muito próximos da minha irmã e do seu marido. Certa vez, em um almoço na casa deles, estávamos eu e meu cunhado da churrasqueira, enquanto as meninas conversavam na cozinha. Lembro que ele estava vestindo um moletom cinza com um volume considerável marcando a calça.
Fui buscar algo na cozinha. Percebi que minha esposa e minha irmã estavam comentando e rindo sobre o volume na calça dele. Minha esposa disse a minha irmã que o meu pau também era bem volumoso, e as duas riram. Fiquei meio envergonhado e acabei voltando para a churrasqueira. Quando voltávamos pra casa de carro, perguntei a minha esposa:
Que história foi aquela de ficar falando do tamanho do pau dos maridos com a minha irmã? Meio esquisito, não?
Então ela respondeu:
- Pois é, você viu? Ela estava comentando que a calça do seu cunhado estava marcando, e ainda disse que ele tem um pau bem grande. Comentou também que quando vocês eram adolescentes, viu o seu pau sem querer, e era bem avantajado para um moleque daquela idade.
Eu achei aquele papo meio estranho, desconversei. Acabamos não falando mais sobre o assunto.
Uns dias depois, eles passaram em nossa casa como de costume. Minha esposa e minha irmã eram muito amigas. Elas foram conversar no quarto e eu deixei o cunhado sozinho na sala para ir ao mercado. Quando voltei, logo foram embora. Um tempinho depois, antes de dormir, minha esposa me disse:
- Amor. Você mexeu nas roupas sujas?
Respondi:
- Não. Por que?
Ela continuou:
- Não sei. Aconteceu uma coisa estranha hoje. Deixei minha calcinha suja no cantinho do box. Estava em um lugar diferente quando fui colocar pra lavar. E tem uma coisa estranha nela, tipo um corrimento. E olha que eu nem estou para menstruar.
Eu sem entender, questionei:
- O que? Que estranho. Deixa eu ver.
Quando olhei e fui cheirar, logo percebi que aquilo parecia porra.
Então eu disse:
- Não acredito, aquele desgraçado!
Ela assustada, perguntou:
- Que desgraçando?
Sem eu precisar dizer mais nada, ela continuou:
- Seu cunhado? Não acredito que isso é o que eu estou pensando?
Eu respondi:
- Aquele filho da mãe pegou sua calcinha enquanto fui ao mercado e se masturbou com ela!
Incrédula, respondeu:
- Será? Ele não faria isso.
Continuei:
- Faria sim. É um safado. Ele vive de brincadeirinha pra cima de você. Você sabe disso. Vou falar com ele e com minha irmã e esclarecer essas história.
Então minha esposa disse:
- Calma amor! Vamos pensar bem. Ele vai negar, e também, não quero que vocês briguem e nem que ele e sua irmã briguem. Ela acabou de ter bebê. Vamos deitar e dormir, amanhã pensamos no que fazer.
Acabei me acalmando e fomos deitar. Então eu disse:
- Você está de boa com essa situação? Em saber que seu cunhado fica de pau duro se masturbando pra vc?
Então ela respondeu:
Ah, fico com pena da sua irmã. Situação complicada, né?
A imagem dele na minha cabeça se masturbando com a calcinha da minha esposa começou a me excitar.
Então ela perguntou:
- E você se sente como? Está mais calmo?
Sem pensar muito respondi:
- Quer ver como eu estou me sentindo?
E tirei a coberta para ela ver o tamanho que meu pau havia ficado.
Ela deu uma risadinha safada e disse:
Eu não acredito que você está pensando em sacanagem. Sério isso?
Eu respondi.
- Pois é, não pude evitar.
Então ela disse:
- Vou te ajudar a imaginar então.
E foi logo agarrado e meu pau enquanto eu coloquei os dedos na sua bucetinha, que já estava extremamente molhada. Então ela continuou a falar:
- Sabia que não é a primeira vez que ele mexe nas minhas calcinhas? Mas eu não tive coragem de te contar antes. Já faz algum tempo que, quando ele vem aqui em casa, percebi que ele mexe nas roupas sujas quando estão no banheiro. Mas ele nunca havia gozado nelas, pelo menos até hoje.
Então eu disse:
- Se eu fosse ele eu faria a mesma coisa. Seu cheirinho é maravilhoso. Ele deve ficar louco sentindo o seu cheirinho.
Então ela continuou:
- Quando eu sei que ele vem aqui, eu faço questão de deixar uma calcinha usada pra ele. Ainda bem que dessa vez ele encheu ela porra né? Quer que eu pegue ela pra brincarmos com a porra do cunhadinho? Quer?
É claro que ela percebeu minha respiração ficando ofegante. Então eu respondi:
- Claro amor. Fique à vontade minha safadinha.
Então ela correu até a lavanderia e voltou com a calcinha nas mãos, dizendo:
- Amor. Posso sentir o gostinho da porra dele? Posso? Ainda está um pouco pegajosa.
Sem pensar muito, respondi:
- É claro minha putinha safada. Vai em frente.
Então ela sentou em meu pau e olhando nos meus olhos começou a cheirar e passar a língua na porra que ele havia deixado em sua calcinha. Em seguida disse:
- Gostoso né amor. Quer sentir também? Ela tem um cheirinho diferente da sua, mas é gostosa.
Então ela pegou um pouco da porra na pontinha da sua língua e trouxe até mim me dando um beijo delicioso, depois disse:
- Bom né, safado. Queria ela dentro de mim também. Que tal colocarmos a calcinha dentro da minha bucetinha, será que eu consigo? Seria a primeira vez, depois que casamos, que a porra de outro estaria dentro da minha bucetinha, não é isso que você fica imaginando seu safado?
Então eu respondi:
- Nossa amor, seria uma delícia. Acho que você consegue, sim. Eu posso te ajudar.
Ela imediatamente saiu de cima de mim e se posicionou de quatro abrindo a bucetinha que já estava bem relaxada. Eu peguei a sua calcinha, branquinha de renda, cheia de porra do cunhadinho e comecei a colocar em sua bucetinha. Ela estava tão excitada e dilatada, que foi fácil colocar ela todinha. Foi então que começamos a fazer um 69 delicioso.
Enquanto eu chupava seu clitóris, a calcinha estava enterrada em sua bucetinha. Então, ela começou a me chupar bem devagarinho e a falar ao mesmo tempo;
- Amor. Vou te confessar uma coisinha. Sabia que semana passada peguei ele cheirando minha calcinha na lavanderia? Então... Eu fiz uma cena que estava muito brava e chateada, e ele me prometeu que nunca mais faria aquilo, e que não era para eu contar para você. Então, na hora eu disse que tudo bem. E pra retribuir suas desculpas, hoje dei um presentinho a ele. Como sabia que eles viriam aqui, eu coloquei essa calcinha dentro da minha bucetinha a tarde e passei o resto do dia imaginando ele se masturbando pra mim. Deixei ela encharcada de tesão. Quando sua irmã estava com o bebê no quarto, eu aproveitei para ir até a sala. Por isso pedi pra você ir ao mercado, para ele ficar sozinho. Eu estava com aquele shortinho, confortável, sabe? Sem calcinha, ou melhor, com ela enterrada na bucetinha, toda melada. Sentei na frente dele, na mesinha de centro, ergui as pernas, puxei de lado o shortinho, deixando ele ver minha bucetinha rosadinha e apenas um pedacinho da renda branquinha para fora. Então eu disse a ele: tenho um presentinho pra você cunhadinho, deixei o dia todinho aí pra ficar com meu cheirinho, mas você tem que pegar. O safado não pensou duas vezes e sem dizer uma palavra, tirou ela devagarinho da minha bucetinha, que chegou a escorrer gosminha de ter ficado horas ali. Estava muito encharcada. Então ele cheirou a calcinha como um louco. Eu me recompus como uma dama, e antes de voltar para o quarto dei um sorrisinho e disse a ele para não levar a calcinha pra casa pois eu havia comprado pra você, mas se quisesse, poderia deixar ela no banheiro cheia de porra pra mim. Quer dizer, pra nós, né?
Ao terminar de falar, senti que ela começou a se contorcer de tesão e gozar na minha boca, e é claro que eu não aguentei e também comecei a gozar na sua boca, era muito porra, vocês não tem noção. Retirei a calcinha da bucetinha dela e terminei de limpar aquela bagunça deliciosa.
Após gozamos como nunca, eu disse:
- Nossa amor, fazia muito tempo que você não me fazia gozar assim. Você é uma delícia, sua putinha, não sabia que pensava nessas safadezas.
Então ela respondeu:
- Só pensar mesmo né. Sabe que isso é tudo brincadeira, só pra alimentar esse seu fetiche louco. Nunca teria coragem de fazer isso, ainda mais com seu cunhado.
Apesar da proximidade com meu cunhado, ele passou a fazer parte do nosso fetiche. Por várias vezes, fantasiamos os dois transando e aquilo era muito gostoso.
Só que um dia, tudo saiu do controle, mas essa história fica para a próxima confissão.
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Minha enteada |
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Churrasco na casa de Ary muito leite na linguiça |
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historias reais |
Como relatei anteriormente frequento a casa de Ary corriqueiramente por ser amigo do filho dela, seja em dias comuns ou eventos . Depois de montar em Ary no dia seguinte meu telefone toca era Ricardo avisando que chegou de viagem e que a noite ia fazer uma resenha e era para eu ir , na hora até me assustei e pensei tinha câmera na casa será que vou algo? O dia correu , Ary me mandou algumas mensagens dizendo que adorou nossa foda e que iríamos repetir, respondi dizendo que adorei também que o próximo passo seria em um motel , ela mandou um foguinho e concordou . Cheguei na casa de Ricardo / Ary ouvi algumas vozes . Duas pessoa me olhava de forma “estranha “ uma era Marina e a outra sua a cunhada de Ary Andréia. Pus a cerveja e as Grupo de compras Alegria de Pobre Coisas que comprei no freezer cumprimentei as pessoas e dei um beijo no rosto de Ary tudo dentro do normal , fui ajudar Ricardo , Andréia e Marina cochichavam e riam , aquilo eu pensei elas sabem ( salvem esses nomes) depois de algumas cervejas as pessoas altinhas , Ana filha de Ary uma ninfeta linda falou que ia dormir pois estava cansada da viagem , João irmão de Ary falou que iria também logo sobrou eu , Ricardo , Ary , Marina e Andréia . Conversas aleatorias , risos altos até que Marina perguntou, você quem montou o móvel ? Respondi que sim , tem umas coisinhas lá em casa precisando acertar. Sorri e falei, quando quiser. pensei ela sabe , Andréia gargalhando disse lá em casa também, João não está montando em nada. Rimos e tudo seguiu. Fui até Ricardo e falei acho que a cerveja está acabando quer que busque mais? Sim ! Vou pedir pra minha mãe ir com vc ela sabe onde tem um bar aqui perto que a cerveja é geladinha. Então fomos dobramos a esquina e Ary pediu para parar o carro , me deu um beijo longo e ficou punehtando meu pau sobre a bermuda, baixei a boca no seus seios e menti a mão na sua bucetinha que tava melada , entre beijos e dedos no grelinho Ary gozou gostoso apertando minha cabeça no seus seios ofegante disse precisamos ir . Meu pau igual uma pedra e pensei essa piranha gozou e eu nada , mas segui até o bar pegamos a cervejas e voltamos . Ricardo soltou um demorou hein , Andréia e Marina riam . Noite seguiu é Ricardo falou que iria dormir , Marina pediu o Uber E Andréia também ia se retirar, falei que ia ajudar a ajeitar as coisas e Andreia falou cuidado com barulho tenho sono leve. Bom depois de alguns minutos Ary veio até mim na área de churrasco e atrás do balcão abaixou e mamou minha rola, com fome , sede tirava batia uma punheta e dizia da leite da , sua putinha pequena quer leite , adrenalina de sermos pego , aquela piranhazinha ajoelhada sugando meu pau me deixava doido , pensei foda-se vou comer ela aqui mesmo. Levantei Ary devagar as luzes estavam apagadas então a gente veria se alguém descesse dos quartos subi seu vestido desci sua calcinha e soquei a pica pra dentro debruçado sobre o balcão .ia falando no seu ouvido, vai minha putinha rebola na minha pica , aperta essa bucetinha bem gostoso , geme baixinho pro seu macho e Ary obedecia rebolando aquela bundinha macia no meu pau que chegava a doer de tão duro , ela ali com as mãos apoiadas no balcão eu eu socando e baixinho Ary gemia quase chorando pedindo pra eu não parar pq ia gozar acelerei sem fazer barulho e chamava Ary de putinha safada, cadeia , gostosa tá gostando de dar a bucetinha pro seu macho com todo mundo em casa né sua vagabunda,Ary estremece, suas pernas ficam fracas e ejá sufoca um gemido ,pelo vidro da porta uma silhueta era Andréia que estava há algum tempo ali olhando com a mão ao na buceta se tocando , Ary ali tremendo, gozando e chorando baixinho pq não podia gemer alto , apertando meu pau com tanta força que mal mexia. aquilo me fez gozar, segurando o quadril de Ary , enchendo sua bucetinha de porra que descia pelas pernas misturada ao seu líquido o cheiro de sexo no ar, Andréia gozando pelo vidro olhando aquela cena fui no ouvido de Ary e falei , olha temos plateia , sua cunhada gozando olhando a gente, da próxima a gente convida ela , Ary sorriu e falou que contou pra cunhada, tirei minha pica da buceta de Ary toda melada e ainda dura abaixei sua cabeça mandando ela limpar e mandei um beijo pra Andréia . Que saiu rápido . Assim foi minha segunda foda com Ary , peguei o carro e fui embora leve Obrigado até mais …
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Cunhada |
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historias reais |
Passados alguns meses desde o início do nosso acordo de quitação da dívida, o pagamento vinha sendo cumprido semanalmente como combinado, longe dos olhares da família e nos encontrando na rua de trás da casa dela e partindo para o motel de sempre. Com o tempo, esse encontro semanal acabou criando um ritual que reduziu drasticamente a distância entre nós dando espaço para criar intimidades. Assuntos pessoais surgiam frequentemente em tom de desabafo, as saídas para balada foram se tornando escassas, deixando a mim como o centro daquela rotina. Recentemente, surgiu a tentativa de um novo empréstimo sob o mesmo modelo de pagamento, alterando apenas o prazo para uma data bem mais distante. Percebi que o valor solicitado não era realmente necessário e que, mesmo que fosse, agora, haveria a alternativa evidente de recorrer a um banco. Sentindo que havia algo não dito por baixo daquele pedido, recusei o novo crédito e seguimos. Grupo de compras Alegria de Pobre Algumas semanas depois, um evento familiar coincidiu com o feriado em que ocorreria o nosso encontro. Sem qualquer combinação prévia, o encontro foi implicitamente adiado por razões óbvias. Houve trocas de olhares ao longo do dia, contatos físicos curtos, mas nenhum dos dois tocou no assunto ou deixou transparecer que existia qualquer negócio entre nós. Horas mais tarde, passada a euforia do almoço e com a cozinha já bem menos movimentada, nos encontramos por acaso. Com o olhar sério, a pergunta veio de forma seca com a voz contida: — Independente da hora em que sairmos daqui — e espero que seja mais cedo do que tarde —, nos encontraremos no local de sempre? Me senti desconcertado com a forma direta da abordagem. Pensei por alguns segundos e respondi: — Melhor deixarmos para amanhã ou depois, com mais calma. Não se preocupe. (Houve um segundo questionamento imediato). - Por acaso está me evitando? Apenas sorri, acenei negativamente com a cabeça e concordei em nos encontrarmos mais tarde, mas sem definir um horário fixo. Ao tentar me afastar, fui segurado pelo braço e questionado sobre a minha presença. Recolhi o braço devagar, mantive o olhar firme e disse que já havia dito sim, pedindo que se acalmasse. Logo uma nova pergunta surgiu em tom mais baixo ainda, quase um sussuro. - É mesmo necessário ficar se esfregando com a minha irmã? Minha postura ficou erguida e meu olhar fixo nela, a energia do ambiente se estabilizou de imediato, deixando claro quem estava no comando da situação. Não respondi com palavras e as horas se passaram. A luz do poste na esquina projetava uma sombra esticada assim que dobrei a rua do nosso ponto de encontro habitual. Ela já estava lá, encostado no muro, inquieta, trocando o peso do corpo de um pé para o outro. O celular nas mãos dava um ar fantasmagórico, iluminando o seu rosto de baixo para cima, sendo usado mais pelo nervosismo do que pela necessidade. A ansiedade dela era quase física, um ruído tátil na penumbra da noite. — Você demorou — disse ela, a voz carregada de uma irritação mal disfarçada assim que entrou no meu carro. — Achei que a festinha da família ia durar a noite toda. Pelo visto, arrumou tempo quando achou conveniente. Não respondi de imediato. Apenas mantive as mãos no volante e arranquei em velocidade baixa, sinalizando com um gesto sutil que íamos em direção ao motel de sempre. O silêncio era quebrado apenas pelo estalar dos pneus no asfalto e respirações profundas. — Não era um compromisso flexível e você sabe — continuei, com a voz plana, sem qualquer margem para drama. — E o dia de hoje não pertencia apenas a nós. A tela do celular se apagou mais uma de muitas vezes e ela lançou um olhar de soslaio. Havia um tom amargo ali, uma pitada ridícula de ciúme por ter tido o seu momento semanal preterido por conversas banais de almoço familiar. A ideia de que o nosso ritual pudesse ser adiado ou ajustado conforme a conveniência a desestabilizava profundamente. Chegamos ao motel e no quarto que sempre íamos quando não estava ocupado. O lençol branco parecia nos esperar com a mesma neutralidade de sempre, mas o ar entre nós estava denso. Ao entrarmos, ela não perdeu tempo: tirou a própria roupa com uma força desnecessária, fazendo um ruído seco. Se ajoelhou na minha frente, abriu o ziper da minha calça e começou um oral forte e profundo com meu pau ainda "meia bomba". A medida que foi ficando mais ereto, sentia a glande encostar na garganta e junto vinha um som de vômito, e quando puxava saia uma saliva espessa, não sei ao certo mas pela dormência, ela deve ter ficado nisso uns 10 minutos com a maior parte do tempo me olhando de baixo pra cima com o rosto vermelho e os olhos marejados de lágrimas. Me livrei da roupa e ela já veio por cima, sentando e aproveitando a lubrificação da própria baba. Naquele instante me senti refém, porque ela estava sentando forte, pressionando a pélvis em mim com um ritmo bem mais acelerado que o normal, e eu não tinha controle nenhum ali. Durante todo o tempo eu nunca tinha visto ela colocar tanta pressão nos movimentos. Gozei fartamente e ela percebeu dizendo. — Está aí. Como combinado. Peguei parte da minha roupa e segui para o banheiro para me limpar. O olhar dela acompanhava cada movimento meu, o peito subindo e descendo em uma respiração curta, contida. — Perfeito — falei, parando entre o quarto e a porta do banheiro. Coloquei uma das mãos no batente da porta e olhei diretamente nos olhos dela. — Com essa, restam poucas. Daqui duas ou três semanas, encerramos a conta definitivamente. A informação bateu nela como um golpe físico. A mandíbula travou por um segundo e seus olhos vacilaram, buscando algo na minha expressão que indicasse uma brecha. O alívio de quem se livra de uma dívida não apareceu; em seu lugar, surgiu um micro desespero, uma rigidez que beirava o pânico. — Podemos rever isso — disse ela, inclinando o corpo para a frente, apoiando os cotovelos no travesseiro agora jogado ao colo. As mãos se entrelaçaram com força, os nós dos dedos ficando brancos. — O novo empréstimo que pedi semana passada... nós não precisamos fechar tudo agora. Podemos esticar o prazo, calcular os juros. Eu continuo pagando semanalmente, exatamente como fiz até hoje. Nunca atrasei um dia. — A sua justificativa para o novo crédito era fraca — respondi, mantendo o tom calmo, quase didático. — Agora você tem limite bancário e outras saídas. Não existe necessidade financeira para esse movimento. — Você não entende... — ela começou, a voz subindo meio tom antes de falhar. — Eu entendo perfeitamente — interrompi, sem erguer a voz, desconstruindo a cena com a precisão de um bisturi. — O valor não importa para você. O que você está tentando comprar com esse novo pedido não é dinheiro, é a manutenção dessa trepada semanal. Você precisa da dívida porque ela é a única coisa que obriga a minha presença. O silêncio que se seguiu foi devastador. Ela piscou devagar, o rosto empalidecendo ligeiramente sob a luz fraca do ambiente. A humilhação de ter a sua dependência exposta e colocada sobre a mesa não gerou revolta; foi aceita com um engolir em seco, um abaixar de cabeça quase imperceptível. Ela permaneceu ali, estática, absorvendo a vergonha de ter a sua verdadeira intenção nua e desprotegida diante de mim. O silêncio que se seguiu à exposição da sua dependência parecia pesar mais do que a própria noite. Ela engoliu em seco, mantendo os olhos fixos na minha direção, desarmada. A humilhação estava ali, nua, mas a necessidade de manter o vínculo falou mais alto que o orgulho. — Tudo bem — disse ela, com a voz baixa, quase rouca, recompondo-se a custo. — Senta aqui por favor, apontando um lugar na cama a sua frente. Vou até a cama e me sento a sua frente, numa média distância e ela retoma. — Esquece o novo valor. Não preciso do dinheiro. Mas o último ou um dos ultimos pagamentos... não quero fazer no formato de sempre. Ela levantou o olhar, buscando alguma firmeza que já não tinha: — Se é para encerrar, que seja nos meus termos no último dia. Não quero este lugar neutro. Quero que as últimas partes, nas próximas datas, seja sem esse tom frio de motel. Apenas eu, você na minha casa, minha cama e a quitação segue definitiva. Sem este ambiente improvisado. Meus pais estarão fora para aquela viagem que tanto falam, você deixa o carro na rua de trás onde a gente se encontra, entra e sai sem ser visto. Ela tinha um plano! Era uma tentativa desesperada de resgatar uma migalha de controle sobre o próprio fim. Para ela, mudar o cenário do encerramento era a única forma de não sair daquela história se sentindo totalmente anulada. Analisei a proposta por alguns segundos. Não havia risco real já que ela estaria sozinha, nem prejuízo para o acordo original. A solicitação não alterava o fato de que a dívida acabaria; apenas mudava a geografia no último segundo. — Aceito — respondi, de forma seca e direta. — Próxima semana, no local indicado. Longe do motel. Apenas o início do pagamento final. A surpresa da minha concordância imediata a travou. Ela esperava um debate, uma recusa ou um cálculo frio de objeção. Ao dizer sim sem hesitar, retirei dela até o atrito da negociação. Ela apenas assentiu devagar, levantou-se da cama e saiu da penumbra sem olhar para trás, entrou no banheiro ligando a ducha em seguida. Também me lavei e fomos embora sem dizer nenhuma palavra. Dias depois, ao passar pela garagem, a porta da sala se fechou às minhas costas com um estalo abafado pelo tapete pesado. O silêncio do imóvel era absoluto, desprovido do ruído habitual da família que ela fizera questão de despachar pessoalmente. O ar cheirava a cera de madeira que eu bem conhecia e a um banho tomado há poucos minutos. A privacidade daquele espaço, até então um território inacessível para os nossos negócios, agora estava inteiramente exposta. — Eles só voltam no fim do mês — disse ela, indicando a porta do quarto dela como se eu não soubesse o caminho. A postura dela buscava uma farsa de domínio, a encenação de uma anfitriã confortável em seu próprio domínio. — Achei que a nossos últimos encontros mereciam um ambiente diferente. Caminhei a seguindo pelo corredor até entrar no seu quarto, observando o movimento hipnotizante daquela bunda dentro de um short doll preto folgado e claramente sem calcinha. Após a porta do quarto também se fechar, ela se aproximou, ficou na ponta dos pés e colocou os braços nos meus ombros ficando com a boca a milimetros da minha. —Vamos as últimas parcelas — declarou ela. A voz trazia uma firmeza ensaiada, mas o olhar acompanhava o meu movimento com uma rigidez quase dolorosa. — O valor exato. Sem juros pendentes, sem prazos a vencer. Peguei ela pela cintura, com certa pressão subindo uma das mãos pelas costas e depois desci fazendo com que a minha mão a apalpasse enquanto ela fechava os olhos e soltava um suspiro pressionando o corpo dela contra o meu. O silêncio voltou a ocupar o quarto, mas ela não recuou. Em vez disso, perto do meu ouvido ela sussura com a voz trêmula. - Guardei bem a ocasião, e hoje, aqui e agora quero ser sua puta e quero que arregace o meu cuzinho virgem. A dependência dela não havia desaparecido com o fim das parcelas; apenas mudara de estado de agregação. — A dívida financeira acabou — disse ela, apertando mais o corpo dela contra o meu, baixando o tom de voz como se temesse ser ouvida pelas paredes vazias da casa. — Mas o tempo que organizamos nesses meses não precisa terminar aqui. Eu aceito ser sua mulher, sua amante, sua puta ou o que você quiser. Sou toda sua pra fazer comigo o que quiser, só quero que me foda como se não houvesse o amanhã. Pode me possuir semanalmente, aqui ou em qualquer lugar. — Diga que não gostou de me comer!? Ela tinha uma malícia nos olhos e uma cara de safada que vi poucas vezes desde então. Ela achava que ao me trazer para a sua intimidade e me oferecer uma nova moeda, estava me manobrando, assumindo a condução do jogo ao se tornar indispensável. Passei os olhos devagar pelo quarto, segurando pelo seu corpo trêmulo absorvendo os detalhes da daquela estrutura familiar, da sua rotina, do espaço físico onde ela se sentia mais segura. Ela oferecia uma nova dependência, acreditando que me atraía para uma teia. Eu via apenas a expansão do meu raio de atuação. — Me mostre o que você tem — respondi, com a voz plana, sem qualquer pressa de sair daquela casa.
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Crente alta branca e gostosa |
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historias reais |
Oi pessoal desculpa pela demora na continuação.
Depois que agente ficou ela estava muito sem graça, eu mandava mensagem a ela e não respondia , aí eu encontrei ela a noite voltando da igreja e falai vamos conversar ela toda sem graça topou.
Aí falei que vamos para um lugar que quero que vc conheça e um lugar especial, ela ficou toda curiosa e falou aonde e eu falei surpresa.
Aí chagamos mostrei uma casa novinha recém construída ela disse , que casinha lindinha . Aí eu disse ,vamos conhecer ela tudo bem . Ela achou a casa muito linda por dentro e por fora. Aí antes de eu começar a falar ela queria conversar comigo sobre o que aconteceu com agente sobre o que aconteceu que agente ficou . Eu disse fique a vontade para falar . Ela começou a dizer que .
Eu não uma garota fácil que transa no primeiro encontro e que eu tinha me aproveitando da fraqueza dela e que sabia que eu era uma moça carente e insegura. E que estava se sentindo mal por ter transado sem camisinha e que no outro dia tomou duas pirulas do dia seguinte e outro no outro dia para não engravidar e fez teste de HIV e que lá falou que não tinha dado nada graças a duas . E falando meio chorando.
Então eu disse que si ela estivesse grávida sério uma alegria para mim e que essa casa é minha que eu estou pedindo vc em namoro para casar . Ela ficou pálida de susto , falou e sério . Eu disse que sim e que não saio com qualquer garota. E daí deu um beijo nela e ela correspondeu . E detalhe eu ela estávamos sentado em uma cama que tinha comprado e deixado lá guardado.
Aí eu falei que vamos repeti a dose agora ela falou vc muito safado e eu disse vc adoro meu jeito safado ela deu uma risadinha .
Aí comecei a tirar roupa dela comecei a chupar seu bucetinha linda rosinha ela só geia e depôs uma tempo ela gozou dentro si tremer todinha , aí mandei ela chupar ela não tinha muita experiência em chupar mais estava gostoso aí coloquei ela de frango assado comecei comer a bocetinha dela com força ela só gemia e depois coloquei ela de 4 ela falou não vai comer meu cuzinho da outra vez fiquei assada 1 semana eu não falei nada só coloquei ela de 4 comecei a comer ela bati bastante na bundona dela que ficou bastante vermelha , aí comecei colocar dedo no seu cuzinho coloquei cuspe ela falava não , aí eu falei só um pouquinho ela tá bom só um pouquinho, aí foi colocado com cuidado ela só gemendo, quando foi tudo eu falei nem doeu ela deu uma risadinha, aí eu foi metendo sempre mais forte ela só gemia , e detalhe tudo sem camisinha, aí quando eu disse que ia gozar tirei do cuzinho dela e gozei nela todinha melei ela todinha de porra , ela falou que cheiro de sexo tô toda melada .
Aí depois que ficamos falei que agora estamos namorando, ela me disse que não poderia pq tinha voltado para o ex dela que já estava indo morar junto com ela , eu falei larga ele fica comigo, ela disse que ele uma amor antigo que adorava ficar comigo mais que tinha medo de eu embora dela e que tinha vergonha de me encarar pq eu me sentia uma garota fácil, ao tentei falei que adorava vc e que eu ia casar com vc, mais disse que adorou ficar comigo sair dançar e transa e muito gostoso, mais ex dela deixava ela com mais segurança. Aí depois ela começou a si vestir que me deixou a calcinha que ela usava e disse uma recordação nossa e foi muito maravilhoso ter me conhecido mais que ela busca e segurança. Aí ela si casou com o ex dela e uma belo dia agente si falando pelo finado MSN eu pergunte sobre o casamento dela ela me respondeu ainda estou casada , aí eu perguntei pq ainda estou casada , ela me respondeu que o casamento não era o que ela imaginava e que a mãe dela até me tinha aconselhodo que casamento não é fácil que ela era um moça muito jovem para si casar com um cara muito caseiro e que não gosta de sair .
E aí depois de um tempo encontro a mãe dela eu comprimento e falo como tá Lili , ela fala que tá bem tem um filha , aí ela me fala pq eu não casei com a filha dela , eu falou pq a senha fala isso eu queria ter me casado com Lili , eu puxei me celular e mostre uma foto da minha casa para ela dizendo que eu ofereci namoro e casamento para ela ela não quis , então ela disse que filha dela disse que eu não queria na sério e só era farra , senhora fala com ela que ela ti enganou, a senhora ficou vermelha e e disse minha filha só tem tamanho e burrice , ficou com cara chato, rabugento e que não sai de casa para nada .
Aí depois o tempo passou eu a vezes encontro ela na rua e agente si comprimento a e só .
Porem parece que ela agora tá querendo umas novas aventuras eu estou de olho aí quem sabe novas histórias continua.
Aí muito obrigado pela atenção
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Fodendo a professora gostosa pra ganhar nota |
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Eu tinha dezoito anos e estava repetindo o terceiro ano. Isso já diz tudo sobre mim: não sou burro, sou preguiçoso, e a diferença entre as duas coisas só aparece quando o problema aperta. E apertou em setembro, quando a coordenadora me chamou na sala dela e falou, com aquele sorriso de quem já enterrou gente assim antes, que se eu não subisse a nota de matemática até novembro, ia repetir de novo. Dezoito anos, terceirão pela segunda vez, e a vergonha ia ser maior que o boletim.
A professora era a Helena. Trinta e dois anos, divorciada havia pouco mais de um ano, cabelo castanho sempre preso, óculos que ela tirava quando queria falar sério. E era gostosa de um jeito que incomodava. Saia justa, blusa de botão, um perfume que ficava na sala depois que ela saía. Metade da turma era apaixonada por ela e a outra metade tinha medo. Eu tinha as duas coisas.
Ela propôs recuperação paralela. Terça e quinta, depois da aula, na sala de matemática, só eu e ela. Foi ali que a coisa começou a virar.
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Nas primeiras semanas foi só estudo. Função do segundo grau, logaritmo, trigonometria. Ela sentava na mesa da frente, perto de mim, e explicava com uma paciência que eu não merecia. E eu, em vez de prestar atenção no gráfico, prestava atenção no jeito que ela cruzava as pernas. No jeito que ela inclinava o corpo pra escrever no caderno e a blusa abria um pouco. No jeito que ela falava meu nome.
— Você não tá nem olhando pra lousa — ela falou numa terça.
— Tô olhando.
— Onde tá o vértice da parábola?
— Aí.
— Aí onde?
— Aí em cima.
Ela tirou os óculos, o que era sempre mau sinal, e me olhou.
— Você quer passar ou quer ficar repetindo pra sempre?
— Quero passar.
— Então me dá uma razão pra acreditar.
E foi aí que eu decidi que ia dar. Não só a razão. Tudo.
Comecei pequeno. Deixei de sentar longe, comecei a sentar do lado. Passei a chegar antes dela, e a arrumar a sala, e a fechar a porta quando ela entrava, e a abrir as janelas quando ela dizia que estava calor. Um dia encostei a mão no braço dela pra "mostrar" uma conta e deixei a mão um segundo a mais do que devia. Ela olhou pra minha mão, depois pra mim, e não falou nada. Aí eu soube.
Na quinta seguinte, chovia. A escola estava vazia, o pessoal do cursinho tinha ido embora, e a sala de matemática era só a gente e o barulho da água na janela. Ela estava de saia cinza e blusa branca. Sentou na mesa, do meu lado, e começou a corrigir a lista que eu tinha feito.
— Você acertou sete de dez — ela disse. — Melhorou.
— Tô me esforçando.
— Tá. Só falta a prova.
Fiquei calado um tempo. Ela percebeu.
— O que foi?
— Posso te perguntar uma coisa que não é de matemática?
Ela riu.
— Pode.
— Você é solteira mesmo?
Ela levantou a cabeça e me encarou. Os óculos ainda estavam no rosto.
— Por que a pergunta?
— Curiosidade.
— Solteira — ela disse. — Divorciada, na verdade. Isso é de domínio público, você já sabia.
— Sabia.
— E?
— E se eu te falasse que a recuperação não é o único motivo de eu estar vindo aqui?
Ela soltou o lápis na mesa. Devagar. Como quem já esperava por aquilo e agora estava decidindo o que fazer com a confirmação.
— E qual seria o outro motivo? — ela perguntou.
— Você.
Ela riu de novo, mas foi uma risada diferente. Mais baixa. Mais perto.
— Você tem dezoito.
— Tenho.
— Eu sou sua professora.
— Isso é problema?
Ela tirou os óculos. Dobrou as hastes. Pousou na mesa. E ficou me olhando por um tempo que pareceu longo demais.
— Vem cá — ela disse.
Eu levantei. Dei dois passos. Ela continuou sentada na mesa, o que me deixou na altura do peito dela. Ela me puxou pela camisa, e me beijou.
Foi um beijo adulto. Nada de nervoso, nada de dente batendo. Ela beijava com calma, mordia meu lábio de propósito, e a mão dela subiu pelo meu pescoço e ficou ali. Quando eu tentei apressar, ela segurou.
— Calma — ela falou na minha boca. — Ainda tenho que te ensinar umas coisas.
— Então ensina.
Ela riu e me beijou de novo. Aí eu passei as mãos na cintura dela, subi pras costas, e ela deixou. Tirei a blusa dela por dentro da saia e encostei a mão na pele quente das costas dela, e ela soltou um som baixinho no meu ouvido que me arrepiou inteiro.
Desabotoei a blusa. Ela levantou os braços e deixou sair. Sutiã preto. Peitos bonitos, grandes, e ela olhava pra minha cara vendo a minha reação, satisfeita, como quem sabia exatamente o que estava fazendo. Puxei o sutiã pra baixo e chupei o mamilo dela. Ela jogou a cabeça pra trás e segurou a minha cabeça com as duas mãos.
— Isso — ela falou. — Assim.
Levantei a saia. Ela abriu as pernas e sentou mais pra frente na mesa. A calcinha já estava molhada, e eu passei o dedo por cima e senti ela tremer. Ela tirou a calcinha sozinha, me empurrou pra trás por um segundo, e me olhou.
— Você tem camisinha?
— Na mochila.
— Vai pegar.
Peguei. Ela ficou sentada na mesa, nua da cintura pra baixo, com as pernas abertas, sem nenhuma vergonha, e aquele corpo todo dela ali na sala de matemática, do lado da lousa onde ela me ensinava logaritmo. Coloquei a camisinha, ela me puxou pela cintura, e eu encostei.
— Devagar — ela disse. — Sem pressa.
Entrei devagar. Ela era mais apertada do que eu esperava, e mais quente, e ela foi abrindo conforme eu entrava, me olhando nos olhos o tempo todo. Quando chegou até o fim, ela soltou o ar que estava segurando e riu.
— Pronto. Agora fode comigo.
Não fui com pressa. Ela abriu as pernas mais, me puxou pelo quadril, e eu comecei a meter num ritmo que ela mesma ditava com a mão no meu quadril. A mesa rangia embaixo da gente. Ela gemia baixo, do jeito de quem não quer que ninguém escute, mas gemia. Um gemido de garganta, grave, que ia direto pra minha espinha.
Ela me puxou pelo pescoço pra beijar enquanto eu metia, e beijar assim é diferente — a boca dela aberta, o hálito dela na minha, e cada estocada empurrando o beijo mais fundo. Passei a mão na bunda dela, puxei ela mais pra borda da mesa, e enfiei mais forte. Ela arqueou as costas e falou, sem abrir os olhos:
— Aí. Continua aí.
Continuei. Fiquei ali, metendo fundo, com a mão dela fechada no meu braço e a outra na beirada da mesa pra não cair. A saia dela subida até a cintura, a blusa aberta, o sutiã pendurado, e a professora de matemática toda desmontada na frente da lousa. Foi a melhor coisa que eu tinha visto na vida até então.
Ela gozou primeiro. Fechou as pernas em volta da minha cintura e apertou tudo, tremendo, mordendo o ombro da minha camisa pra não gritar. Eu segurei mais um pouco, olhando pra ela, e gozei logo depois, empurrando fundo e travando ali.
Ficamos grudados um tempo, os dois sem ar, com a chuva ainda batendo na janela.
— E aí, professor? — eu falei.
— E aí o quê?
— Aprendi?
Ela riu, me empurrou pelo peito e desceu da mesa.
— Você ainda tem que passar na prova.
— E depois da prova?
Ela pegou a calcinha no chão, olhou pra mim e sorriu.
— Depois da prova a gente negocia.
Passei com nove. Nunca estudei tanto na vida.
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