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Fodendo a professora gostosa pra ganhar nota
Contos
Contos


Eu tinha dezoito anos e estava repetindo o terceiro ano. Isso já diz tudo sobre mim: não sou burro, sou preguiçoso, e a diferença entre as duas coisas só aparece quando o problema aperta. E apertou em setembro, quando a coordenadora me chamou na sala dela e falou, com aquele sorriso de quem já enterrou gente assim antes, que se eu não subisse a nota de matemática até novembro, ia repetir de novo. Dezoito anos, terceirão pela segunda vez, e a vergonha ia ser maior que o boletim.



A professora era a Helena. Trinta e dois anos, divorciada havia pouco mais de um ano, cabelo castanho sempre preso, óculos que ela tirava quando queria falar sério. E era gostosa de um jeito que incomodava. Saia justa, blusa de botão, um perfume que ficava na sala depois que ela saía. Metade da turma era apaixonada por ela e a outra metade tinha medo. Eu tinha as duas coisas.



Ela propôs recuperação paralela. Terça e quinta, depois da aula, na sala de matemática, só eu e ela. Foi ali que a coisa começou a virar.



Nas primeiras semanas foi só estudo. Função do segundo grau, logaritmo, trigonometria. Ela sentava na mesa da frente, perto de mim, e explicava com uma paciência que eu não merecia. E eu, em vez de prestar atenção no gráfico, prestava atenção no jeito que ela cruzava as pernas. No jeito que ela inclinava o corpo pra escrever no caderno e a blusa abria um pouco. No jeito que ela falava meu nome.



— Você não tá nem olhando pra lousa — ela falou numa terça.



— Tô olhando.



— Onde tá o vértice da parábola?



— Aí.



— Aí onde?



— Aí em cima.



Ela tirou os óculos, o que era sempre mau sinal, e me olhou.



— Você quer passar ou quer ficar repetindo pra sempre?



— Quero passar.



— Então me dá uma razão pra acreditar.



E foi aí que eu decidi que ia dar. Não só a razão. Tudo.



Comecei pequeno. Deixei de sentar longe, comecei a sentar do lado. Passei a chegar antes dela, e a arrumar a sala, e a fechar a porta quando ela entrava, e a abrir as janelas quando ela dizia que estava calor. Um dia encostei a mão no braço dela pra "mostrar" uma conta e deixei a mão um segundo a mais do que devia. Ela olhou pra minha mão, depois pra mim, e não falou nada. Aí eu soube.



Na quinta seguinte, chovia. A escola estava vazia, o pessoal do cursinho tinha ido embora, e a sala de matemática era só a gente e o barulho da água na janela. Ela estava de saia cinza e blusa branca. Sentou na mesa, do meu lado, e começou a corrigir a lista que eu tinha feito.



— Você acertou sete de dez — ela disse. — Melhorou.



— Tô me esforçando.



— Tá. Só falta a prova.



Fiquei calado um tempo. Ela percebeu.



— O que foi?



— Posso te perguntar uma coisa que não é de matemática?



Ela riu.



— Pode.



— Você é solteira mesmo?



Ela levantou a cabeça e me encarou. Os óculos ainda estavam no rosto.



— Por que a pergunta?



— Curiosidade.



— Solteira — ela disse. — Divorciada, na verdade. Isso é de domínio público, você já sabia.



— Sabia.



— E?



— E se eu te falasse que a recuperação não é o único motivo de eu estar vindo aqui?



Ela soltou o lápis na mesa. Devagar. Como quem já esperava por aquilo e agora estava decidindo o que fazer com a confirmação.



— E qual seria o outro motivo? — ela perguntou.



— Você.



Ela riu de novo, mas foi uma risada diferente. Mais baixa. Mais perto.



— Você tem dezoito.



— Tenho.



— Eu sou sua professora.



— Isso é problema?



Ela tirou os óculos. Dobrou as hastes. Pousou na mesa. E ficou me olhando por um tempo que pareceu longo demais.



— Vem cá — ela disse.



Eu levantei. Dei dois passos. Ela continuou sentada na mesa, o que me deixou na altura do peito dela. Ela me puxou pela camisa, e me beijou.



Foi um beijo adulto. Nada de nervoso, nada de dente batendo. Ela beijava com calma, mordia meu lábio de propósito, e a mão dela subiu pelo meu pescoço e ficou ali. Quando eu tentei apressar, ela segurou.



— Calma — ela falou na minha boca. — Ainda tenho que te ensinar umas coisas.



— Então ensina.



Ela riu e me beijou de novo. Aí eu passei as mãos na cintura dela, subi pras costas, e ela deixou. Tirei a blusa dela por dentro da saia e encostei a mão na pele quente das costas dela, e ela soltou um som baixinho no meu ouvido que me arrepiou inteiro.



Desabotoei a blusa. Ela levantou os braços e deixou sair. Sutiã preto. Peitos bonitos, grandes, e ela olhava pra minha cara vendo a minha reação, satisfeita, como quem sabia exatamente o que estava fazendo. Puxei o sutiã pra baixo e chupei o mamilo dela. Ela jogou a cabeça pra trás e segurou a minha cabeça com as duas mãos.



— Isso — ela falou. — Assim.



Levantei a saia. Ela abriu as pernas e sentou mais pra frente na mesa. A calcinha já estava molhada, e eu passei o dedo por cima e senti ela tremer. Ela tirou a calcinha sozinha, me empurrou pra trás por um segundo, e me olhou.



— Você tem camisinha?



— Na mochila.



— Vai pegar.



Peguei. Ela ficou sentada na mesa, nua da cintura pra baixo, com as pernas abertas, sem nenhuma vergonha, e aquele corpo todo dela ali na sala de matemática, do lado da lousa onde ela me ensinava logaritmo. Coloquei a camisinha, ela me puxou pela cintura, e eu encostei.



— Devagar — ela disse. — Sem pressa.



Entrei devagar. Ela era mais apertada do que eu esperava, e mais quente, e ela foi abrindo conforme eu entrava, me olhando nos olhos o tempo todo. Quando chegou até o fim, ela soltou o ar que estava segurando e riu.



— Pronto. Agora fode comigo.



Não fui com pressa. Ela abriu as pernas mais, me puxou pelo quadril, e eu comecei a meter num ritmo que ela mesma ditava com a mão no meu quadril. A mesa rangia embaixo da gente. Ela gemia baixo, do jeito de quem não quer que ninguém escute, mas gemia. Um gemido de garganta, grave, que ia direto pra minha espinha.



Ela me puxou pelo pescoço pra beijar enquanto eu metia, e beijar assim é diferente — a boca dela aberta, o hálito dela na minha, e cada estocada empurrando o beijo mais fundo. Passei a mão na bunda dela, puxei ela mais pra borda da mesa, e enfiei mais forte. Ela arqueou as costas e falou, sem abrir os olhos:



— Aí. Continua aí.



Continuei. Fiquei ali, metendo fundo, com a mão dela fechada no meu braço e a outra na beirada da mesa pra não cair. A saia dela subida até a cintura, a blusa aberta, o sutiã pendurado, e a professora de matemática toda desmontada na frente da lousa. Foi a melhor coisa que eu tinha visto na vida até então.



Ela gozou primeiro. Fechou as pernas em volta da minha cintura e apertou tudo, tremendo, mordendo o ombro da minha camisa pra não gritar. Eu segurei mais um pouco, olhando pra ela, e gozei logo depois, empurrando fundo e travando ali.



Ficamos grudados um tempo, os dois sem ar, com a chuva ainda batendo na janela.



— E aí, professor? — eu falei.



— E aí o quê?



— Aprendi?



Ela riu, me empurrou pelo peito e desceu da mesa.



— Você ainda tem que passar na prova.



— E depois da prova?



Ela pegou a calcinha no chão, olhou pra mim e sorriu.



— Depois da prova a gente negocia.



Passei com nove. Nunca estudei tanto na vida.



 

Publicado por webmaster on Mon Oct 26, 2026 1:23 am
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Aula de reforço
Contos
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Fazia um friozinho naquela sexta-feira. Já eram meados de junho e o colégio já respirava os ares das férias com uma frequência bem baixa. Quem tinha nota ou não estava pendurado por faltas já não estava indo ao colégio havia alguns dias. Não era o meu caso, minhas notas estavam altas como sempre. Não eram mais sempre notas 10 como costumavam ser. Afinal, depois de ter sido iniciado na rodinha dos rapazes da escola e dos machos casados que curtiam se aventurar com rapazes, não tinha mais tanto tempo pra estudar como antes. Mas não me importava, as notas continuavam bem altas e a vida... bem, a vida estava bem mais animada.



Estava terminando o meu misto quente no balcão da cantina, quando senti alguém se aproximar por trás. Esse misto parece estar muito gostoso. Se eu pedir, você dá pra mim? Falou uma voz grossa, enquanto sentia um corpo forte e grande se encostar levemente nas minhas costas. Aquela voz era inconfundível: Sérgio! A maior pica do colégio. Pica que senti roçar de leve a minha bunda. Breve o suficiente pra não chamar a atenção das poucas pessoas que estavam na cantina naquele momento, mas com intenção suficiente pra mostrar quem mandava ali.



Só virei a cara levemente e encarei a cara dele bem sério. Se você pedir com jeitinho, eu dou! Explodimos em gargalhadas e nos cumprimentamos como dois brothers. Bem machinhos, como convinha a dois alunos ainda no armário quanto às suas preferências sexuais naqueles longínquos anos 80.



Aí, dona Vera, falou o Sérgio em tom mais alto pra ser ouvida pela atendente. Desce um misto caprichado aí pra mim, por favor!



Tá foda, cara. Tenho que me virar pra aprender umas paradas aí de matemática e de física, senão eu tô fudido!



Mas agora? Já estamos quase nas férias! O que você ainda tem que aprender? Perguntei meio sem entender a situação dele.



Ah, os professores me deixaram refazer as provas. Ele falou me dando uma piscadinha. Eu me fudi nas bimestrais de física e matemática. Mas eles disseram que não vão me dar a nota simplesmente. Eu tenho que passar dessa vez.



Eu só assenti, incrédulo, com a cabeça. Desconfiava que o professor de matemática fosse gay, mas nunca o de física. Aquele cacete descomunal do Sérgio operava milagres na sala de professores, pelo visto. Mas não o suficiente para aprová-lo automaticamente, obviamente. Ou então ele não topou ir aonde os professores queriam.



Cara, deixa eu te falar. Eu fui super bem em matemática e física esse ano. Se você quiser, posso te dar uma ajuda. Ofereci, sem segundas intenções, realmente. Queria ajudá-lo, pois ele tinha se mostrado um cara legal, no final das contas. Nem que tivesse sido apenas depois de comer meu rabo.



Porra, cara. Maravilha! Eu aceito sim. Tem umas paradas que eu simplesmente não consigo entender. Pode ser hoje lá pelas três da tarde? As provas já são amanhã. Ele falou, para meu assombro, com a tranquilidade com que ele levava a situação. Se eu estivesse na mesma situação, já estaria arrancando os meus cabelos. Mas acho que ele sempre conseguia dar um jeito, daí talvez a calma.



Quer passar lá em casa? Vai estar bem tranquilo. Minha mãe viajou e meu pai vai fazer serão, então fica tranquilo pra gente estudar.



Maravilha, cara. Valeu meRmo! Ele falou com aquele sotaque forte de carioca, enquanto pegava o seu misto e ia saindo da cantina, mas não sem antes me dar um tapinha na bunda, o safado.



Três e dez da tarde, já tinha arrumado tudo e estava esperando por ele, quando ouço a campainha. Abri o portão e prendi a respiração. Ele estava com um conjunto de moletom. Mas o que chamava a atenção era que ele parecia estar sem cueca, tal o volume pornográfico que seu pau fazia em sua virilha. Porra! Ninguém te atacou pela rua com essa exibição aí, seu putão!? Perguntei, rindo e direcionando o olhar para o seu pau.



Porra, eu tô de cueca! Ele respondeu rindo. É que essa calça é do meu irmão e ficou meio apertada. Mas propaganda nunca é demais!



Entramos rindo até em casa. Mas eu já estava imaginando como ia ser difícil me concentrar em qualquer coisa estando tão perto daquele homem.



Fiz as vezes de bom anfitrião e ofereci um lanche, que deixei na mesa ao lado, pra quando quiséssemos comer quando quiséssemos, e partimos para as matérias. Para minha surpresa, ele estava bem focado e não ficou me provocando como eu imaginei que ele faria. Descobri que ele realmente precisava de ajuda em geometria espacial e em termodinâmica, então partimos pra estudar esses tópicos. Depois de umas três horas direto, estávamos ficando cansados.



Cara, ninguém nunca me explicou isso dessa forma. Eu tô entendendo essa porra pela primeira vez! Valeu mesmo! Ele falou.



Às vezes é só uma questão de jeito. O Rodolfo e o Miguel (os professores de física e matemática) são bons professores, mas nem sempre os métodos servem pra todo mundo, falei, meio inocente.



Porra nenhuma! Aqueles dois viadinhos só querem saber de pica! Ele falou dando um risinho.



Mas como é isso? Perguntei pra aprofundar o que já desconfiava. O que eles te ofereceram? Os dois juntos?



Não. Foi cada um de uma vez. Fui fazer a revisão de prova na sala dos professores e eles deram a entender que eu podia fazer a prova de novo, se eu fizesse algumas coisas pra eles.



Mas o quê? Você teve que comer eles? Perguntei, já sentindo meu pau endurecendo com aquele papo.



Nem tanto. Eles pediram pra mamar meu pau. O Rodolfo foi na casa dele e o Miguel foi no carro, já que ele é casado.



Caralho, cara! E por que eles não te deram a nota direto? Por que você não quis comer os caras?



Não. Eles só pediram pra chupar o meu pau mesmo. Eu até comeria se eles tivessem pedido. Eles já devem ter quase uns 40 anos, mas são gostosos ainda. Mas os dois disseram que eu tenho que ter uma prova, um documento, senão a coisa complica. Então eles vão fazer uma prova especial pra mim.



Ele falava isso com uma certa naturalidade. Não devia ser a primeira vez que ele punha o pau pra jogo pra conseguir coisas. Eu estava fascinado ouvindo aquelas safadezas e só então notei que ele tinha começado a alisar o pau, que parecia que ia rasgar aquele moletom apertado.



E você? Já pegou professor? Ele perguntou.



Já!



Mas foi pra conseguir nota?



Não. Ele me viu fazendo uma coisa e aí deu o bote.



E quem foi? Pode falar? Seus olhos faiscavam, ele estava muito curioso.



Eu hesitei um pouco, mas não me contive. O Jorge, de educação física.



Ah, porra! O Jorge eu sei, já até pegamos o Márcio juntos! Ele tem pauzão também. Tu já tomou aquilo tudo no cu, seu safado?! Ele falou, rindo e passando a mão na minha cintura.



Cara, nem me fale! Ele quase me arrebentou. Respondi, todo arrepiado com aquela mão na minha cintura, descendo pra minha bunda. Meu pau parecia que ia arrebentar meu short. Nunca tinha ficado com o Sérgio sozinho, sempre tinha sido em suruba com o outros rapazes. Mas isso estava prestes a mudar...



Dá pra gente curtir um pouco por aqui? Ele perguntou olhando em volta como para se certificar de que a área estava limpa.



Dá sim. Vamos lá pro meu quarto. Qualquer coisa a gente sempre pode estar jogando videogame. Falei, já levantando e olhando pra ele, que dava um sorrisinho muito do safado.



Ele se levantou e então eu entendi o significado de estar de barraca armada. Seu pau duro se projetava para a frente, esticando aquele moletom ao máximo! Ansioso em ter logo acesso àquela delícia, mas temeroso de fazer qualquer coisa ali na sala de jantar, onde estávamos estudando, fui andando em direção ao meu quarto. Pra garantir que ele não se perderia o segurei pelo pau, enquanto o guiava pelo corredor.



Puto safado! Ele deu uma risadinha e abaixou calça pra me fazer pegar direto do pau dele. Difícil descrever a sensação. Décadas depois estou aqui de pau duro relembrando. Uma tora quente, pentelhuda, a cabeça já babando. Dei um aperto nele e puxei a mão e levei ao nariz. Tinha que sentir o cheiro. E que cheiro! Cheiro de Pica de macho, no auge!



Cheira aqui, ó! Ele falou, sem se conter, me virando e me colocando de joelhos, ainda no corredor, e puxando a minha cara. Afundei minha cara nos seus pentelhos, puxando fundo o ar e sentindo aquele cheiro da sua virilha, da sua pica, do seu saco. Meu pau, embora menor que o dele, estava quase rasgando o meu short.



A muito custo, me levantei e abri a porta do quarto. Entra aqui, ordenei, quase sem forças. Ele entrou, andando com dificuldade por conta da calça no meio das pernas. Eu fechei a porta me virei. Ele tinha tirado a camisa. A visão era de tirar o fôlego: ele era pouca coisa mais alto do que eu, devia ter uns 1,83, falso magro, daquele tipo que parece magrelo vestido, mas é, na verdade, todo definido, levemente queimado de praia, com a marca da sunga bem pronunciada, o peito definido, mas não muito grande, os bíceps bem delineados, aquela cara de marrento muito comum no subúrbio carioca. O pau, que primeiro me chamava a atenção no vestiário por praticamente vergar sob o próprio peso,



dando aquele espetáculo, dessa vez estava totalmente ereto, a uns 50º, ele era do tipo que não aumentava muito quando duro. Mas como já era descomunal mole... duro ele devia ficar com uns 21 cm e, mais importante, grosso! Sim, porque não adianta nada pau grande e fino. Na minha humilde opinião, claro.



Em resumo, a visão era impressionante. Um homem daquele, na minha frente, com as calças arriadas, com o pau duro em riste, só faltando gritar: me chupa! Não há discussão, numa situação dessas, bicho, ajoelha, abre a boca e serve ao teu macho. E foi o que fiz. Dei outra cheirada básica, mas já misturando com lambidas: coxa, virilha, saco... até abocanhar aquela cabeçorra babenta e começar a sorver seu prégozo salgadinho.



Aquele pau tava duro por mim, tava babando por mim, então o mínimo que poderia fazer era dar o meu melhor. Comecei com uma chupeta básica, pra aproveitar todo aquele melzinho do qual já estava com saudades, mas já emendei várias gargantas profundas. Sempre me engasgando, é claro, mas com aquele pau não tinha outro jeito. Além disso, era um pau que te provocava fome, ânsia de tentar engolir todo.



Ele adorava as minhas chupadas, gemia alto, me segurava a cabeça pelas orelhas, fudia a minha boca, me dava pauzadas na cara, batia com o pau na minha língua. Uma coisa que ele gostava de fazer era esfregar o pau por dentro da minha bochecha, deixando-o muito visível de fora, o que ele chamava de escovar os dentes.



Vamo escovar os dentinhos, vamo? Ele falou, enquanto passava o pau por dentro da minha bochecha e o apalpava por fora, me dando tapinhas de leve na cara. Sabia como ele adorava fazer isso, pois podia sentir seu pau soltando muito lubrificante salgadinho na minha boca.



Assumindo as rédeas, empurrei-o na cama. Ao cair deitado de surpresa, suas pernas se levantaram um pouco, me descortinando a visão celestial daquela curva da bunda, a popular popa da bunda e, mais importante, o começo do seu rego super peludo. Senti meu pau já duro dar um pulo e tive ideias.



Voltei ao pau dele, já engolindo tudo de uma vez, pois a garganta já estava aquecida. Mas a imagem daquele rego não saía da minha cabeça. E tava ali, tão pertinho. Lentantei um pouco as suas pernas e desci para chupar seu o saco, coisa que ele adorava e eu também, brincava com as suas bolas, uma de cada vez na boca.



Sem pensar, num ataque direto, meti a cara e enfiei a língua naquele rego peludo. Ele deu um grito de susto e tentou sentar na cama, o que prendeu minha cara exatamente onde eu queria: entre a cama e seu cu.



Porra, seu puto tarado! Assim você me mata de susto! Ele falou, enquanto se ajeitava na cama e nós dois caíamos na risada. Que porra é essa?! Tarou na minha bunda hoje?



Ah, vai! Vai dizer que você não gosta? Uma bundinha linda dessas? Vai dizer que o Eduardo nunca brincou aí?



Eu riu e desviou o olhar, para minha surpresa. Então tinha coisa ali, mas tinha que avançar com cuidado. Cu de hétero wannabe é um lance perigoso. Uma palavra fora do lugar e podia por a perder a possibilidade de comer ou de pelo menos linguar o cu do Sérgio, o cara mais marrento, o maior fudedor da escola.



Ele me olhou nos olhos, com um meio sorriso na cara. Eu não falei nada, só mexi as sobrancelhas, como que falando: e aí?



Ele não falou nada, só voltou à sua posição inicial, deitado na cama, as pernas meio pra fora, o pauzão na minha frente. Eu olhava pra ele pra ver qual era a mensagem.



Sem deixar de me encarar, ele riu e levantou as pernas, mostrando o reguinho peludo de novo. Tava liberado o caminho.



Prosseguindo com cuidado, voltei ao pau dele, que estava quase como quando tinha visto pela primeira vez: uma tora de carne imensa, dependurada de seu púbis, vergada sob o próprio peso. Ele era daqueles que fazem bonito em vestiários e mictórios, provocando inveja e admiração nos outros homens, mesmo os héteros. Voltei a chupá-lo com voracidade, alternando com seu saco, colocando suas bolas na minha boca e chupando-as fazendo bastante barulho. Deixava a baba escorrer pelo rego e começava a recolhe-la dando grande lambidas em seu rego. Ele gemia muito e, lentamente, ia deixando aquela pentelhada toda molhadinha, começando a expor seu cuzinho, uma coisa linda, todo rosadinho e bem fechadinho.



Mas era tudo questão de tempo! Uma vez delineado o alvo, botei toda a minha prática em ação: comecei a cutucá-lo diretamente com a língua, fazendo-a vibrar bem no meio do seu cu.



Ai, caralho! Que delícia! Isso, assim! Vai! Ele falava alto, reagindo às minhas investidas. Comecei a alternar entre o cu e o pau, chupando, beijando, lambendo, esfregando a cara, tudo na ânsia de aproveitar ao máximo. Em determinado momento, peguei um pouco da baba que brotava da cabeça do seu pau com o dedo e espalhei pelo seu cuzinho, insinuando o meu dedo indicador.



Senti que ele de uma travada, mas voltei a aplicar-lhe uma chupeta na cabeça do pau e senti que ele relaxava o esfíncter.



Ahhhhh, ele soltou um gemido profundo quando meu dedo entrou, só a pontinha, mostrando que eu estava no caminho certo. Tirei o dedo pra deixar ele respirar e aproveitei pra lambuzá-lo no pote de vaselina, que já tinha deixado estrategicamente ali perto. Logo voltei ao seu cuzinho com o dedo melado.



Lubrificado, o meu indicador escorregou e entrou todinho, arrancando um suspiro profundo dele. Sentia seu cu se ajustando ao meu dedo invasor e deixei o dedo parado enquanto chupava o seu pau sem parar, deixando-o se acostumar com a ideia de um volume no cuzinho.



Depois de algum tempo, senti que ele deu uma reboladinha no meu dedo, meio que me liberando pra continuar. Olhei pra ele, que estava de olhos fechados, curtindo o boquete com dedo no cuzinho e aproveitei e inseri o dedo médio. Ele abriu os olhos, parecendo assustado e fez uma carinha de dor, mas a cuspida de babinha que seu pau deu em minha boca mostrou que ele tinha gostado bastante.



Caralho! Assim eu vou gozar! Ele sussurou.



Eu parei os movimentos imediatamente. Com relutância, é claro. Tava muito gostso ficar mamando aquele melzinho que vazava do seu pau a cada mexida que dava em sua próstata, mas não queria fazer ele gozar tão rápido. Tinha planos mais elaborados para aquele momento e não queria perder a oportunidade de ouro que se abria pra mim. Literalmente!



Afinal, ter um macho daquele de pernas abertas pra mim e gemendo com dois dedos atochados no cuzinho era um momento raro. Usando todo o conhecimento putífero que tinha, segurei a base do seu pau para controlar a excitação e retirei os dedos com cuidado do seu cuzinho. Peguei um dose generosa de vaselina e apliquei no meu pau e, lentamente, comecei a subir pelo seu corpo, beijando e lambendo seu púbis, sua barriga, seus peitos e pescoço até chegar à sua boca. Olhei bem fundo nos seus olhos, que tinham um ar meio divertido.



Conseguiu o que queria, né? Ele perguntou, meio que realçando a situação de sedução que eu tinha armado.



Ainda não. Falei, enquanto beijava a sua boca e com a mão, encaixava a cabeça do meu pau na porta do seu cuzinho.



Ele me olhou no fundo dos olhos por alguns segundos. Vai devagar, tá? Ele sussurrou, de forma suplicante, num tom que nunca tinha ouvido dele, sempre tão altivo e tão mandão.



Eu nem falei nada. Só acenei positivamente com a cabeça, enquanto começava a empurrar a cabeça do pau no meio do seu cuzinho. Sentia que ele resistia, mas eu estava com a vantagem.



Relaxa, gatinho. Empurra pra fora um pouquinho.



Senti que ele se abria e empurrei só um pouquinho. Senti a ponta entrar, praticamente só o buraco do pau e reuni todas as minhas forças pra resistir em empurrar tudo de uma vez.



Ele respirava entrecortado, o olhar assustado. Passou quase um minuto e empurrei mais um pouco. Ele arregalou os olhos, mas não reclamou. Sentia a quentura do seu cu abraçando a cabeça do meu pau. Uma sensação indescritível!



Ele suava e eu também, meu suor pingava em seu peito. A gente se comunicava só no olhar ali. Eu metia mais um pouco, desvirginando aquele cuzinho, ele arregalava os olhos com a sensação de invasão, de fragilidade, de entrega.



Eu continuava no meu ritmo, não queria que ele sentisse dor. Queria comer aquele cuzinho ainda muitas vezes, então tinha que mostrar àquele ex ativão, que dar o cu era muito bom.



Depois de uns dez minutos, finalmente senti meus pentelhos roçando em sua bunda, meu pau todinho atochado dentro dele. Aquele pauzão imenso meia bomba jogado sobre sua barriga, babando copiosamente por ter a próstata cutucada. O ativão da escola finalmente era todo meu!



Cuzão gostoso! Falei entre os dentes, enquanto começava a meter bem devagar, indo e voltando, observando suas expressões faciais que traduziam as sensações provenientes do meu pau deslizando adentro de seu cuzinho recém-desvirginado.



Estava em cima dele, que tinha as pernas levantadas me possibilitando o acesso na clássica posição de frango assado. A penetração era profunda, mas me segurava pra que ele não sentisse dor. Eu ia e vinha devagar, mas sentindo cada milímetro daquele cu que me agasalhava o pau. A cada vez que chegava no fundo, sentia o seu calor e via que seu pau cuspia babinha.



Ele gemia. Eu gemia. Nossos suores se misturavam. O calor estava de fazer delirar. Eu me deitei completamente sobre ele, beijando sua boca. Ele respondeu invadindo minha boca com a língua.



Goza, meu puto! Goza com o pau do teu macho te fudendo! Falei em seu ouvido, sonhando em ver aquele macho se entregando todo.



Não dá! Não consigo. Ele falou, enquanto massageava o pau meia bomba, mas que estava numa poça de baba.



Goza você, meu putão! Mete leite no cu do teu macho. Ele falou, enquanto enlaçava as pernas peludas em volta da minha cintura, me levando muito fundo dentro do seu cu e me derrubando em cima dele.



Eu já caí perdido! Sentia a porra subindo pelo meu pau, enquanto abria minha boca aceitando seu beijo, sua língua entrando em minha boca enquanto eu tinha que decidir entre retribuir e respirar.



Gozei como há muito não gozava. Sei lá quantos jatos dentro daquele cu.



Não sei quanto tempo depois, alguns segundos, minutos? Despertei com ele acariciando a minha cabeça. Eu estava jogado em cima dele. Abri os olhos devagar e olhei pra ele, que sorria pra mim.



Dormiu de roncar, hein!? Ele falou, me provocando.



Também, comer o cuzinho mais difícil do colégio demanda muita energia. A gente fica exausto! Devolvi, rindo.



Fui levantando de cima dele. Estávamos suados e melados.



Você gozou também, seu puto? Falei, olhando a quantidade de porra na minha barriga e na dele.



Porra, não fazia ideia. Gozei sem nem sentir. Culpa tua que ficou me cutucando. Ele falou, rindo. Se eu soubesse que era bom assim, já tinha dado antes!



Era difícil resistir àquele pauzão delicioso que ele tinha, mas gozar dentro daquele cu era bom demais também! Pensava eu, enquanto o observava se levantar da minha cama e se dirigir ao banheiro. Observar seu pauzão balançando e aquela bunda morena peluda se movendo conforme ele andava, com meu leite pela primeira vez ali dentro, me deu uma sensação besta de satisfação de ter sido o seu primeiro.

Publicado por webmaster on Mon Oct 26, 2026 1:18 am
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DEI PARA O MEU SOBRINHO E MEU MARIDO FINGIU NÃO VER.
Contos
Contos


Oiii, me chamo Eduarda, Duda, sou morena baixinha , tenho 28 anos e como todos dizem, muito gostosa.



Sou casada com Gustavo, 32 anos, branco 175 altura e meio gordinho, mas muito gostoso também, amo fazer amor com meu maridinho.



Conheci Gustavo no fim de um baile em que eu já tinha dançado muito e também beijado muito a noite toda.



No fim da festa eu tinha acabado de sair do banheiro masculino kkkk, e tinha acabado de pagar um belo boquete a um garoto delicioso e ainda estava com porra na boca e saindo, dei de cara com Gustavo que me olhou de um forma que parece que iria me comer com os olhos.



Ele me chamou e falou que estava me olhando a noite toda e me chamou pra dançar com ele.



Eu fui dançar com ele pq eu já tinha beijado a noite toda, então um a mais não iria fazer diferença.



Ele começou a me xavecar e eu até que gostei.



Eu perguntei pq ele estava me olhando a noite toda , ele falou que desde que ele chegou, ficou encantado por mim.



Eu falei:Mas então vc viu que eu fiquei com vários garotos hj?



Ele disse: Sim, eu vi mas como vc não é minha namorada, eu não poderia fazer nada.



Eu perguntei: Mas esse é um motivo de eu não ter namorado, eu não estou a fim de ter um cara pra me regular.



Ele falou: Eu entendo e respeito isso, mas se eu ficar com vc, não vou ficar te regulando.



Eu falei: Huuuuumm, então quer dizer que eu vou poder estar namorando com vc mas ser livre?



Ele falou: Bom, eu acho que quando a gente tem namorado, é só um né?



Eu falei: Mas é por isso que eu não quero namoro fixo, pq eu gosto de experimentar coisa nova sempre.



Ele falou: Mas se eu tiver a chance, eu posso te mostrar que só eu vou bastar para vc.



Eu fui direto com ele e falei: Então me dá um beijo muito gostoso e chupa minha língua.



E assim ele fez, ele me beijava com muito gosto e chupava muito minha língua.



Então eu segurei ele e falei: Gustavo, vou bater a real pra vc, eu já beijei vários garotos hj e agora vc me viu saindo do banheiro masculino e vc deve imaginar o que eu estava fazendo lá né?



Ele falou: Não sei.



Eu falei: Eu estava chupando um garoto com uma rola enorme e muito gostosa e ele jogou leite na minha garganta e eu tomei todo mas tenho certeza que ainda tinha resto de porra na minha língua que vc chupou gostoso.



Então vc pode até querer ficar comigo mas vou ser realista pra vc, eu gosto muito de rola diferente.



Ele falou: Mas se eu tiver chance com vc , eu vou fazer de tudo pra vc ser só minha.



Eu falei: Olha, eu não acredito que vc esteja a fim de me fazer mudar, mas eu posso fazer um teste com vc.



Ele falou: Pode falar, eu faço qualquer coisa.



Eu falei: Eu vou chamar um garoto e ficar com ele perto de vc pra ver se vc vai ficar de boa mesmo, topa?



Ele falou: Eu acho que posso tentar.



Eu falei: Então eu quero que vc escolha e vá até o garoto e fala pra ele que sou sua amiga e que eu quero ficar com ele.



Então ele se mostrou muito apaixonado por mim e aceitou.



Ele escolheu um garoto bonitinho e falou com o garoto que eu estava a fim dele , então os dois vieram.



Eu chamei ele para fora do baile e falei com o garoto que meu amigo queria ficar vendo de perto.



Ele não se importou.



Então fomos os três e em um lugar escuro, eu comecei a beijar o garoto e ele começou a passar a mão em mim e o Gustavo de perto olhando.



Então eu paguei o pau do garoto e coloquei pra fora e punhetando o garoto.



De repente o garoto abaixou minha cabeça e enterrou o pau na minha boca.



Eu tentei tirar a boca e ele forçou e eu tentando tirar a boca e ele perdeu a paciência e me deu uma tapa na cara e falou: Para de frescura sua vagabunda, e chupa meu pau porra.



Eu deu um gritinho e o Gustavo tentou intervir mas eu mandei ele ficar quieto e caí de boca na rola do garoto e gostei muito de como ele me tratou e falei: Chega , não quero mais.



Ele me deu outro tapão na minha cara e empurrou o pau na minha garganta e eu engasguei e chamei ele de gostoso e ele me chama de puta.



Então ele falou que iria gozar o já foi logo enchendo minha boca de porra e eu tomei tudo.



Então ele se levantou e saiu me deixando com o Gustavo.



Eu abracei ele e fui dar um beijo nele achando que ele iria reclamar mas ele me beijou com nojo.



Eu agarrei ele e beijei muito e perguntei: Vc está vendo como eu gosto de ser tratada, e como eu gosto de putaria?



Agora eu pergunto: Seu beijo em mim vai me responder se vc ainda me quer.



Ele me abraçou e me beijou muito e chupava minha língua cheia de porra.



Eu comecei a rir e falei: Então tá bom, vc tem uma namoradinha kkkk, só não pode dar show se eu demorar pra me acostumar só com vc ok?



Ele falou: Tudo bem, eu vou tentar assim mesmo.



Então nós ficamos namorando quase um ano e nos casamos e fomos morar juntos.



As vezes eu esperava ele toda jogada na cama cheia de porra e ele não falava nada, eu estava testando pra ver até onde ele iria mas ele não reclamava.



Certo dia, minha irmã pediu pra deixar meu sobrinho Diego uns dias na minha casa pq ele estava se envolvendo com uma mulher casada e minha irmã estava com medo do marido da mulher, matar o filho dela.



Eu falei com o Gustavo e ele concordou.



Quando meu sobrinho chegou, eu fiquei feliz, pq a gente sempre se deu muito bem.



Ele é dois anos mais novo que eu e é um gato, e sarado.



Nós recebemos ele e ele já veio cheio de mãos me agarrando e me apertando.



Ele sabe do meu passado, ele sabia que eu pegava vários garotos.



E também eu amo o jeito safado dele, e seria muito bom ter ele em casa.



Ele também gostou do Gustavo e ficavam conversando sobre futebol.



A noite chegou e ele foi tomar banho e eu falei com Gustavo: Esse meu sobrinho é muito safado, e tem a maior fama de pagador na cidade mas foi mexer com mulher casada, se fudeu kkkk.



Gustavo falou: Esse negócio de mulher casada dá até morte.



Eu falei: E verdade, só aqui em casa que não dá, aqui é liberado kkkk



Ele falou: Liberado também não né? Kkkk, vc disse que vai tentar se acostumar.



Eu falei: Verdade, eu vou tentar, mas as vezes me dá uma vontade louca sabia?



E tem um tempo que só dou pra vc e pra ser sincera, estou sentindo falta de uma rola bem grossa me atravessando. E vc sabia que o Diego tem uma mega rola?



As meninas da cidade falam que ele é arrombador de mulher, huuumm, e eu já vi ele pelado e vi o tamanho daquilo, é muito grossa mesmo.



Gustavo falou, vc tem que ser forte pq senão vc vai querer dar pra ele aqui casa e não vai se aguentar em parar.



Eu falei: Ai amor, nem fala kkkkk



Eu preciso ser forte kkkk



Então o Diego saiu do banheiro, só com um short de futebol e sem cueca e eu não pude deixar de ver.



Então eu fui tomar banho e escolhi uma roupa bem atraente, eu queria ver aquele monstro de pé kkkk



Então eu vim com uma camisola bem curta e meu marido não falou nada e foi para o banheiro tomar o banho dele.



Assim que o Gustavo entrou no banheiro, o Diego já veio com tudo e falou: Caralho tia, vc tá de sacanagem né?



Eu perguntei: Que foi menino? Kkkk



Ele falou: Porra, o Gustavo não se importa de vc usar essa roupa em casa com outro homem aqui não?



Eu falei: Eu mando nas minhas roupas kkk



Ele falou: Vou falar, eu tenho um tesão do caralho em vc e fiquei feliz de vc ter aceitado eu vir pra cá, mas se vc ficar com essas roupas em casa, o Gustavo vai ganhar um sócio pq eu amo uma puta casada.



Eu deu um tapa na cara dele e falei: Deixa de ser atrevido garoto, quem falou que eu sou puta.



Ele, me surpreendeu, me puxou pela cintura, me deu um baita beijo de língua, pegou minha mão e colocou em cima do pau dele e falou: Uma puta deixa o cara assim, só de conversar kkk



Eu falei: Paraaaa, eu não posso porraaaa.



Ele puxou meu cabelo e me deu um baita tapa na cara que até ardeu e me deu outro beijo e levantou minha camisola e meteu o dedo na minha boceta e perguntou? Sua puta casada, quer que eu tire o dedo ou coloque dois?



Eu só deu uma gemida forte e ele colocou mais um e ainda me beijando e perguntou: Quer que eu dire ou coloque mais um dedo?



Eu gemi novamente e ele colocou outro dedo e eu empurrei ele mas ele percebeu que eu gostei pq fiquei rindo.



Ele deu um tapa na minha cara e falou: Para com essa frescura pq todos sabem que vc é puta.



Eu falei pra ele: Não fala isso não frente do Gustavo pq tenho um acordo com ele de tentar parar com a putaria.



Ele falou: Tudo bem mas eu tenho que te comer hj.



Eu falei: Vou ver o que vou fazer pq na verdade eu também estou doida pra foder um rola diferente kkkk



Então o Gustavo saiu do banho e eu pedi: Amor, buscar um lanche pra gente No burguer turbo?



Ele falou: Mas é só pedir pra entregar.



Eu falei, poxa, eu queria que vc fosse buscar pra gente.



Ele falou: Mas é bem longe.



Eu falei: Vai de bike.



Ele falou: Tá bom, mas se vc estiverem com fome, já sabe que vou demorar né?



Eu falei: Não tem pressa kkkk



Quando ele estava saindo, eu fui até a porta com ele e falei baixinho: Quando vc tiver chegando, me liga tá? Não quero que vc tenha uma surpresa kkk



Ele falou: Como assim, surpresa?



Eu falei: Seja um bom menino e deixa eu pular a cerca só um pouquinho.



Ele deu um sorrisinho e saiu.



Eu voltei e Diego logo me puxou pro colo dele e eu já fui com as pernas abertas de frente pra ele e ele me beijando e a alça da camisola caiu e meu seio de fora e ele já foi chupando e apertando.



De repente a porta se abre e o Gustavo entra e me pegou no colo do Diego e falou: Esqueci a chave da tranca da bike kkk



Então ele passou por mim e perguntou: Amor, pq vc está no colo dele?



Eu falei, Amor, a gente estava matando a saudade kkkk



Ele falou: Cuidado aí pq vc nem percebeu que está com o seio de fora.



Eu levantei a alça da camisola e dei um sorrisinho e falei: Nossaaaa, que discutido kkk



Ele saiu novamente e a gente voltou a se agarrar e eu peguei o pau dele e punhetando.



O pau não fechava na mão e eu fiquei assustada e ele perguntou: Vai aguentar vagabunda?



Eu falei: Eu preciso aguardar, não aguento mais de vontade dar kkk



Então ele me empurrou pra baixo e eu caí de boca, mas não cabia na boca.



Então ele me colocou sentada e me deu um banho de língua e eu já gozei logo.



Depois ele tentou colocar aquela coisa enorme em minha mas doía muito e eu falei: É melhor vc sentar e eu sentar em vc.



E assim ele fez, eu babei bastante o pau dele e fui controlando a sentada pra administrar a dor, e fui descendo bem devagar e gemendo muito mas fui levando tudo.



Eu não aguentei o gozei novamente.



Ele mandou eu ficar de quatro e eu obedeci e ele foi empurrando e eu sofrendo e ele empurrando.



Então depois eu me acostumei e a gente ficou fodendo muito.



Nós perdemos a noção do tempo, e meu celular tocou, era o Gustavo me avisando que estava chegando.



Então eu mandei ele gozar pq o Gustavo estava chegando e ele me colocou de joelhos e me deu um mega banho de porra, na cara , cabelo, seios.



Então eu ouvi o portão abrir e o Diego foi para o banheiro e eu pro quarto.



O Gustavo chegou, eu mandei ele fechar a porta e ainda cheia de porra, deu um beijo nele e falei: Ai amor, obrigado por me entender, eu estava precisando muito, vc é um amor.



Ele falou: Mas assim vc não vai acostumar.



Eu falei, eu sei que é difícil mas agradeço sua compreensão, e também o Diego só vão ficar aqui uns dois meses, depois a gente tenta voltar ao normal tá bom?



Ele falou: Ok , dois meses passa rápido.



Eu falei: Então vem cá e me enche de beijinhos vai .



Ele como um bom marido, me encheu de beijos e falou pra gente lanchar enquanto estava quente.

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 10:39 pm
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Eu finjo que não vejo
Contos
Contos


A primeira vez que vi meu filho se masturbando foi num domingo à tarde, no apartamento do décimo andar em Campinas. O calor de outubro grudava nas paredes e eu tinha saído pra buscar pão na padaria da esquina. Voltei mais cedo porque esqueci a carteira. A porta do quarto dele estava entreaberta. Ouvi o barulho molhado, ritmado, e um gemido baixo. Empurrei só um pouco, o suficiente pra ver.



Ele estava deitado de costas na cama, calça do uniforme escolar abaixada até o meio da coxa, cueca no joelho. A mão direita subia e descia naquele pau enorme. Na época ele tinha dezoito anos, mas o tamanho já parecia de homem feito. Grosso, veias saltadas, a cabeça inchada e roxa, brilhando de tanto lubrificante que ele tinha passado. A esquerda apertava as bolas, grandes, pesadas, balançando conforme o movimento. Ele olhava pro teto, boca entreaberta, respiração curta. Eu fiquei parada no corredor, o saco de pão esquentando na mão, a buceta apertando dentro da calcinha de algodão sem eu querer.



Fechei a porta sem barulho e fui pra cozinha. Liguei a televisão alta. Mas a imagem não saía da cabeça. O tamanho daquilo. A forma como a mão dele mal conseguia fechar em volta da base. Eu nunca tinha visto o pau do meu filho. Sabia que ele se punhetava, claro. Roupa suja, papel higiênico no lixo, o cheiro no banheiro. Mas ver de verdade, ver aquele cacetao inteiro, duro, latejando na mão dele… fiquei molhada. Culpa misturada com tesão. Fiquei sentada na mesa da cozinha, pernas cruzadas, apertando a coxa contra a outra, tentando parar a pulsação no clitóris.



Naquela noite ele jantou calado, como sempre. Eu olhava pra boca dele mastigando o arroz e pensava naquela mesma boca gemendo. Depois ele foi pro quarto. Eu fiquei na sala, ouvido atento. Quase meia hora depois ouvi de novo o barulho. Mais rápido. Imaginei ele de pé no banheiro, ou deitado de novo, ou sentado na cadeira da escrivaninha, o pau apontando pra cima enquanto ele rolava o site de pornô. Eu enfiei a mão dentro da calcinha ali mesmo, no sofá, e me esfreguei até gozar baixinho, mordendo o lábio, pensando no pau do meu filho.



Nos dias seguintes virei espiã. Acordava mais cedo ou chegava mais tarde do trabalho. O apartamento é pequeno: dois quartos, sala, cozinha e banheiro. As paredes finas. Eu ouvia o som da cama rangendo, o gemido abafado no travesseiro, o “porra” baixo quando ele gozava. Às vezes ele ia pro banheiro de manhã, antes de eu levantar, e o chuveiro demorava. Eu imaginava a água escorrendo naquele pau grosso, a mão dele ensaboando, apertando, puxando até o jato grosso bater no azulejo. Eu me tocava debaixo do lençol ouvindo.



Uma terça-feira eu abri a porta do banheiro de propósito. Ele tinha acabado de sair do chuveiro. Toalha na cintura, baixa. O volume da toalha era absurdo. O pau dele ainda meio duro, a cabeça marcando o tecido. Ele se assustou.



— Porra, mãe, bate antes!



— Desculpa, achei que tava vazio. Tá tudo bem?



Ele ajeitou a toalha com as duas mãos, tentando esconder. A toalha subiu um pouco e eu vi a base do pau, grossa, e uma veia. As bolas grandes penduradas. Ele ficou vermelho.



— Tá. Só… deixa eu me vestir.



Eu fechei a porta, mas não saí. Fiquei ali, encostada na parede, respirando fundo. O coração batendo no peito. A calcinha já molhada de novo. Quando ele saiu, de cueca e camiseta, o volume ainda visível, eu não consegui desviar o olhar. Ele percebeu.



— Mãe, para de olhar.



— Não tô olhando nada. Vai se vestir.



Mas eu tava. E ele sabia. Naquela noite eu ouvi ele se masturbar mais forte. Como se soubesse que eu tava escutando. Os gemidos mais altos. Eu me deitei na cama e enfiei dois dedos na buceta, imaginando aquele pau entrando em mim, esticando, batendo no fundo. Gozei pensando no meu filho gozando no próprio punho.



No sábado ele ficou em casa o dia inteiro. Eu inventei que ia ao mercado e voltei rápido. A porta do quarto dele de novo entreaberta. Dessa vez ele estava sentado na cadeira, notebook na mesa, tela com um vídeo de uma mulher cavalgando. Ele não tinha calça. A cueca no chão. O pau na mão, apontando pro teto, enorme, a cabeça brilhando. Ele subia e descia devagar, apertando, a outra mão nos bagos. Eu fiquei olhando pela fresta. Vi o pré-gozo escorrendo. Vi ele acelerar. Ouvi o gemido:



— Caralho… que pau gostoso…



Ele falou baixo, pra si mesmo. Eu quase gemi junto. Fechei a porta e fui pro banheiro me tocar. Sentei no vaso, pernas abertas, dedos no clitóris, imaginando a boca dele no meu peito, aquele pau grosso entrando na minha buceta molhada. Gozei rápido, a mão coberta de líquido.



Quando saí, ele estava na cozinha, pegando água. De short. O volume ainda marcando. Ele me olhou.



— Mãe… você… viu alguma coisa?



Eu engoli seco.



— Vi o quê?



— Nada. Esquece.



Ele bebeu a água e voltou pro quarto. Eu fiquei ali, pernas tremendo. Queria entrar no quarto dele e pegar aquele pau na mão. Queria ver de perto, medir com os dedos, sentir o peso. Queria chupar a cabeça grossa até ele gemer meu nome. Mas fiquei quieta. Fiz jantar. Comemos em silêncio. De vez em quando ele me olhava e desviava. Eu sentia o cheiro dele, o suor, o cheiro de porra seca que às vezes ficava no ar do quarto.



Naquela noite eu entrei no banheiro depois dele. No lixo, o papel higiênico com manchas brancas, grossas. Eu peguei, cheirei. O cheiro forte, salgado, de homem. Enfiei o papel na boca e chupei, sentindo o gosto do gozo do meu filho. Depois me toquei de novo, de quatro no chão do banheiro, imaginando ele me comendo por trás, o pau enorme abrindo minha buceta, as bolas batendo no meu clitóris.



Os dias passaram assim. Eu via. Ele se masturbava várias vezes por dia. De manhã, antes da aula. À tarde, quando chegava. À noite, antes de dormir. Às vezes duas vezes seguidas. Eu ouvia o som da mão, o gemido, o “porra, que gostoso”. Uma vez ele gozou tão forte que ouvi o jato bater no peito. Eu estava do outro lado da parede, dedos na buceta, gozando junto, calada.



Um dia ele me pegou. Eu estava no corredor, ouvido na porta, a mão dentro da calça. Ele abriu de repente. Eu puxei a mão rápido, mas ele viu o movimento. Ficou parado, de cueca, o pau meio duro marcando.



— Mãe… o que você tava fazendo?



— Nada. Passando.



— Você tava ouvindo.



Silêncio. O pau dele pulsou na cueca. Eu vi. Ele viu que eu vi.



— Eu… às vezes me toco. É normal.



— Eu sei. Eu ouço.



Ele engoliu.



— Você… se toca pensando em mim?



Eu não respondi. Ele deu um passo. O pau dele agora mais duro, a cabeça tentando sair pela cueca.



— Mãe…



— Vai pro quarto, filho. Vai se tocar. Eu finjo que não sei.



Ele ficou mais um segundo. Depois entrou e fechou a porta. Eu ouvi a cueca cair. Ouvi a mão começando. Dessa vez ele não abafou. Gemeu alto. Eu fiquei no corredor, a mão de volta na calcinha, esfregando o clitóris enquanto ouvia meu filho punhetando aquele cacetao enorme, gemendo, até gozar. Ouvi o som molhado, o gemido longo. Imaginei a porra grossa saindo em jatos, caindo na barriga dele, no peito, na mão.



Entrei no meu quarto e terminei. Gozei forte, pernas tremendo, pensando naquela porra na boca dele, no pau dele na minha garganta, nas minhas tetas, na minha buceta. Depois fiquei deitada, culpada e molhada, ouvindo ele se limpar.



Desde então é assim. Ele se masturba abertamente quase. Deixa a porta mais aberta. Às vezes passa pela sala de short sem cueca, o pau balançando, grande mesmo mole. Eu olho. Ele sabe que eu olho. A gente não fala. No jantar ele me encara mais tempo. Às vezes a mão dele roça a minha quando pega o sal. Eu sinto o calor. À noite ele se toca e eu me toco no quarto ao lado. Às vezes eu fico na porta, vendo pela fresta: ele deitado, pau na mão, olhando pro teto ou pro celular, puxando aquele monstro até a porra sair. Eu volto pro meu quarto e gozo em silêncio.



Uma noite ele saiu do quarto depois de se masturbar. Camiseta suja de porra na barriga. Eu estava na cozinha. Ele parou.



— Mãe… você continua fingindo?



— Fingindo o quê?



— Que não sabe. Que não vê. Que não se toca também.



Eu não respondi. Ele chegou perto. O cheiro de porra nele. O pau ainda meio duro no short.



— Eu punheto pensando em você às vezes. Nas suas tetas. Na sua bunda quando você passa. No seu cheiro.



Eu fiquei quieta. A buceta latejando. Ele continuou:



— Aquele dia que você me viu… eu vi seu rosto. Você ficou molhada. Eu sei.



— Vai dormir, filho.



Ele riu baixo. Voltou pro quarto. Eu ouvi ele se masturbar de novo, mais rápido, gemendo “mãe… porra, mãe…”. Eu me sentei no chão da cozinha, pernas abertas, e me fodi com os dedos até gozar duas vezes, o nome dele na boca, imaginando aquele pau enorme me rasgando, gozando dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente.



E é assim todos os dias. Ele continua. Várias vezes. Eu ouço. Eu vejo. Eu me toco. E eu continuo fingindo que não sei que ele punheta aquele cacetao várias vezes ao dia.

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 10:37 pm
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FAZENDEIRA
Contos
Contos


Escrevo por mais de vinte anos em sites eróticos. E acho legal estabelecer amizades e conhecer pessoas através deles. Não sou especialista na área, mas ganhei muitos conhecimentos fazendo anal com frequência. Como essas histórias voam, é bem legal receber mensagens de diversos lugares do Brasil e até da Europa. Fico feliz em dar dicas e ajudar as pessoas de realizarem o sonho de comer um cuzinho.



Foi nesse contexto que eu conheci a Fernanda, morena na faixa de 40 anos que era casada com um fazendeiro.



Preferi conversar por e-mail, por serem fáceis de apagar e também por evitar exposição desnecessária para ela.



Fernanda conheceu Miguel na Faculdade. Ele é filho de um grande produtor goiano. tudo dava certo no relacionamento, até o dia que ela pediu para ele comer o rabinho dela. Foi um choque. Ele não gostou da sugestão, brigaram e esse assunto passou a ser um tabu entre eles.



Fernando continuou alimentando esse sonho, até que Cíntia, uma amiga, percebeu algo diferente e apertou ela para que contasse o que estava acontecendo.



Quando soube da história, riu muito e falou que poderia resolver o caso dela, com extremo sigilo, pois era uma operação de alto risco.



Chamou Paulinho BP para a missão e apresentou o rapaz para Fernando. Paulinho era BP porque era bom de pica.



Possuía vinte centímetros entre as pernas e, palavras dela, deixava Cíntia de pernas bambas, principalmente no anal, pois ele não fazia amor. Ele castigava.



Fernanda analisou os riscos e topou.



No dia marcado, sob o pretexto de fazer um trabalho de faculdade, rumaram os três para o apartamento da amiga e lá, depois de algumas bebidas, Fernanda entrou no clima para ser enrabada.



Com a ajuda da amiga, previamente fez a limpeza íntima e confessou, envergonhada, que brincava com pequenos brinquedos vibrantes na área anal. Disse que a sensação era maravilhosa e precisava, com urgência, sentir algo mais vivo na área retal.



BP foi escolhido para o trabalho e mostrou bastante naturalidade em conversar sobre enrabamentos de cuzinhos virgens.



Como precaução, Cíntia acompanharia o ato, sem se envolver e daria dicas para que tudo corresse bem.



BP estava agradecido pela confiança e prometeu recompensar Cíntia.



Sua xaninha melou ao ouvir isso.



Foram para o quarto e BP tirou sua roupa com cuidado e beijou seu corpo todo. Poderia chupar um pouco a buceta, mas não meteria nela. Essa era do namorado. O serviço seria atrás.



BP chupou pouco a xaninha, mas não quis colher o gozo, pois queria o máximo de gozo no anal.



Fez Fernanda ficar de quatro para trabalhar o rabinho. Ali, ele se deliciou.



Sem nenhuma pressa, lambeu toda a extensão e enfiou dois dedos fundos na buceta. Depois disso, lubrificou o canal e chamou Fernanda para ficar de conchinhas.



BP era experiente não teve dificuldades de colocar toda a rola na bundinha de Fernanda. Ela chorou, pela grossura do invasor, mas com massagens leves na buceta, ele foi empurrando, centímetro por centímetro no novo canal do amor.



Aguardou até ela se acostumar e começou o rolete.



Primeiro colocou ela por baixo e bombeou devagar, inverteu o lado e ficou de conchinhas de novo, até que ela ficou por cima e ele por baixo.



O sonho de Fernanda estava sendo realizado e ela não demoraria pra gozar, forçando seu cu na pica atolada.



No entanto, algo fez ela se desesperar. Como tinha se esquecido de Cíntia, não percebeu sua aproximação, que atacou sua buceta descoberta e meteu a língua sem dó.



O resultado foi desesperador. Sem tempo pra protestar, a língua na xana e a pica no cu, levaram Fernanda à outro patamar. Passou a gritar desesperadamente e ainda chorando, gritou:



- Caralho, vou gozar!



Não foi um gozo comum, foi único. Ela ejaculou uma grande quantidade de gozo na boca de Cíntia e no rosto. Quanto mais seu cu apertava a pica, mais ela gozava.



BP resolveu judiar mais. Num movimento rápido, fez ela ficar por baixo de novo e bateu fundo no rabinho.



Quando finalmente ele gozou, Fernando estava em transe. Totalmente dominada e esgotada pela sequencia louca de gozos.



Ela nunca mais repetiu o ato, mas aquele dia foi tão marcante que, mesmo depois de casada, aquela cena volta na sua mente.



Como casou com um homem de família tradicional, e mantendo a vontade de dar o rabo constantemente, o jeito foi fazer viagens constantes para lugares longes e conseguir amantes eventuais para comerem seu cuzinho.



Entrei aqui na história, pois ela me contatou por e-mail e passamos a conversar.



Gostou das minhas histórias e estava em crise de abstinência, pois eram quase dois anos sem levar no cu.



Topei de imediato e fui conhecê-la no aeroporto.



Tomamos café, visitei seu hotel, pois o pretexto era fazer compras em São Paulo.



Ela queria só uma vez, num lugar simples e sem nenhum luxo.



Marquei perto de uma estação de metrô, e no outro dia, no período da tarde, nos encontramos.



Quando a vi sem roupas, tomei um choque. Era perfeita, com uma bunda de fazer inveja para as meninas de vinte anos.



Iniciamos com beijos e carícias. Desci para os seios siliconados e mamei sem pressa. Minha mão alcançou sua xaninha e dedilhei sem nenhuma pressa.



Fomos pra cama.



Quando minha língua encontrou aquela buceta, foi mágico. Trabalhei sem pressa e agarrei um seio.



Quando Fernando levantou a cintura, buscando minha boca em desespero, percebi o gozo e deixei que ela me desse seu suco mais saboroso.



- Ai caralho, que língua, chupa, chupa. E seu gozo veio divino.



Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii



Esperei ela se acalmar e deitei ao lado dela. Não disse nada.



Só olhei nos seus olhos e ela entendeu tudo. Desceu pra mamar e preparar a pica.



Ai foi minha vez de sofrer. Fernanda tinha uma boca maravilhosa e chupava divinamente.



Não demorou para minha pica apontar pro teto e implorar um buraco.



Fernando encapou o pau e subiu.



Como é lindo ver uma cavalona quicando. Ela pulava desesperada, dizendo coisas desconexas e emendando um gozo no outro.



A ideia era deixar a pica pronta para comer seu rabo e eu avisei que estava pronto.



Ela olhou nos meus olhos e disse:



- No cu é no pelo, quero sentir o leite escorrer pra dentro.



Que loucura.



Ela ficou de quatro e me chamou. Devia ter uns noventa e seis centímetros de bunda. Foi difícil se concentrar e segurar a cintura.



Comecei devagar, não queria passar vergonha, pois estava fora da cama e ela em cima.



Fiz o vaivem enquanto ela mexia vigorosamente na buceta. Quando pressenti o gozo dela levando no cu, empurrei tudo e segurei.



Fernando mordeu a pica com o cu e passou a gritar desesperadamente:



Tô gozando, tô gozando.



Coitada, se acabou no gozo e arriou.



Segurei sua cintura e subi na cama.



Puxei seu corpo pra cima e enrabei no galo.



Que delícia. Eu parecia um bate estaca.



Como demoro muito pra gozar, a ideia era arrombar o rabão indefeso.



Fernando chorava e gozava, chorava e gozava.



Até a hora que ela gritou:



- Caralho, você não goza?



Está arrebentando com o meu cu.



Com esse pedido, o jeito foi ficar de conchinhas e bater fundo.



Nessa hora, não tem mais nenhuma resistência. O cu vira buceta. E eu não perdoo.



O resultado foi que eu também me descontrolei e apertando seus seios e mordendo seu ombro, anunciei:



- Vou gozar. Vou gozar.



Atendendo ao pedido, joguei todo o leite no grande rabo e travei meu corpo no dela, pois ela gozou novamente enquanto eu descarregava tudo.



Ficamos mais um tempo por lá e ainda deu tempo de enrabá-la no banheiro, com o chuveiro ligado e em pé.



As pernas doem, mas a sensação é maravilhosa.



Fernanda voltou mais duas vezes para me encontrar e já faz oito anos que não nos vemos.



No entanto, se ela me chamar, eu vou.

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 10:37 pm
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Magrinha
Contos
Contos


Olá este é o primeiro conto e real quando morava em uma cidade do interior do PR meu compadre morava na roça foi despejado por não pagar o aluguel mia comadre era morena muito gostosa mais ela era safada recatada ao mesmo tempo tinha um casal se filhos qual sou padrinho dos dois , a menina era magrinha franZina mais era muito sapeka pela idade dormia no mesmo quarto com seus pais e com seu irmão, que já era adolescente um dia chamei eles para ficar na minha casa até arrumar um lugar pra ficar a minha afilhada era muito apegada aim sempre que podia estava no meu colo mais nunca tive pensamento ruins era normal ela era bem magrinha, até que um dia tudo mudou eu emprestava meu celular pra ela jogar a minha comadre ficava no quarto meu compadre era grosso usava drogas no banheiro até aí tudo certo, até certo dia ela esperava pra jogar sentou no meu colo e começou a se ajeitar meu pau ficou duro ela foi ajeitando até que encaixou na bundinha dela aí ela olhou pra traz e pediu o celular eu falei que ia usar daí ela começou num vai e vem no colo até que não aguentei e gostei sei o celular pra ela e fui no banheiro pensando como uma garotinha da idade dela faz estas coisas, deixei ela usar o celular enquanto conversa va com meu compadre chapado já era tarde a mãe dela falou pra ela tomar banho, peguei o celular não acreditei entrei no histórico a safadinha estava vendo porno enquanto nós conversava na sala fiquei louco na hora ela saiu do banheiro eu logo entrei peguei a calcinha dela enrolada no shorts tá meladinha cheirei sei uma lambida salgadinho, não aguentei e bati uma punheta gozei na calcinha dela ficou toda meladinha coloquei no meio da roupa dela atrás da porta, ligoapos minha comadre que morava de favor na minha casa era safada também escutava meu compadre comendo ela a noite dava tapa ela gemia alto pedia pra socar forte e no final pedia pra gozar na boca dela todo dia , ela pegou a roupa pra por na máquina de lavar eu estava na lavanderia ela foi colocar na máquina quando pegou a calcinha da filha está encharcada de porra minha rosa molhada ela desenrou abriu e apertou a calcinha depois disfarçando colocou o dedo na boca e labeu eu só olhei pra ela e disse comadre vc e safada demais deixa seu marido usando drogas apanha dele e trepa igual uma puta a noite eu escuto tudo ela só olhou pra mim e disse faço isso aqui porque te considero um irmão, não vi nada na calcinha da minha não sei se nada , ela é mais esperta que vc imagina depois disso todo dia no colo dava o celular e ficava alisando a bucetinha dela até ela ficar indo pra frente e pra trás e pegunta se já tava bom

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 10:14 pm
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A mulher crente do meu irmão
Contos
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A mulher crente de meu irmão novinhoa



Meu irmão tem 50 anos e eu 40, e há 3 anos ele se converteu e passou a ser obreiro de uma igreja evangélica, depois de curtir demais a vida louca ... Louca até demais.



Logo, acho que nem dois meses depois, estava noivo de Nayara, uma menina da fazenda que era de uma família de crentes fervorosos, tanto que sempre que eu encontrei os pais dela, eles me exorcisaram de todos os meios...



Meu irmão logo se casou e ambos moram no interior. Nayara tem cabelos castanhos e pele morena, lisinha, tem uns 27 anos, lábios enormes e seus seios são bem fartos. A mãe dela, que acho que é a pregadora da igreja, tem um peito tamanho gigante rsss.



Um dia eu estava na chácara onde moram pois ele comprou uns painéis solares e como o instalador só viria na semana seguinte,.meu irmão me pediu para já ir preparando os cabos etc. Já trabalhei com isso então imediatamente subi no telhado para isso. Ele foi ao estado de Santa Catarina para um evento... Possivelmente uma coisa de igreja (ele até usa terno para ir aos cultos e fala no microfone os trechos da Bíblia etc). Nayara ficou e a mãe dela veio ficar com ela. Dona Jandira deve ter seus 60 anos, e usa aqueles vestidos fechados de crentes, e se não fosse os seios e boca enormes jamais olharia com segundas intenções.



Enfim. Nesse dia foi a histórica chuva de granizo no interior que ate saiu na tv, então insistiram para eu não pegar a estrada, e eu dormi lá, a pedido de meu irmão.



Lá pelas seis horas a mãe de Nayara saiu para o culto e eu fiquei na sala enquanto minha cunhada arrumava as coisas e então a força caíu, blackout total.



Ela acendeu as velas e eu liguei o tablet, que tinha bateria e passamos a assistir um único canal que pegava na tv. O filme tinha umas cenas quentes, sabe, e claro que sempre eu tentava disfarçar mas ela , naquela inocente figura, e jeito da roça disse...



"Oce num precisa tira não num quero atrapalha ... " Sabe rsss algo assim.



E eu disse disfarçando que as cenas eran meio impróprias.



Ela então disse "vixe só tem coisa indecente na tv hoje deviam proibir neh"



Eu então concordei mas depois disse que não adianta, pois a internet tinha uma quantidade extrema de sites pornograficos... Que coisa neh... Rsss



Ela nem mesmo tinha tanto contato com a internet e perguntou .. "é mesmo na internet também ? Pelo amor de Deus que mundo é esse..."



Quando ela disse isso foi que notei os peitos e lábios dela e acho que nem disfarcei a secada. E já emendei... " Sim sim vem ver isso " e entrei no Google. Ela se aproximou no sofá e eu cliquei num site da pesada.



"Vixe" disse ela... "Que isso? Que pouca vergonha"...



Mas ela não tirou os olhos da tela e ficou com a pele arrepiada.



Cliquei num filme e a tela abriu, era uma moça loira sendo comida por dois caras, e ela ficou em choque.



"Eu disse. Pois é. Não conta pra ninguém isso viu. Vamos ver um pouco. "



E ela disse " claro jamais imagina .."



E chegou ainda mais perto. Eu disse então.. "Isso é normal, todos gostam de sexo" ... E ela só concordou.



Olhei no decote dela de novo e depois nos olhos dela... Ela estava toda arrepiada olhando a cena e então... Me olhou... E olhei seus lábios.... Automaticamente nos beijamos.. um selinho... Depois de língua ... Abracei ela epassei a mão pelo corpo todo ...



Ela dizia... "Aí meu Deus por favor vamos parar isso eh pecado sou mulher do seu irmão na graça do senhor" ...



Mas me beijava de volta.. e eu cada vez mais fundo, beijei e chupei seu pescoço... Passei a mão na bunda dela... E ela cada vez mais ofegante... Delicinha...baixinha...



Passei a mão no peito dela e disse que ela era um tesão. Ela ficou muito excitada mesmo meio sem jeito. Pegue a mão dela e coloquei no meu pau por cima da roupa e ela ficou alisando ele. Era o ponto!



Pedi uma chupeta e ela obedeceu sem responder.



Eu segurava os cabelos escuros lisinhos e ela engoliu de modo até legal...



Eu então fui tocando a buceta dela por dentro da calça que ela usava e não resisti, pedi um 69 que ela nem sabia direito o que era.



Deitei e pedi para ela tirar tudo e vir por cima com a buceta na minha cara e deu muito certo . Como era gostosa aquela menina cara...



Ela estava raspadinha e deixou só um triângulo de pelinhos e era muito cheirosa.. chupei a buceta e cu dela enquanto enfiava um dedo ou dois fazendo ela tremer e ter espasmos... Então deu uma enfiada e esporrei na boca dela.. ela só falava que era uma loucura.... Etc.. e eu pedi calma... Ninguém saberia...



Ela ficou muito excitada com os palavrões,como buceta,.cu, pica, foder... Que eu dizia e ia aumentando o tom rsss.



Assistimos mais um pouco do vídeo, então falei que eu iria foder a buceta. e.o cu dela até ela gozar e ela ia quicar como uma putinha no meu pau...



E ela tinha um sorriso que nunca pensei. Carinha de putinha essa cunhada.



Ajeitei ela no sofá de frango assado e arrebentei ela na metida, uns 10 minutos mas segurei a gozada .. já ela esguichava de gozar sendo metida ..



Nossa nunca fiz assim ... Aihhhh ... Que delícia... Ela dizia..



Depois virei ela e lambi e chupei o cu dela... Ela até perdia o sentido com isso... Eu arrebitei o traseiro dela, durinho , e comi aquele cuzinho dela deliciosamente.



Eu falava " voce gosta no cu neh safada".



Ela delirava e falava gosto isso isso...



Esporrei muito dentro daquele cu... Delícia.



Demos uns minutos, ainda sem energia, eletrica ficamos ali beijando e vendo pornografia pesada. Ela já soltinha, com os peitos esfregando em mim e aquele olhar de quem aprendeu a meter...



Uma meia hora depois meu pau estava no grau de novo. Sentei ela de costas no meu colo, de frente para a porta de vidro, então via a silhueta dela com o clarão dos raios no fundo sabe



Nossa, fiz ela quicar com a buceta atolada em mim enquanto eu segurava os peitões dela.



Nessa posição, eu fui dando os comandos e logo ela estava cavalgando como uma puta profissional... E mesmo sem camisinha, eu falava que ia esporrar nela para ela saber que o macho dela era eu... Ela arrepiava e quicava.



Só que o sofá tinha um veludo que era meio quente, então levantei ela e meti um pouco de quatro, socando mesmo.



Tinha uma luz de lanterna na casa dos vizinhos, que e de 2 andares, e eu falei para irmos na área externa...



Ela disse não não está louco. E eu disse sim .. e ficamos na área metendo e nos beijando, com o risco de alguém ver , e eu sempre puxava ela para a área mais a vista e dava tapas na bunda dela. Nossa ela se tremia de tesão ...



Eu gozei forte dentro da buceta da cunhadinha religiosa quem e disse que ela agora seria sempre minha puta secreta. E ela deve ter se apaixonado nesse dia, pois, enfim... Como sempre que dá uma brecha. E ela até usa umas lingeries top agora.



O mais louco e que escutamos o carro dos pais dela chegando e nos recompusemos. Eu fingi que fui dormir... Rssss e ela não falava coisacom coisa kkk.



Logo que entraram, escutei o pai dela pedindo para ela ir com ele até o sítio da irmã dela porque ela estava em vias de dar a luz ao sobrinho dela, e como era uma Saveiro, a sogra de meu irmão ficou. Enfim... Ela dizia que eu era um galã mas devia ir a igreja (ela dizia que eu parecia um pastor famoso da tv).



Enfim. Pela manhã, tomei banho e fui ver se estava tudo ok pois a chuva foi brutal. E o que vejo foi um choque - a senhora com as mãos no rosto ... E o tablet em cima da mesa... Com a página do site aberta e várias miniaturas de vídeos pornograficos...



Fingi que nem sabia do que se tratava.



Filho que isso no computador? Que coisa horrível?



Eu fingi que nem sabia ... O que? Ah? Do que a senhora está falando. ?



1



E então olhei e d isse 'nossa meu Deus que isso... Essa internet e esses vírus mandam isso o tempo todo , que baixaria... "



Celular hoje só tem isso neh? Tentei dar uma de João sem braço.



Mas sabe.. na próxima parte, vou contar sobre duas semanas depois ou uns dez dias depois ,quando acabei ... Seduzindo a coroa rsss.



Pode ter certeza de uma coisa. Ela não estava parada olhando a tela do celular tão... Assustada assim.

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 9:50 pm
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Primeira ida à casa de Swing, 1º voyeur, 1º exibicionismo
Contos
Contos


Minha esposa tinha muita excitação quando via cenas apaixonantes de filmes, quando o casal começava a se beijar ela perguntava se eles iriam transar. Essa situação se repetindo, comecei a falar que a levaria para uma casa de swing para ela ver ao vivo. Ela ficou curiosa e um dia aceitou.



Conseguimos companhia para os filhos e fomos.



Nos vestimos para sairmos, ela colocou um vestido curto branco, bem colado, deu uma volta e me perguntou se gostei. Respondi que sim, aí ela levantou o vestido, estava sem calcinha. Falei que amei muito.



Seguimos para Zeus Night Club, no caminho ela pediu para comprarmos bebidas. Parei em um posto de gasolina, quando eu estava para sair, ela pediu para ir só. A conveniência estava movimentada, vários homens na porta. Ela queria a experiência de andar sem calcinha em público. Voltou toda sorridente. Quando entrou perguntei como ela se sentiu andando sem calcinha entre aqueles homens. Falei que eles sabiam que ela estava sem nada por baixo, quando olharam ela de costas, principalmente o cara que estava atrás dela no caixa. Eles olharam para a bunda dela e não viram marca de calcinha. Ela riu. Coloquei os dedos na pepeka dela e estava molhada. Falei o quanto ela ficou safadamente gostosa.



Chegamos na Zeus, colocamos pulseiras coloridas que identificavam a intenção, uma para primeira vez e outra para voyeur. Dentro, fomos nos ambientando, começamos nos beijando e logo meti a mão na buceta dela, depois ela tirou meu pau da calça e ficou de costas para mim, começou a rebolar o rabo na minha pica. A nossa frente tinha uma mulher dançando, a mini saia subindo e mostrando a calcinha. Se ela estivesse sem, a experiência seria retribuída. Andamos pela casa, mas infelizmente os presentes estavam muito comportados. Fizemos nós mesmos nossas aventuras, namorando um pouco no labirinto e não apareceu ninguém, cama coletiva e nada. Até que seguimos para um quarto e transamos, fizemos um 69, a coloquei em frango assado, depois de 4, quando ela notou que tinham pessoas nos vendo pelos buraco, ela ficou envergonhada, mas era relaxar e gozar, e gozamos. Foi vista sendo fodida e limpando a buceta de minha gozada.



Voltamos para o mesmo local que estávamos. A casa apresentou um show de strip-tease, quando terminou fomos em uma sala, nela vimos um casal transando e aí sim minha esposa começou a se realizar, falava eufórica : _ meu bem eles estão transando, meu bem eles estão transando. Apertava meu pau. Quando o casal terminou, fomos atrás dele, queríamos ver mais e se houvesse espaço transaríamos ao lado, mas eles foram embora. Seguimos para outra sala com um imenso sofá, minha esposa vinha tão excitada pelo voyerismo dela que quando ela sentou no sofá já foi abrindo as pernas, o vestido subiu e sem calcinha a bucetinha dela ficou nua, ela começou a se masturbar na frente de todos, depois pegou minha mão e meteu meus dedos dentro dela. Só paramos depois dela gozar. No final ela me pediu para terminarmos a noite em um motel.



Para nossa primeira vez esperávamos mais, não deu, mas as experiências valeram. As experiências dela andar sem calcinha em um ambiente masculino, de ser vista transando, de ser masturbada na presença de várias pessoas e principalmente dela ver pessoalmente um casal transando ao vivo.

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 7:21 am
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segredo casal
Contos
Contos


O que aconteceu naquela tarde



Tudo começou em uma tarde, quando saí do trabalho. Eu havia combinado com um amigo de ir à minha casa jogar videogame, pois tinha comprado um PlayStation 5. Ele concordou, e fomos para lá.



Ao chegarmos, abrimos algumas cervejas e começamos a jogar videogame na área dos fundos da casa. Com isso, acabei me esquecendo de avisar minha esposa de que receberíamos uma visita.



Minha esposa era uma mulher bonita, morena, magra, de cabelos pretos e cacheados e lábios carnudos. Eu também sou moreno, tenho 1,78 m de altura e sou magro.



Ela tinha o hábito de chegar do trabalho, tirar a roupa, ficar nua e ir direto para o banheiro, colocando as roupas na máquina de lavar. Naquele dia, já eram aproximadamente sete horas da noite, horário em que ela costumava chegar do serviço.



Eu e meu amigo continuávamos jogando videogame e já havíamos bebido umas cinco cervejas quando ela chegou. Como de costume, começou a tirar a roupa e foi em direção ao banheiro.



Quando apareceu na área, estava completamente nua. Meu amigo olhou para ela e, em seguida, olhou para mim. Eu também olhei para ela e disse:



— Nossa, amor! Você não me avisou que tinha visita!



Ela ficou surpresa, pois não sabia que meu amigo estava ali. Eu estava sem roupa, Nós dois ficamos parados, olhando um para o outro, até que ela colocou a mão sobre as partes íntimas para se cobrir.



Então, falei:



— Vai logo para dentro! Por que você está parada aí?



Ela respondeu:



— Desculpa!



E saiu em direção à parte de dentro da casa.



Meu amigo olhou para mim e disse:



— Rapaz, com todo o respeito, que mulher você tem! Hoje eu ganhei meu dia!



Respondi imediatamente:



— Sai fora, rapaz! Está doido? Você está dentro da minha casa, e essa é a minha mulher!



Ele respondeu:



— Mas eu tenho culpa se sua mulher apareceu nua na nossa frente?



Parei para pensar e admiti:



— É verdade. Você me desculpa, mas não fica me provocando com esse assunto!



Apesar de ter encerrado a conversa, percebi que ele continuava interessado nela. Notei também que ele estava excitado com o que tinha visto. Para mim, aquilo era algo que eu conseguia compreender, pois eu mesmo, às vezes, gostava de olhar para minha esposa quando ela estava nua, embora ela não soubesse disso.



Meu amigo continuou elogiando a beleza dela. Sem perceber, comecei a ficar excitado também, apenas por pensar na situação.



Depois de algum tempo, ele me perguntou:



— Você nunca pensou em ver sua mulher com outro homem?



Fiquei surpreso com a pergunta e respondi:



— Rapaz, você está doido? Vou acabar mandando você embora!



Ele insistiu, dizendo que estava apenas perguntando.



Então, acabei admitindo:



— Já pensei, sim. Ela é muito gostosa na cama e deixa qualquer homem doido. Às vezes, tenho curiosidade de imaginar como seria vê-la com outro homem, observando suas reações e ouvindo seus gemidos.



Ele respondeu:



— Então, vamos tentar!



Expliquei que minha esposa era uma mulher muito séria e religiosa, o que tornava a ideia complicada. Mesmo assim, continuamos conversando sobre o assunto e pensando em como poderíamos abordar aquela possibilidade.



Meu amigo disse que estava muito excitado por ter visto minha esposa nua. Eu, por minha vez, perguntei:



— O que você está pensando em fazer?



Ele sugeriu que fosse até a cozinha para ver se ela se sentiria confortável com a presença dele.



Eu disse que aquilo poderia dar problema, pois ela já havia me visto nu e a situação poderia ficar constrangedora. Ele concordou que precisávamos ter cuidado.



Depois, lembrei que ela provavelmente estaria na cozinha e que talvez já tivesse trocado de roupa. Meu amigo decidiu ir até lá, enquanto eu fiquei observando de longe.



Quando chegamos perto da cozinha, vi que minha esposa estava usando um short bem curto e um top.



Fui até ela e perguntei:



— Nossa, amor! Tem visita em casa. Por que você está vestida desse jeito?



Ela respondeu que, se fosse necessário, iria para o quarto.



Respondi:



— Tudo bem, amor.



Voltei para perto do meu amigo e contei que ela estava usando um short curto e um top.



Ele comentou:



— Ah, então ela não se incomodou tanto com o fato de eu ter visto você e ela nus naquela situação. Sua esposa é muito bonita!



Depois, perguntou se estávamos mantendo relações sexuais normalmente, pois fazia cerca de uma semana que estávamos brigados.



Respondi que não.



Ele disse que isso tornava a situação ainda mais interessante para ele. Em seguida, teve outra ideia:



— Vou até a cozinha fingir que quero beber água e passar por trás dela.



Concordei em ficar à distância, observando o que aconteceria.



Foi o que ele fez. Meu amigo foi até a cozinha e pediu desculpas à minha esposa por tê-la visto nua.



Ela respondeu:



— Não, eu é que peço desculpas. Meu marido deveria ter avisado que você estava aqui, mas está tudo bem.



Ele disse:



— Então, tudo bem. Posso pegar um pouco de água?



Ela respondeu que sim.



Ao passar por trás dela, ele fez questão de se aproximar e encostar nela. pika dura 22 cm Minha esposa não disse nada naquele momento.



Fiquei impressionado com a situação. Como ela era uma mulher religiosa e aparentemente muito reservada, eu não esperava aquela reação. Meu amigo, por sua vez, estava visivelmente excitado.



Naquele momento, comecei a me perguntar o que realmente estava acontecendo e como deveria interpretar a reação da minha esposa.

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 7:19 am
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O preço da assinatura
Contos
Contos


Renata tinha trinta e nove anos e uma conta bancária que chorava. O apartamento cheirava a café requentado e a currículos ignorados. Foi a amiga, Cláudia, quem sugeriu, entre uma taça de vinho e outra: "Você é linda, Renata. Faz um OnlyFans. Ninguém precisa saber." E ela fez. Fotos de lingerie, vídeos curtos, a boca vermelha, os seios fartos que a idade só tinha amadurecido. O dinheiro começou a pingar, depois a chover. Um seguidor, porém, pagava sempre mais. "Manda uma foto só pra mim", escrevia. "Diz meu nome. Diz que é só minha." Renata gostava. Até que o nome dele apareceu: *Gustavo_19*. O mesmo nome do filho. O mesmo número de anos.



Ela congelou. O menino estava na faculdade, morava com o pai. Não podia ser. Mas as mensagens tinham o mesmo jeito de escrever, a mesma ironia. "Você tem uma pinta na coxa esquerda, né?", ele mandou. Renata nunca tinha mostrado a coxa esquerda. O coração dela martelou. "Quem é você?", digitou. A resposta veio em áudio, e a voz era inconfundível. "Sou eu, mãe. Achei que você fosse me bloquear."



Ela deveria ter bloqueado. Deveria ter fechado a conta, chorado no banho, fingido que nunca aconteceu. Mas o dedo dela pairou. O que ele queria? "Quero você", ele escreveu. "Sempre quis. Agora posso pagar." Renata sentiu o rosto queimar, mas entre as pernas um calor antigo e proibido acendeu. "Isso é errado", ela respondeu. "É só uma tela", ele disse. "Ninguém precisa saber."



Ela abriu a chamada de vídeo. O rosto dele encheu a tela, mais velho do que na lembrança, o maxilar forte, os olhos escuros fixos nela. "Tira a blusa", ele pediu, a voz grave. Renata hesitou, os dedos tremendo no botão. "Eu não devia." "Mas vai", ele disse. "Você quer. Eu vejo." E ela tirou. Os seios caíram livres, os bicos duros. Gustavo soltou um som rouco. "Porra, mãe. Você é gostosa."



Ela riu, sem fôlego, a culpa se dissolvendo no desejo. Ele mandou ela se tocar. Renata deslizou a mão pela barriga, por dentro da calcinha, os dedos encontrando o clitóris inchado. "Assim?", perguntou, a voz falha. "Isso. Mais devagar. Quero ver você gozar." Ela obedeceu, os quadris subindo, os gemidos escapando. "Fala meu nome", ele ordenou. "Gustavo", ela sussurrou. "Mais alto." "Gustavo!"



Ele se masturbava do outro lado, o pau grosso na mão, os olhos vidrados nela. "Vou gozar", ele avisou. "Goza comigo", ela pediu, e os dois se desfizeram juntos, o gozo quente escorrendo entre os dedos dela, o dele espirrando no próprio peito.



Depois, o silêncio. Renata olhou para a tela, o rosto do filho vermelho, o peito subindo. "Isso não pode acontecer de novo", ela disse. Gustavo sorriu, a mesma ironia de sempre. "Claro que pode. Você acabou de assinar." E ela, ainda tremendo, ainda molhada, não conseguiu dizer não.



Renata fechou o aplicativo e ficou olhando para o teto rachado do quarto, o coração ainda disparado. Prometeu a si mesma que seria a última vez. Durou três dias. Na quarta-feira, às onze da noite, o celular vibrou com uma notificação do Gustavo_19, e ela atendeu antes de pensar.



Dessa vez, ele não pediu nada de imediato. Ficou olhando para ela, o rosto sério na penumbra do quarto dele. "Você tá com medo", disse. "Tô", ela admitiu. "Mas não é do que devia." Ele sorriu devagar. "Tira a roupa e deita. Quero te ver inteira."



Renata obedeceu. O vestido deslizou pelo corpo, a calcinha seguiu, e ela se deitou na colcha, as pernas abertas, o sexo latejando de antecipação. "Abre mais", ele mandou. "Quero ver tudo. Quero ver onde você se toca." Ela abriu, os dedos descendo lentamente, separando os lábios molhados. Gustavo soltou o ar com força. "Porra. Você tá pingando, mãe. Tá vendo isso?"



"Tô." Ela deslizou um dedo para dentro, depois dois, o som úmido preenchendo o quarto. "Fala pra mim", pediu ela, a voz rouca. "Fala o que você quer fazer."



"Quero te foder", ele disse, sem hesitar. "Quero te deitar de barriga pra cima, enfiar meu pau devagar e te ver gemer com o meu nome na boca. Quero gozar dentro de você e ver escorrer." Renata gemeu alto, os dedos trabalhando mais rápido, o polegar no clitóris. "Continua", ela implorou.



"Quero te chupar até você chorar. Passar a língua toda, enfiar a língua no seu cu enquanto você se acaba. Quero que você engula meu pau até os olhos lacrimejarem." Ele já estava com a mão no membro, punhetando devagar, os olhos cravados nela. "Você ia deixar?"



"Ia", ela confessou, sem vergonha nenhuma. "Ia deixar tudo."



"Então goza pra mim. Agora. Olhando pra mim." E Renata gozou, o corpo arqueando, um gemido longo e quebrado escapando da garganta, os dedos encharcados. Gustavo seguiu logo depois, a cabeça jogada para trás, o gozo quente na mão.



Nenhum dos dois desligou. Ficaram ali, respirando, o silêncio pesado. "Amanhã eu vou aí", ele disse por fim. "Deixa a porta destrancada." Renata engoliu seco. "Gustavo..." "Deixa a porta destrancada, mãe." A chamada caiu.



Ela passou o dia seguinte como uma sonâmbula. Limpou a casa duas vezes, tomou banho três, trocou de roupa cinco. Ao anoitecer, sentou-se no sofá com uma taça de vinho e ficou olhando a porta. Às nove, a maçaneta girou.



Ele entrou devagar, mais alto do que na tela, o cheiro de chuva no casaco. Fechou a porta com o pé e a trancou. "Tranquei", ele disse, e a voz era a mesma da chamada, grave e calma. Renata se levantou, as pernas bambas. Ele atravessou a sala em três passos, as mãos no rosto dela, a boca na dela, quente e faminta. Ela se agarrou à camisa dele, puxando, e ele a empurrou contra a parede, a coxa entre as pernas dela, a boca descendo pelo pescoço.



"Tô esperando isso há anos", ele murmurou contra a pele dela. "Você não faz ideia." Renata fechou os olhos e deixou que ele a levasse para o quarto, a mão dele já por dentro da blusa, o polegar roçando o bico duro.



Ele a empurrou para a cama e subiu por cima, o peso do corpo dela afundando o colchão. A boca dele desceu pelo pescoço, pelos ombros, mordendo de leve, e Renata sentiu os quadris subirem sozinhos, procurando o contato. Gustavo tirou a blusa dela com um puxão, os seios saltando livres, e ele parou para olhar, o ar saindo pesado pelo nariz. "Você é ainda melhor ao vivo", disse, e fechou a boca em volta de um mamilo, sugando forte, a língua áspera. Ela arqueou as costas, um gemido preso na garganta.



"Tira a calça", ela pediu, os dedos já no cós dele. Ele se levantou para se despir, e o pau saltou livre, grosso e duro, a glande brilhando. Renata engoliu seco. Ele voltou para cima dela, a mão descendo por dentro da calcinha, os dedos encontrando o sexo encharcado.



"Tá toda molhada pra mim", ele disse, a voz rouca. "Tá vendo como você queria?"



"Cala a boca", ela respondeu, sem força nenhuma.



Ele riu e enfiou dois dedos de uma vez, o som úmido preenchendo o quarto. Renata gritou, os quadris subindo. "Isso", ele sussurrou. "Grita. Quero ouvir você gritar." Os dedos entraram e saíram, o polegar roçando o clitóris em círculos, e ela sentiu o prazer subindo rápido demais. "Gustavo, eu vou..."



"Não ainda." Ele parou, os dedos parados dentro dela. "Você goza quando eu mandar."



Renata gemeu de frustração, mas obedeceu, os músculos tremendo. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, puxou a calcinha para o lado e passou a língua de baixo para cima, devagar, o gosto dela na boca. "Porra", ele murmurou contra a pele. "Você é doce, mãe." A língua dele trabalhou, chupando o clitóris, enfiando-se dentro dela, e Renata agarrou os lençóis, os tornozelos travando nos ombros dele.



"Agora", ele disse, e ela gozou, o corpo arquando, um grito longo e quebrado escapando. Ele subiu pelo corpo dela, o pau roçando a coxa molhada. "Abre", ordenou. Renata abriu as pernas, e ele empurrou devagar, a cabeça entrando, depois o resto, até ela senti-lo fundo. Os dois gemeram juntos.



"Tá apertada", ele disse, começando a se mover. "Tá me apertando toda." Cada estocada era lenta e funda, os quadris batendo nos dela. Renata agarrou as costas dele, as unhas cravando. "Mais forte", pediu. "Fode mais forte."



Ele obedeceu, o ritmo mudando, rápido e brutal, a cama batendo na parede. "Fala meu nome", ele exigiu, a respiração pesada. "Fala quem tá te fodendo."



"Gustavo!" Ela gritou, os olhos lacrimejando. "Você, Gustavo, por favor..."



"Por favor o quê?"



"Por favor goza dentro", ela implorou. "Goza dentro de mim."



Ele gemeu fundo e se afundou uma última vez, o corpo tremendo, o gozo quente jorrando dentro dela. Renata sentiu o calor se espalhar, o próprio corpo se dissolvendo. Ele caiu por cima dela, o rosto no pescoço dela, os dois respirando pesado.



Depois, o silêncio. Ele se descolou devagar e se deitou ao lado, o braço jogado sobre os olhos. Renata ficou olhando para o teto, o sexo ainda latejando, o gozo escorrendo pela coxa. A culpa viria depois, ela sabia. Mas, naquele instante, o corpo dela estava em paz.



"Você vai voltar?", ela perguntou, a voz baixa.



Gustavo virou a cabeça, os olhos escuros encontrando os dela. "Toda noite, se você deixar a porta destrancada."



Renata fechou os olhos. "Deixo."

Publicado por webmaster on Sun Oct 25, 2026 7:00 am
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