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<title>A DÍVIDA</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=Forums&amp;file=viewtopic&amp;t=6#6</link>
<description><![CDATA[A DÍVIDA<br />
<br />
Wolney era talvez o cara mais invejado do bairro. Mais contestado também, não trabalhava, mesmo assim tinha um bom carro, só tomava wiskey andava sempre na moda e muito bem acompanhado. Havia muita especulação a seu respeito, mas na verdade ninguém conhecia sua fonte de renda.<br />
<br />
Um belo dia, Wolney apareceu desfilando com a gata mais gostosa do bairro, Elenir. As pernas mais lindas, os seios mais firmes além de uma bunda de deixar qualquer um louco. Aí a inveja foi geral. Nos bares não se comentava outra coisa, a sorte do vagabundo.<br />
<br />
Para surpresa de todos, menos de dois anos depois, Wolney levava Elenir ao altar. Foi um casamento e tanto. A lua de mel demorou pouco tempo e o safado continuou sua vida de Playboy. E aí, a raiva de todos era: Como alguém, tendo em casa um Boeing daqueles, saía a procura de outras mulheres.<br />
<br />
Eu conhecia sua esposa apenas de vista, não que ela fosse metida. Porém sempre fora considerada uma moça muito séria e respeitada por todos. Por isto a surpresa. Escolher logo um pilantra.<br />
<br />
Tempos depois eu conhecia Floriano, fizemos amizade apesar desse também não ser nenhum santo. Era agiota e barra pesada. Nos tornamos amigo e um dia conversávamos em um bar quando Elenir passava do outro lado da rua encantando a todos com aquele andar de princesa, usava calças jeans e uma blusa curta, aquela barriguinha que sempre me levara à loucura a vista.<br />
<br />
Para meu espanto, vi o Floriano se levantar e ir em direção a garota. Esta parou e ficou a sua espera, parecia assustada. Conversaram por alguns minutos e o Flori parecia agitado. A moça seguiu seu caminho e o rapaz voltou a nossa mesa.<br />
<br />
_ Você conhece a Elenir? Perguntei deveras curioso. _ Conheço. Respondeu. Mas conheço mesmo é o pilantra do marido. O safado adora uma corrida de cavalos, antes tinha uma coroa que o bancava, depois que casou esta o mandou as favas, mas ele continuou assíduo do jóquei. Agora me deve uma nota preta e não sei como receber. Ele conhece meus métodos.<br />
<br />
Continuamos conversando, e eu falei para o cara a minha tara por aquela mulher: Mano. Eu sempre fui louco por essa dona, seria capaz até de ter casado com ela se tivesse me dado alguma chance. É muito gostosa, não é mesmo?<br />
<br />
_ Tem toda razão meu amigo. Respondeu rindo. Nunca teve nada com ela?<br />
<br />
_ Quem sou eu cara? Daria tudo na vida para levar essa potranca pra cama. E foi aí que tive a maior surpresa da minha vida. Não caí porque sou muito forte. Floriano colocou uma mão no meu ombro e perguntou: _ Tu és um cara que sabe guardar segredo? _ Claro, amigo. Pode crer. Respondi interessado. _ Muito bem, disse ele. Vou te contar um e quem sabe realizo o teu sonho. _ Vamos, fala. Não me deixa nesse desespero. _ Está bem. Mas olha lá, heim cara. Eu sou voeyur. Adoro assistir uma boa foda, e sei que a Elenir é uma grande foda. Levo você lá, e você a come para eu assistir. E tem mais uma surpresa. Quando Floriano terminou de falar, meu pau parecia querer explodir de tão duro. Posso te fazer uma pergunta? Continuou ele. _ Claro. Quantas quiser, até gaguejei. _ Qual é o tamanho do teu dote? _ 20cm e muito grosso, respondi prontamente. _ Ótimo! Quero ver aquela gatinha corcovear no teu pau.<br />
<br />
Pegou o celular e discou um número, afastou-se um pouco, conversaram por algum tempo, voltou a mesa dizendo. Tudo certo. Pode ser agora. Vamos? Não esperei um segundo convite e me pus de pé.<br />
<br />
Chegamos a casa do Wolney eram 18:45s, fomos recebidos pelo pilantra, que nos cumprimentou com a maior naturalidade. Fazia já algum tempo que não o via, me abraçou e nos convidou a entrar. Era uma casa bonita, bem mobiliada, ficamos numa sala ampla e muito bem decorada.<br />
<br />
O que quase me deixa louco, foi à conversa dos dois. Floriano começou dizendo: Cara você conhece meu amigo. Eu não sabia, mas ele é louco pra comer tua mulher. Como você mesmo sabe, amigo é para essas coisas. Já que você me deve tantos favores, não custa nada satisfazer esse seu sonho. O que acha?<br />
<br />
Olhei para o safado e sem nenhum tipo de constrangimento, respondeu sem pensar. _ Não vejo nenhum inconveniente. Pensei comigo mesmo: devo estar delirando. Isto não existe.<br />
<br />
_ Bem. Disse o Flori. Então não percamos mais tempo. Chama a Elenir e apresenta meu amigo. _ Eles já se conhecem. _ Amor! Temos visitas. De repente adentra a sala aquela Deusa, agora vestia um vestido leve e vaporoso que mostrava toda sua beleza e sensualidade. Não usava sultian e quando aproximou o rosto para que eu a beijasse, tive a visão da anti-sala do paraíso, nunca tinha visto aqueles seios tão de perto. Meu corpo todo tremia, estava a beira de um ataque. Se tudo aquilo não passasse de um sonho, pensei: Me mato assim que acordar.<br />
<br />
_ A porta está fechada? Perguntou Floriano também já demonstrando estar excitado. _ Claro respondeu o corno. _ Então apresenta a Elenir como só você sabe fazer. Como disse, eles já se conhecem. Wolney, levantou-se, ficou por traz da esposa, levou a mão a sua blusa e a abriu, deixando os mais lindos seios que eu já vira a mostra. Não são grandes, médios, firmes com os bicos apontando para cima, uma aureola cor de rosa em volta deles, lembrava um sorvete de baunilha. Meu pau estava realmente me incomodando de tão duro, sentia até dores. Depois o marido, baixou as mãos até a barra do vestido da esposa, e foi levantando devagar. Sabia o que estava causando seu gesto. Ajeitei-me no sofá. Floriano vendo meu desconforto, falou com naturalidade: _ Tira para fora. Aqui vale tudo. Olhei para o rosto de Elenir, esta parecia pálida, olhava para o chão. Foi aí que Floriano se dirigiu a ela pela primeira vez: _ Olhe para ele, sua puta. Ou pensa que ele vai ficar só olhando. Wolney chegava a calcinha da mulher. Uma minúscula peça preta, que mal lhe cobria os lábios vaginais. E que vagina, mesmo por cima da peça transparente, dava pra ver que era cheia, lábios bem grossos e não tinha um pelo.<br />
<br />
Ela olhou para mim, não resisti mais e liberei o cassete. Este deu um pulo parecendo impulsionado por uma mola. _ Veja. Disse O Flori. Todo seu. Gostou do tamanho? Ela exitou e ele insistiu: _ Vamos. Responda quando falar com você.<br />
<br />
_ Gostei. Respondeu timidamente. _ Vamos logo para o quarto, disse Flori. Chega de apresentação. Fomos todos para o quarto do casal. Então essa era a outra surpresa, o corno estaria junto para assistir tudo.<br />
<br />
Ali tudo foi muito rápido. Eu nunca vivera nada nem parecido, sempre fantasiava algo assim, mas nunca iria imaginar, que realizaria minha fantasia e logo com quem. Ficamos nus joguei Elenir na cama. Esta ficou deitada de costas já com as coxas abertas. E que coxas, redondas, lisas, apenas uns pelinhos brilhantes o que as tornavam mais gostosas, e a buceta. Não era grande, era gorda, lábios extremante grossos e rosados. Caí de boca nos seios e fui descendo, passei pelo umbigo, única parte que via quando passava na rua. Fui direto a sua racha. Perfumada, tive que me controlar para não morder aquele tesouro. Vi Floriano ao nosso lado se masturbando. Wolney sentara-se em uma cadeira e sorria assistindo tudo. Elenir, gemia baixinho. Quando me preparei para penetrar aquela tão sonhada buceta. Ouvi Floriano dizer: _ Fica aqui cara. Ao lado da tua mulher, conforta a pobrezinha, não está vendo o que ela vai ter que engolir? O corno rapidamente se aproximou, sentou-se na cama, colocando a cabeça da esposa em seu colo. Falava carinhosamente: _ Relaxe amor. Você vai gostar. Não pude mais me conter, recolhi as pernas da moça, colocando seus calcanhares encostados aquela delicia de bunda, sua buceta se abriu levemente com se sorrisse para mim. Guiei a cabeça do pau para entre aqueles lábios róseos, fiz uma pequena pressão e a cabeça desapareceu. Senti o calor daquele túnel apertado, dei uma forte estocada e enterrei a metade, um grito, e as palavras do corno. _ Calma benzinho, relaxe vamos. Ele também estava excitado, vi o seu pau como um ferro. Atirei o corpo contra aquela deusa, o pau foi até o fundo, me atirei sobre ela e comecei a fuder. Logo seus gemidos demonstravam que não eram de dor. Floriano começou a falar com ela enquanto eu a fodia: _ Mexe puta. Você sabe mexer muito bem, vamos, dê prazer ao seu macho. De repente falava comigo: _ Levanta o tronco cara. Quero ficar olhando ele entrar e sair. Eu o obedeci, também fiquei deslumbrado com aquela visão. A buceta totalmente aberta enquanto meu pau entrava e saia todo brilhante. Eu sentia a resistência quando enfiava o pau. Ela era muito apertada. Continuei fudendo como um louco, sentia a cabeça do pau bater no fundo do útero daquela mulher com quem tanto sonhara. Mais uma vez ouvi a voz do Flori, falava comigo: _ Vai devagar, não vai gozar logo e acabar a festa, sacia esta puta. Olha a cara dela, agora já está gostando. Realmente Elenir falava coisas sem nexo, vez por outra dizia: _ Vai, empurra, vai, ai, ai ai. Eu continuava fudendo, ela começou a mexer, ai eu fui à loucura. De repente para meu desespero ouvi Floriano dizer: _ Pára. Tira o pau um pouquinho. Olhei para ele como um louco, não entendia aquele pedido. _ Vai, faz o que estou mandando. Comecei retirar o pau daquela gruta quente, muito contra vontade, quando a cabeça saiu, vi os lábios voltando lentamente ao lugar, ela estava mais inchada. Continuei na posição, esperando ordem para entrar novamente. Aí o Flori ordenou ao marido: Põe no cu dela. Vamos senta ela no teu colo, depois ele entra na buceta.<br />
<br />
Wolney sentou-se na beira da cama. A própria Elenir veio e começou a arriar o corpo em direção ao pau do marido, ele guiou-o para seu cuzinho e após alguns gemidos de gata, ela o acomodou por inteiro. Não era tão grande quando o meu, ele mesmo lhe abriu as pernas e eu novamente penetrei sua buceta. Agora muito mais apertada. Eu sentia as investidas do marido por trás. Foi uma gemedeira geral, enquanto ele lhe enterrava a vara no cu, eu enterrava na buceta. Floriano se masturbava ao lado. De repente ninguém mais se entendeu, foi uma gritaria geral, gozávamos os quatro ao mesmo tempo. A moça fez um tremendo escândalo, enquanto eu a enchia de porra, o marido fazia o mesmo em seu rabinho e o Floriano fez questão de gozar em seu rosto cobrindo seu cabelo por uma vasta camada de creme branco. Quando saímos de dentro dela, ainda pude ver sua buceta colocando para fora uma grande quantidade de porra, havia porra também no peito do marido.<br />
<br />
Neste dia ainda trepei com Elenir. Quando nos despedimos, Floriano falou para o casal: _ A partir de agora o Nelson faz parte da família. Mesmo sem minha presença, deve ser bem recebido pelo casal. Fui claro? _ Claríssimo, responderam em coro. De modo que minha vida tem sido um paraíso, graças à amizade com esse agiota. Outro dia fui até lá, e encontrei a Elenir sozinha. Demos uma boa trepada, mas sinceramente gostei mais com assistência. Chamei os dois de pilantras, depois pensei: e eu o que passei a ser? Na verdade agora somos três pilantras<br />
<br />
 <br />
<br />
J. N. TAVARES]]></description>
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<dc:date>2026-04-26T20:57:11+00:00</dc:date>
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<title>Aconteceu no Sofazao</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=Forums&amp;file=viewtopic&amp;t=5#5</link>
<description><![CDATA[Aconteceu no Sofazao<br />
<br />
Conheço pelo Brasil e até fora dele algumas casas noturnas para encontro de casais. Escrevo contos eróticos, na maioria ficção, porém depois que passei a visitar este tipo de estabelecimento resolvi escrever histórias por mim vividas ou vivenciadas. Esta é uma delas vivida no Sofasão por mim e um grande amigo.. Vamos ao caso:<br />
Tenho um grande amigo gaúcho, mas que mora atualmente em Mato Grosso. Vou chamá-lo de Plínio. Pois bem, esse meu amigo é um tanto grosso como dizem os gaúchos. No entanto, tem dinheiro que ladrão fazendo serão não abala sua fortuna. A soja o transformou num milionário.<br />
Plínio chegou a minha casa de surpresa. Moro numa cidade do interior, mas viajo freqüentemente a Porto alegre, quase sempre sozinho, e nessas excursões, sempre faço uma visita ao meu amigo Roque Bauer no Sofasão.<br />
Plínio chegou, depois da festa pelo reencontro, começaram os preparativos para o tradicional churrasco. E enquanto alguém se encarregava da carne, começamos a tomar mate e a conversar. De repente meu amigo puxou assunto sobre mulheres. Papo vai papo vem, surge a tal troca de casais. Meu amigo muito sério disse: _ Ouço falar muito sobre isto. Nunca fui a um lugar assim. Mas bem que gostaria. Que fique claro que quero ir sozinho. Não sou homem de colocar minha mulher que é mãe dos meus filhos num troço desses. Mas que gostaria de conhecer, isto sim.<br />
Dei um enigmático sorriso e o meu amigo percebeu. Olhou para mim com cara de poucos amigos e perguntou: _ Que diabos quer dizer esse teu sorriso?<br />
_ Quer dizer que posso te levar a hora que você quiser a uma das melhores casas aqui no sul e talvez no Brasil. Basta para isto o amigo querer ir comigo. _ Aqui mesmo em tua cidade? Espantou-se Plínio. _ Não! Em Poá. Respondi ainda rindo. Estava pensando em aprontar uma muito boa com aquele milionário grosso, mas amigo. Ele jamais esqueceria.<br />
_ O que tenho que fazer? Perguntou Plínio bem interessado? Dinheiro sabe não é problema.<br />
_ Sei que isto não te preocupa, nem A mim. Pois o lugar onde pretendo te levar, vais conhecer tudo o que imaginas a respeito de sacanagem. Além de tudo que jamais imaginastes, e pagarás apenas C$ 80.00.<br />
_ Vais me desculpar. Já estive em casa de mulheres onde gastei mais de mil dólares. As mulheres eram bonitas, mas nada de excepcional aconteceu. E agora tu me vens com essa conversa que com essa mincharia vou ver o mundo pegando fogo.<br />
Tua expressão diz tudo amigo. O mundo pegando fogo. Vou te levar para dentro de um vulcão em plena erupção. Erupção erótica. Sexo como você nunca viu. Sacanagem, putaria. Tudo. Tudo mesmo. Quer conhecer?<br />
_ O mais rápido possível. Foi a resposta do Plínio. O que temos que fazer?<br />
_ Ir até Porto Alegre.<br />
No outro dia cedo estávamos na estrada. No caminho fui colocando o Plínio a par de algumas coisas que aconteciam na casa. E lhe falei de um show inicial presidido pelo proprietário da casa, e que talvez tivéssemos que tomar parte. Expliquei-lhe que ali, havia uma equipe de garotas da casa, e que os cavalheiros que compareciam sozinhos, podiam se relacionar com elas, com a que escolhesse, e quantas vezes quisesse ou tivesse fôlego ou tesão para tal. Os casais, que a principio ficam no mesmo ambiente que os solitários, mas que existe na casa um local reservado só para eles. Aí é que surgem as surpresas, mas que não vou te contar, pois assim deixa de ser rurpresa.<br />
Chegamos a Porto Alegre, fomos para um hotel da minha preferência, jantamos e o Plínio queria saber mais. _ Não quero bancar o grosso lá na hora. Eu então lhe disse que haveria um show inicial, e que talvez tivéssemos que participar. Não éramos obrigados, mas que ficava chato recusar. Não dei mais detalhes. E na hora prevista nos dirigimos a Assis Brasil. Lá chegando, meu amigo não se impressionou muito com a fachada do prédio. Notei uma certa apatia em seu olhar. Sorrindo lhe disse: _ Não se impressiones com aparências. Ou está interessado em arquitetura? O interior é o que nos interessa.<br />
Entramos e fomos recepcionados pelo próprio Roque e sua esposa Janete. Fiz as apresentações, e a primeira surpresa fez o gaúcho se engasgar: quando lhe disse que o Roque fora Padre.<br />
Na verdade antes de me dirigir ao local eu ligara para o Roque e fizéramos alguns planos para o novo freqüentador.<br />
Enquanto fiquei conversando ali na portaria, Roque levou meu amigo e mandou que duas belas garotas da casa mostrassem para ele o ambiente. De volta ele me segredou: _ Bueno Che! Por pouco já não me atraquei com uma potranca carnuda ali mesmo quando me mostrava uma suíte coletiva e me dizia com detalhes o que acontecia ali.<br />
_ He! He! Calma meu amigo. Você ainda tem muito que ver esta noite. Com certeza nunca mais esquecerá.<br />
O tempo foi passando. Plínio pediu Wiskey. Eu já havia dito ao Roque que apesar da aparecia, o homem era poderoso. A casa tinha a bebida que ele pediu. Tudo corria a contento. Os casais foram chegando, a casa foi ficando cheia. Até que recebi uma cotovela nas costelas que me fez soltar um grito. Olhei para meu amigo assustado perguntando: _ O que foi? Quer me matar?<br />
_ Olha só aquele casal que acaba de entrar. Que mulher linda. Será que são casados mesmo? Não posso acreditar. _ Devem ser sim. Respondi. Eu te disse que não acreditaria nos seus próprios olhos hoje. Pedi licença e me afastei. Fui até a portaria e conversei novamente com o Roque. Este foi comigo até o salão, lhe mostrei o casal, e para minha felicidade ele disse: _ São casados sim, e bem liberais. Assíduos freqüentadores da casa. Pode deixar que vou falar com eles. Pode ficar tranqüilo.<br />
Passei bem perto e pude verificar que meu amigo tinha bom gosto. A mulher aparentando 30 anos, morena, alta, não muito magra, linda de rosto, além de seios médios e firmes tinha umas lindas pernas. Pescoço longo. Vestia-se toda de preto com muita elegância. Muito gostosa mesmo.<br />
Passava da meia noite quando foi anunciado o show. O Roque pediu a palavra, todos fizeram silencio, e aí veio uma brincadeira com um banco, onde sete pessoas ficam rodando em volta dele, até um apito do Roque, todos tentam sentar, mas sempre sobra alguém de pé. Este tira uma peça de roupa, até que todos ficam nus. Dentre os participantes, havia duas mulheres casadas. O que deixou meu amigo já meio afoito.<br />
A segunda brincadeira, O Roque apareceu com duas calcinhas muito pequenas, com o símbolo da casa. Perguntou se alguma das casadas gostaria de fazer o marketing da casa usando aquelas pecinhas. E para surpresa do meu amigo, sua deusa levantou braço gritando: Eu! Surpresa para ele. Não para mim. Surpresa mesmo ele teria a seguir. Outra mulher, essa devia andar pelos quarenta, mas também muito bonita se apresentou. E aí veio a bomba: O Roque anunciou que as duas teriam que vestir as calcinhas ali e agora, e mais teriam o privilégio de escolher quem faria tão doce tarefa.<br />
A musa escolhida do meu amigo subiu no tal banco e apontando diretamente para o Plínio disse em voz alta: _ Garanto que aquele gaúcho, não tem coragem de tirar a calcinha que estou usando com a boca para vestir esta que tenho na mão. Depois deixar que eu lhe tire as calças para mostrar que não usa cuecas samba canção. Foi muito aplaudida. Olhei para o Plínio e este ficara pálido de repente. Procurando refúgio em mim disse: _ Lembro de ter me dito que não seria obrigado a nada. Não foi? _ Foi! Respondi. Mas também lhe disse que ficaria chato não atender o pedido de uma dama. Principalmente tão linda. Mas se não se anima, diga para ela que eu faço esse sacrifício no seu lugar. Se ela me aceitar...<br />
_ Estou esperando! Desafiou a moça. Plínio totalmente desorientado disse: _ Então cuida o marido dela. Vou mostrar pra essa potranca que não se brinca com um índio grosso.<br />
Levantou-se e foi muito aplaudido. Levantou o vestido da garota e ficou encantado com o que encontrou lá embaixo. Meio desajeitado, meteu os dentes na minúscula peça também preta, mesmo assim foi fazendo a peça deslizar pelas magníficas coxas da moça. Enquanto a calcinha descia, dava a impressão de uma cascata negra de luxúria descobrindo uma fonte do tesão e deslizando entre duas colunas esculpidas pela deusa da tentação. Depois ficou com o rosto bem próximo ao seu tesouro bem depilado. Pegou a outra calcinha e começou a vesti-la. Quando chegou bem próximo a buceta da garota, além de passar suavemente o dedo entre os grossos lábios, demorou um tempão par cobrir aquele delicioso templo do prazer, como se temesse esconder da humanidade o mais belo dos presentes e que jamais seria visto. Mais uma vez foi muito aplaudido. Começava a ficar bem à vontade A moça com muita graça e desenvoltura, pulou do banco e o convidou a subir. Plínio para meu espanto, não se fez de rogado. Subiu e a moça procurou a sua cinta. Em poucos minutos o Plínio estava nu.<br />
Plínio está com 46 anos. Tem um corpo muito trabalhado, é musculoso e não tem barriga, mas parece um atleta, aliás, é. Não do esporte, mas na lida do campo. Sentindo-se ali, nu, falou pela primeira vez: _ Bem dona. Eu lhe vesti as roupas. A dama não vai fazer o mesmo?<br />
_ A mulher bem instruída respondeu sempre com um lindo sorriso nos belos lábios: _ Vou fazer melhor! Vou tirar as minhas, e quero ver se é homem bastante para me comer aqui e agora sobre esse banco. Plínio mais uma vez me olhou com olhar de súplica. Apenas fiz um gesto com a boca como quem diz: você não é obrigado a nada. Caso não queira passe a bola para mim.<br />
Mais uma vez o gaúcho não decepcionou. Ludmila como será aqui chamada, despiu-se com trejeitos sexy, uma garota trouxe uma camisinha, ela mesma colocou, e abocanhou o pau do meu amigo, foi uma cena e tanto. Principalmente para ele, em seguida estava pronto. A mulher deitou-se de costas no tal banco e abriu o máximo as coxas. Plínio não aguardou um segundo convite, atirou-se sobre a fêmea e a penetrou de uma só vez, começaram os grunhidos manhosos da fêmea e o ataque exemplar do macho sobre ela. Logo alguns casais se aproximaram, e alguns rapazes solitários começaram a passar as mãos sobre os seios da dona. Alguns já se masturbavam Plínio quis expulsa-los, queria-a só para ele. Mas aí eu me aproximei e pedi para que não esquentasse com os rapazes. Só ela poderia afugentá-los, e pelo jeito estava gostando da caricia. Plínio não decepcionou, Fodeu por um bom tempo até que os gemidos da dona começaram a tomar forma de gritinhos, e todos sabiam que ela não estava fingindo. De repente começou a gritar: _ Empurra. Fode. Fode. Me fode. Me dá tudo. Estou gozandoooooooooo. E foi uma festa. Gozaram juntos. Foram juntos para um banho, banheiro sem paredes, só uma ducha ali mesmo num canto do salão.<br />
O Roque Tomou novamente a palavra anunciando mais um show. Começou dizendo que aquele que terminara. Não era par ir tão longe, mas como tudo ali era democrático. Melhor para todos.<br />
O próximo show era de uma striper. Pensei: Ora depois do que vimos, realmente assistir uma striper não vai ter graça nenhuma. Ledo engano. Foi anunciado VIVIANE. E além de um karaokê de primeiríssima linha. Como disse antes já estive em muitas casas do gênero, tanto no Brasil como no exterior, e posso garantir que o espetáculo dessa moça, em nada foi embaçado pelo dado pelo meu amigo e sua parceira. Parabéns pequena, mas, talentosa Viviane. Realmente um talento. Parabéns sofazão. Não vou contar aqui o que vimos e que fizemos no resto da noite, pois a história poderia ficar muito longa e enfadonha. Continuarei no próximo capitulo. Aguardem.<br />
<br />
J. N. TAVARES<br />
<br />
Autor.]]></description>
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<dc:subject>Aconteceu no Sofazao</dc:subject>
<dc:date>2026-04-26T20:54:18+00:00</dc:date>
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<title>A BELA MEGERA</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=Forums&amp;file=viewtopic&amp;t=4#4</link>
<description><![CDATA[A BELA MEGERA<br />
Esta é a história de Rogério, não precisamos conhecer seu sobrenome. Isto não nos traria o menor prazer, já que é isto que esta bela história nos propõe. O caso será contado pelo próprio personagem. Vamos a ela: Nasci em uma pequena vila no interior de Pernambuco e apesar de muito pobre, desde muito cedo descobri que era muito sonhador, sonhava com viagens, cidades grandes, sempre que pegava uma revista devorava tudo imaginando como seria o Rio de Janeiro, Recife, São Paulo e certa vez vi uma foto da cidade de Nova York e fiquei maravilhado: prometendo que um dia conheceria todas aquelas metrópoles. Muito bem, de uma família muito pobre, eu ganhava algum trocado carregando água em jumentos, mas sempre me dediquei muito aos estudos. Com 13 anos de idade perdi meus pais adotivos, pois não conhecera os verdadeiros, e fiquei meio perdido no mundo. Até o dia que apareceu na vila um tio vindo do Rio de Janeiro, cujo nome eu sempre ouvira falar, mas que não conhecia pessoalmente. Veio visitar a família e trouxe muito dinheiro pois estava sempre fazendo festa e comprando coisas novas. O certo é que o tal tio se interessou por mim e quando regressou, eu já fazia parte da sua família. Como ele não cansava de dizer para os parentes: Este menino só volta aqui quando for doutor, isto eu garanto, pois todos lhe falavam da minha força de vontade em relação aos estudos, que mesmo precários naquele lugar, mas que eu sempre me destacava. Foi uma viagem linda, eu não me cansava de admirar os lugares por onde o ônibus passava, eu nunca andara de ônibus. Maravilhado mesmo fiquei, sem conseguir falar nada quando dois depois chegamos a Cidade Maravilhosa, nossa quanta beleza, prédios enormes avenidas que pareciam não ter fim, e o mar. Que coisa maravilhosa, já tinha visto num filme preto e branco que passara lá vila, mas agora estava vendo a cores e ao vivo. Pegamos um táxi e partimos para minha nova casa, prometi a mim mesmo que jamais sairia daquele lugar maravilhoso. O táxi pegou a avenida Brasil e eu encantado com a quantidade de automóveis que passavam em todas as direções, estava realmente encantado. Chegamos a Duque de Caxias e logo na casa do meu tio. A casa não era grande, mas bem bonitinha e pude ver que a rua era bastante movimentada. Quando o táxi parou na frente da casa, desta saiu uma morena lindíssima, era uma garota alta, cabelos pela cintura, tinha um corpo escultural e muito bonita de rosto, saiu da casa de braços abertos para abraçar o marido, não devia Ter mais que 19 anos. Mas o meu tio deveria ter uns 30, depois fiquei sabendo que tinha até mais. Entramos e depois das apresentações, me disseram onde era o banheiro e o meu tio foi lá me ensinar como se usavam aquelas coisas que pra mim era novidade, tomei um bom banho aproveitando bastante, pois sabia que só lá na minha terra não tinha água. Depois jantamos e fui dormir,eu quase não consigo dormir de tanta felicidade, no outro dia era um sábado, portanto meu tio não trabalharia e ficamos em casa, e os dois começaram a traçar planos para o meu futuro como novo membro da casa. Meu tio trabalhava na Marinha Mercante, passava longos períodos viajando, talvez mais por isto tinha me trazido, para não deixar a esposa sozinha durantes estas viagens, e sabendo de onde eu vinha poderiam me moldar a seu gosto. Para encurtar a história me colocaram numa escola próximo a sua casa e nos primeiros dias eu comecei a sofrer, ou pelas gozações dos colegas, por causa do meu sotaque, como também descobri que não estava tão adiantado assim. Porem com muita força de vontade fui conseguindo superar todos os obstáculos e logo também já me destacava no colégio com um garoto inteligente. Agora vamos ao núcleo da minha narrativa, a única coisa que não consegui conquistar foi a minha nova tia. Uma semana depois que havia chegado aquela casa, ela começou se queixar ao marido, por qualquer coisa, e meses depois tanto eu como ele descobrimos que ela não me suportava. Às vezes os via discutindo e ele tentava me defender, Você precisa ter um pouco de paciência com ele, é apenas um menino e está se adaptando a uma vida nova. Nada. Ela não mudou e passou a me perseguir implacavelmente. Afinal era sua mulher, e que mulher. Todas as noites eu me masturbava imaginando aquela delicia morena de pernas longas e seios firmes em meus braços. Um dia, cheguei em casa e ela estava no banheiro, e eu muito nervoso, fui descalço e com muito cuidado e olhei no buraco da fechadura. Quase morri de tesão ao ver aquela mulher totalmente nua, eu nunca vira uma mulher tão bonita como aquela totalmente nua. Continuei a espiona-la por muito tempo. Ela infernizou tanto a minha vida e a do meu tio, que um dia ele me falou que teria que me mandar embora. Você não faz nada para conquistar a Vera, este era o seu nome, e do jeito que está não dá pra continuar. Inclusive tomei algumas surras dele por coisas do que ela inventou a meu respeito. Já fazia 3 anos que eu chegara aquela casa. Me agüentava, pois precisava terminar o segundo grau. Outra coisa que ela não suportava era receber elogios do colégio onde eu estudava, pois do segundo ano em diante não dei mais chance a nenhum aluno tirar nota melhor que as minhas. Estava eu com 18 anos, era um garoto muito alto e forte, praticava judô todos os dias e gostava muito de jogar bola. Como jogava mais ou menos, logo arranjei muitos amigos, que iam a nossa casa me convidar para jogar, ou para assistir alguns filmes em suas casas, na maioria das vezes ela não permitia, quando meu tio não estava em casa. Minha vida era um inferno, e além do mais, eu amava aquela megera, pois sua maldade para comigo não escondia em nada sua beleza que cada dia aumentava. Certo dia meu tio nos reuniu e anunciou uma grande viagem para o exterior. Após muita recomendação a ambos, como: Olha, eu vou ficar um bom tempo fora, será que posso viajar despreocupado com você meu rapaz? Se na volta eu tiver qualquer queixa pode ter certeza que não o quero mais em minha casa. Você volta pro nordeste. Nesta época eu já estava empregado em uma grande casa de ferragens, e tinham construído nos fundos da casa uma espécie de kitnete, que era onde eu morava. Só fazia as refeições com eles. Estudava a noite e saia do colégio direto pra casa, principalmente agora que ele estava fora. Apesar do tesão que sentia pela tia, nunca demonstrei nada. Fazia já uma semana que ele se fora viajar, e até que ela tinha largado um pouco do meu pé. Porém nunca me tratou com carinho ou mesmo amizade, sempre grossa o que destoava daquela beleza morena. Uma noite na saída da escola, um colega me disse que tinha pego uns filmes pornôs e me convidou para ir a sua casa, já que seus pais tinham ido para a região dos lagos. Não pensei muito e aceitei. Caramba, não era sempre que surgia uma oportunidade de assistir a este tipo de filmes. Os filmes eram quentíssimos, tanto que esqueci que tinha que voltar pra casa. Cheguei eram quase duas horas da madruga. Era a primeira vez que isto acontecia. Entrei tentando não fazer nenhum barulho para não incomodar ou mesmo assustar a tia. Cheguei ao meu quarto lá nos fundos, sempre me cuidando para não fazer barulho pensei em nem acender a luz. Entrei devagarinho mas teria que acender a luz, era muito escuro, acendi, quando ia começar a tirar a roupa para me deitar, escutei passos no quintal e fui verificar quem era. Eis que me surge aquele mulherão numa longa camisola, com um roupão por cima, estava linda. Com os cabelos longos soltos, era um tesão aquela mulher. Durante o tempo em que estive vendo aqueles filmes, sempre a colocava no lugar daquelas do filme e eu no lugar dos caras, ali fudendo sem parar. Entrou no meu quarto, colocou as mãos na cintura fina estufou aqueles seios que me deixavam louco e perguntou _ Posso saber onde o senhor esteve até a estas horas seu Rogério? Tirei coragem não sei de onde, mas resolvi que enfrentaria aquela mulher, desta vez ela não iria me humilhar como sempre fizera. _ Pode. Respondi. Um colega me convidou para ir a sua casa assistir uns filmes e eu fui, gostei tanto dos mesmos que esqueci da hora de vir embora. _ Que tipo de filmes? _ Bem. A senhora quer a verdade, certo? Perguntei de cabeça erguida olhando dentro dos seus olhos._ Eram filmes pornôs. Mesmo a conhecendo há muito tempo não esperava pela reação a seguir. Ela levantou a mão e começou a desce-la em direção ao meu rosto, seria uma sonora bofetada, mas eu muito ágil segurei seu pulso quando este já se aproximava bastante, e com muita firmeza passei o seu braço por trás de suas costas e puxei seu corpo de encontro ao meu. Ela tentou ainda se desvencilhar, mas não conseguiu. Com a mão livre tentou me arranhar o rosto, ai eu a empurrei com violência sobre a cama. Ela caiu de costas, e neste movimento abriu as pernas eu tive uma visão celestial, suas coxas perfeita e de uma calcinha azul muito pequena, que mal lhe cobria a racha. Não perdi um segundo, me atirei sobre ela e segurei seu pescoço com as duas mãos, ai ela se assustou . vi o terror em seus olhos. _ Não me machuque por favor. Eu estava louco, os filmes já haviam mexido muito comigo, agora a visão daquela mulher quase nua e sob o meu corpo, totalmente dominada, eu não podia pensar muito, até onde havia chegado já era motivo suficiente para que seu marido quisesse me matar, eu não iria querer correr esse risco só por segurar o corpo da sua mulher e depois deixa-la ir embora. Não mesmo, iria bem mais longe, não havia mais como parar. Mesmo porque achei que morreria ali mesmo, pois meu coração mais parecia uma bateria de escola de samba. Soltei seu pescoço e segurei seu rosto lindo, agora pálido, e levei meus lábios aos seus. Tinha quase certeza que ela me morderia, aquela mulher me odiava. Para minha surpresa ela parou de se debater e entreabriu os lábios ao contato dos meus. Quando senti que ela não reagia, levei a mão direita em direção da sua perna e fui levantando a camisola e alisando sua coxa pelo lado externo até chegar a sua deliciosa vulva. Ouvi um pequeno gemido. Falei baixinho com muito nervosismo ao seu ouvido: quieta, não vou machuca-la, fique quietinha, acariciei sua bunda e fui levando a mão em direção a sua buceta, coloquei a mão por dentro da calcinha e achei que ela abriu um pouco as pernas para facilitar. Coloquei o dedo entre os lábios carnudos de sua buceta, e mais um gostoso gemido, ela não falava nada, mas estava entregue as minhas caricias. Ai eu me levantei rapidamente, tirei minha roupa todo atrapalhado sempre cuidando para que ela não se levantasse e saísse correndo. Nada. Permaneceu como estava, a camisola levantada mostrando o belo par de coxas e a calcinha recheada por aquela buceta que eu já vira muitas vezes mas que nunca imaginei ver de tão perto, e que seria minha em minutos. Nada mais me demoveria deste intento. Ela viu o tamanho do meu pau e como estava duro, para um rapaz de 18 anos meu pau é um exagero, sei porque às vezes tomo banho com o pessoal no judô e já fui alvo de muitas gozações. Abaixei-me e livrei-a das calcinhas, mais uma vez ela abriu as pernas como um convite. Levei a boca até a sua buceta e comecei a passar desajeitadamente a língua na racha, eu vira como os caras no filme faziam, nunca tinha chupado uma buceta, senti o cheiro gostoso, ela também já fazia dias que não transava, era jovem e também sabia que não pararíamos por ali, começou a gemer baixinho ao contato da minha língua. Colocou uma mão suavemente sobre minha cabeça, como que para eu não parasse de chupar. Chupei bastante aquela gruta macia de pelinhos aparados e beiços grossos, como vi no filme. Também passei a língua no seu cuzinho, ela delirava baixinho, pela primeira vez desde do tempo que nos conhecíamos eu ouvi aquela mulher pronunciar o meu nome sem rancor._ Ai Rogério! Ai querido que gostoso. Larguei a sua buceta e ajudei-a a tirar a camisola. E colocando-a novamente de costas na cama fui para cima dela, peguei meu pau e guiei para sua rachina, senti a cabeça encostar-se aos lábios quentes, forcei um pouco e senti que entrava. Já havia comido algumas mulheres, nenhuma como aquela e nem naquelas circunstâncias. Fui entrando, sentindo um calor maravilhoso no pau e em todo meu corpo, quando me deitei sobre ela e comecei a mamar seus peitinhos senti seus braços em minhas costas me apertando, puxando meu corpo para si, fui entrando devagar naquele corpo tão sonhado, ela me recebia com carinho nem parecia a Vera de outrora. Agora implorava para que eu a penetrasse, enfim senti que tinha entrado todo, ai comecei a mexer, beijava a aquela boca úmida, ela gemia gostoso, não me importava o que acontecesse depois, eu queria era fuder aquela mulher linda, tirava e enfiava novamente e ela pedia mais: _ mais fundo amor, mais fundo, me beija. De repente não consegui mais me segurar e comecei a gozar como um louco dentro daquela buceta quente e apertada que parecia sugar o meu pau. Ela também começou a gritar e a me apertar mais ainda e a enchi com meu leite abundante e quente, foi um gozo enlouquecedor, urramos e gritamos grudados um ao outro, parecia que não íamos terminar mais, por fim paramos extenuados. Eu permaneci dentro dela por mais algum tempo, nossas respirações parecia que havíamos corrido desesperadamente por muitos km, ela muito suada, olhos fechados, seu peito subia e descia como se estivesse morrendo. Depois de algum tempo eu a beijei na boca mais uma vez e sai de dentro dela, ela gemeu mais uma vez. Ainda fiquei olhando aquele corpo maravilho, as pernas lindas abertas, a buceta encharcada pela minha porra, agora escorria para o lençol branco, formando uma poça abaixo da sua bunda maravilhosa. Ai ela abriu os olhos, me olhou com um lindo sorriso, se levantou, vestindo apenas o roupão pegou sua camisola e a calcinha e deixou o quarto em direção a casa. Comecei a pensar enquanto tomava um banho ainda sentindo o perfume daquela fêmea maravilhosa no meu corpo. Bem logo cedo pegaria minhas poucas coisas e daria o fora, claro que não poderia continuar naquela casa depois do ocorrido. Não consegui dormir, logo que começou a clarear o dia, peguei uma sacola e comecei a arrumar algumas roupas, meus livros. Era com muita tristeza que eu iria embora, mas teria que pagar pelo crime de ter estuprado a mulher do meu tio. Tomei uma decisão iria para São Paulo, tinha algum dinheiro guardado, e lá arranjaria um novo emprego e tocaria minha vida. Não tinha terminado de arrumar tudo quando ela entrou novamente no quarto, agora de calças jeans e camiseta. Estava linda como sempre. Parecia radiante. Entrou e foi perguntando: _ o que você está fazendo? Estou me preparando para cair fora. O que fiz ontem não foi certo e não posso mais ficar aqui nem mais um dia. _ Deixa de ser criança. Você não tem pra onde ir, larga já essa sacola, e vai pro teu trabalho. Será que você é tão burro em não pensar em mim? O que eu diria ao teu tio quando ele voltar e não te encontrar aqui? Que desculpa eu darei para tua partida, e as dúvidas que ficarão na cabeça dele. Para com isto, vem tomar teu café para ir pro trabalho, na volta faremos tudo de novo. Prometo, e me ofereceu os lábios para um gostoso beijo.<br />
<br />
Esta mulher foi minha amante por mais 2 anos. Quando realmente tive que deixar a casa deles, e seguir minha vida, às vezes eu os visito e quando temos uma oportunidade eu a fodo com loucura. Meu tio nunca desconfiou de nada e hoje somos bons amigos. Sou um cara que não perde uma oportunidade para uma aventura sexual, mais nunca mais encontrei uma mulher tão gostosa como Vera.<br />
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J. N. TAVARES<br />
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Autor.]]></description>
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<dc:subject>A BELA MEGERA</dc:subject>
<dc:date>2026-04-26T20:53:15+00:00</dc:date>
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<title>16 aninhos de puro pecado</title>
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<description><![CDATA[16 aninhos de puro pecado<br />
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Tenho 37 anos e uma cunhada de 16. Desde quando ela tinha 13 anos eu já a cobiço, pois seu corpinho já me inspirava em deliciosas punhetas.Sempre que posso ,costumo ficar observando-a.Já a espiei tomando banho e tive uma ejaculação record, menos de um minuto. Ela hoje está com dezeseis aninhos e uma delicia de menina.Ano passado pensei em até raptá-la para comê-la, de tanto tesão que eu sinto.Mas nada disso foi preciso.Certo dia eu estava em casa, um sábado à tarde que chovia muito. Minha esoisa havia saído com minha filha para visitar uma amiga.A campainha tocou e ao atender vi que era ela.Entro,sentou na sala vestindo uma calça jeans e uma mini blusa provocante.Começamos a conversar e eu já com segundas intenções, fui até o quarto, tirei minha cueca e fiquei só de bermuda.Isso deixava meu caralho duro bem destacado e só não via quem não queria.Busquei uma cerveja e mais uma e mais uma. A senti um pouco alegre e então comecei a falar assuntos pornográficos e excitantes. Ela me acompanhou em tudo. Coloquei um som busquei mais uma cerveja, e lhe disse que se eu tomasse mais uma cerveja, faria um srip tease.Ela ria muito e se mostrava já levemente bêbada. Passado alguns instantes, ela foi até a cozinha e trouxe mais duas cervejas e me disse: Uma é para ver o seu show e outra é para o meu.<br />
Meu pau que em momento algum havia murchado,começou a latejar de tesão.Subi em uma cadeira e comecei a dançar.Tirei a camiseta e notava seu olhar fixo no meu corpo.Em seguida em um movimento só, baixei minha bermuda ficando completamente nú. A cunhada então dirigiu seu olhar somente para meu caralho e me disse, nossa!!! Sem pensar em mais nada, pedi que cumprisse sua parte no trato e ela começou a me dizer que era melhor que isso não acontecesse pois já estava imaginando onde tudo isso poderia terminar. Lhe disse que ficasse calma que não faria nada que ela não quizesse, mas que não estava disposto a abrir mão de vê-la nuazinha.Então,ela toda desconcertada,tirou sua calça, ficando ali em minha frente só de calcinha.Pedi que tirasse a mini blusa e ela me disse que tinha vergonha pois estava sem soutien. Levantei então,me dirigi até onde ela estava, vireia de costas,baixei o ziper que prendia a sua blusa e tirei-a.Virei-a para mim,lhe disse que eu tinha um tesão enorme tesão por ela e que inclusive eu já havia espiado ela tomar banho.Ela sorriu e não falou nada. Neste momento,puxei-a contra meu corpo e lhe dei um beijo.Seus seios médios tocaram meu peito e os mamilos enrijecidos apontavam para o alto. Comecei então a chupar seus seios e passar a língua em volta de seus mamilos, provocando gemidos inscessantes.Minha mão já percorria a sua bundinha e por fim eu já estava com a mão sobre sua bucetinha molhada.Deitamos, tirei sua calcinha e então ela me disse para ter calma pois nunca havia passado de onde estáva-mos, o que me deixou mais louco ainda.Comecei a chupar sua buceta e descobri que ela entrava em um estado de esteria tamanho, que eu me forçava a fachar a sua boca para não ser-mos ouvidos pelos vizinhos.Em seguida, coloquei-a ajoelhada em minha frente,e conduzi meu caralho até a sua boca para ganhar um boquete.Mesmo sem ter experiência, só o fato de ter meu pau colocado na boca da minha cunhada gostosa, já me satisfazia por completo.Comecei um movimento lento de vai e vem e ela alisando minhas bolas.<br />
Disse a ela que iria gozar se ela não parasse e ela não parou.Pelo contrário,acelerou um pouco mais os movimentos e eu explodi em gozo,como nunca havia acontecido antes,e ela não tirava mais meu pau da sua boca, ficava gemendo e e lambendo meu caralho lambuzado.Descansei por alguns minutos, fui tomar uma ducha e quando eu voltei, notei que ela estava já de calcinhas e colocando a blusa.Lhe disse que não a deixaria ir embora sem possuí-la,que ela teria que ser minha naquele mesmo dia e naquela mesma hora, ela fez charminho,disse que não sabia se estava preparada e eu não quis nem saber de papo, joguei-a na cama, tirei novamente sua calcinha e comecei a chupá-la. Uma chupada especial,de meia hora. A fiz gozar na minha língua, um gozo gostoso e inigualável.Em seguida,posicionei-me em sua frente, enfiei a cabecinha e com calma e muito choro, deflorei aquela que com certeza foi a mulher que eu mais desejei na vida. Depois de arrombada a gruta, ficou bem mais fácil,inventamos posições,lhe ensinei um sessenta e nove maravilhoso e novamente o destino da minha porra foi a sua boca.Ela me diz que a parte da transa que ela mais gosta é o meu gozo na sua boca.Prefere sugar o meu leite do que gozar, porque segundo ela durante estes momentos ela tem inúmeros orgasmos.Já fazem 3 meses que estamos saindo.Ela chupa o meu pau no carro,no estacionamento,no elevedor e até no banheiro masculino de um restaurante.Meu próximo passo agora é convencê-la a me dar o cuzinho.Está difícil, mas eu ainda vou conseguir.]]></description>
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<dc:date>2026-04-26T20:52:06+00:00</dc:date>
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<title>Bem Vindos aoSite</title>
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<description><![CDATA[Obrigado por instalar o Nuke-Evolution Xtreme Edition. A equipe do Evo Xtreme trabalhou arduamente nesta versao para torna-la a mais rapida, funcional e segura do PHP-Nuke de todos os tempos. Recomendamos que voce leia toda a documentacao inclusa para compreender completamente o poder do Evo.<br />
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Dentro do arquivo original que voce baixou, encontrara varias pastas com informacoes uteis.<br />
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A primeira e a pasta &#x22;Install&#x22; que esperamos que voce ja conheca. Esta pasta contem tres documentos que o ajudarao a instalar e configurar corretamente seu novo site Evo. Se voce ainda nao os leu completamente faca isso agora!<br />
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A segunda e a pasta &#x22;Help&#x22;. Dentro dela, voce encontrara alguns documentos muito uteis que nossa equipe preparou para explicar alguns dos recursos do Evo. Voce tambem encontrara documentos que ajudarao a resolver alguns erros que podem ocorrer devido as configuracoes do navegador ou a um software instalado incorretamente.<br />
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A terceira e a pasta &#x22;Theme Edits&#x22;. Se voce deseja converter um tema PHP-Nuke para funcionar com o Evo, siga as instrucoes fornecidas nesta pasta.<br />
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Acreditamos que o Evo sera o melhor software Nuke que voce ja usou. Aproveite e nao deixe de visitar Â para obter suporte, atualizacoes ou apenas para dizer ola!<br />
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- A Equipe Nuke<br />
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https://www.samuca.com.br]]></description>
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<dc:subject>Bem Vindos aoSite</dc:subject>
<dc:date>2009-07-13T14:22:41+00:00</dc:date>
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