Home            Downloads            Forums            News & Noticias             Sua Conta              Top 10            Contato
  Você está em:> home>
: Forum

:: Exibir tópico - Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 9
 FAQFAQ   PesquisarPesquisar   GruposGrupos   PerfilPerfil   Entrar e ver Mensagens PrivadasEntrar e ver Mensagens Privadas   LoginLogin 

Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 9

 
Novo Tópico   Responder Mensagem     - Índice do Fórum -> Geral
Exibir mensagem anterior :: Exibir próxima mensagem  
Autor Mensagem
samujj
Visitante





MensagemEnviada: Qui Jun 18, 2026 8:50 pm    Assunto: Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 9 Responder com Citação

Somos o quinto conto mais lido do m?s 😍😍😍

A Mariana parou bem na minha frente, com o vestido de malha preta arriado at? a cintura, deixando os seios fartos com os bicos bem duros totalmente apontados para a minha cara. O morma?o da cozinha estava de lascar e a pele dela j? estava brilhando de suor com o calor da noite.

? Eu disse que o senhor n?o ia dormir com o cano cheio, seu Omar... ? ela sussurrou, com a respira??o toda cortada, puxando a minha m?o calejada e espalmando direto em cima de uma das tetas dela, me fazendo apertar aquela carne quente com for?a.

Grupo de compras Alegria de Pobre
Eu levantei da cadeira num solavanco s?, com o pau quase rasgando o brim da cal?a. Segurei a Mariana pela cintura, virei o corpo dela com ignor?ncia e a empurrei de bru?os direto contra o balc?o da pia da cozinha, bem do lado das x?caras que ela estava lavando. Ela jogou os bra?os para a frente, segurando no m?rmore, e empinou aquela bunda imensa na minha dire??o, arreganhando bem as pernas grossas.

Puxei o vestido dela para cima de uma vez, deixando aquela racha clarinha e ensopada de tes?o bem na mira. Abri o meu z?per correndo, botei o meu pau monstro para fora ? latejando vermelho e babando de tanta vontade ? e meti com tudo de uma vez s?, enterrando o bicho at? o osso.

? Ah, caralho... ? a Mariana soltou um gemido grosso, daqueles rasgados, e meteu a m?o na boca para abafar o som, mordendo os pr?prios dedos enquanto o corpo dela ia para frente com o impacto da batida.

O barulho da nossa foda come?ou a estalar alto na cozinha escura: um som molhado de carne batendo com for?a na carne, ritmado e violento. Eu segurava firme nos quadris dela, sentindo a pele escorregar no suor, e bombava com vontade, dando estocadas profundas que faziam as x?caras tremerem em cima da pia. A bucetinha dela parecia uma brasa de t?o quente, apertando o meu pau a cada entrada de um jeito que me fazia perder o rumo da vida.

No meio daquela metida bruta, a mola do colch?o do quarto do Henrique deu um estalo alto que ecoou pelo corredor. N?s dois travamos no mesmo segundo, com o meu pau todo enterrado dentro dela. Ficamos est?ticos, sem nem respirar, ouvindo o barulho dos passos do guri levantando da cama para ir ao banheiro.

O sil?ncio na cozinha ficou t?o pesado que dava para ouvir o gotejar da torneira da pia. A Mariana permaneceu de bru?os, com a boca colada no m?rmore para n?o soltar um sopro, enquanto as paredes da buceta dela davam espasmos de puro pavor e tes?o em volta do meu pau, que continuava enterrado at? o talo.

O Henrique abriu a porta do quarto e pisou no corredor escuro. Os passos da botina de borracha dele vinham arrastados, mansos de sono. Ele passou direto pela porta da cozinha, sem acender a luz, mirando o banheiro no fundo do corredor. No rastro da penumbra, a silhueta dele passou a dois metros de onde est?vamos grudados.

Ouvimos o barulho do trinco do banheiro bater e, logo em seguida, o som da descarga e do cano de ?gua correndo na parede.

A Mariana virou o rosto um pouquinho para tr?s, com os olhos castanhos arregalados brilhando no escuro, e deu um sorriso de pura perversidade. Aquela proximidade do perigo parecia ter triplicado a ?gua da racha dela. Ela deu uma rebolada curtinha, bem devagar, esfregando o fundo da bunda contra a minha virilha, me desafiando.

? Vai, seu Omar... Mais r?pido antes que ele saia... ? ela pediu num sussurro que foi quase um sopro no meu ouvido.

Eu segurei os dois lados daquela bunda imensa com as m?os calejadas, fixando o corpo dela contra o balc?o. Voltei a dar as estocadas, mas agora de um jeito curto, rasteiro e sem fazer barulho, enfiando e puxando o pau com uma f?ria controlada. O morma?o da cozinha parecia sufocar a gente. A Mariana revirava os olhos, enterrando as unhas no pano de prato para aguentar a press?o do meu bicho batendo l? no fundo do ?tero dela.

O trinco do banheiro estalou de volta. O Henrique saiu, lavando as m?os e bocejando alto.

? Mariana? J? deitou, preta? ? ele chamou com a voz pastosa, olhando em dire??o ? sala escura enquanto caminhava de volta.

? T? terminando de guardar as coisas aqui, amor! J? t? indo! ? ela respondeu alto o suficiente para ele ouvir, mantendo a voz firme na maior desfa?atez do mundo, bem no mesmo segundo em que eu dava uma estocada violenta que quase a fez perder o f?lego.

? T? bom, n?o demora que o morma?o t? forte ? o guri resmungou, entrando no quarto e se jogando no colch?o, que rangia alto com o peso dele.

Assim que a porta deles bateu novamente, a represa quebrou. Eu n?o precisei mais segurar o rastro do barulho. Peguei a Mariana de jeito, puxei o corpo dela quase em p? contra o meu e comecei a bombar com uma ignor?ncia sem fim. O som molhado ecoava na cozinha escura. Eu sentia o meu s?men subindo com for?a, fervendo no cano do pau de tanto tes?o acumulado daquele domingo.

Detei ela de lado em cima do balc?o, suspendi a perna grossa dela no meu ombro e lasquei as ?ltimas cinco metidas com toda a for?a que eu tinha no lombo. O meu pau esticou no limite e eu descarreguei tudo, uma jorrada grossa e quente que encheu a buceta dela at? derramar pelo m?rmore. A Mariana deu um estalo com o quadril, contraiu as pernas inteiras e gozou junto, soltando um gemido rasgado na gola do meu short, tremendo feito vara verde de tanto orgasmo.

Ficamos ali ofegantes por um minuto, com o suor colando os nossos peitos no morma?o da noite. Sa? de dentro dela devagar, vendo o rastro do nosso mel escorrer. A Mariana pulou do balc?o, pegou um pano ?mido, deu uma geral r?pida nas pernas e na pia, limpando o rastro do crime. Ela ajeitou o vestido de malha preta no corpo, me deu um beijo r?pido com gosto de safadeza e sussurrou antes de correr pro corredor:

? Amanh? ele vai cedo pra obra... Deixa a porta do seu quarto encostada, seu Omar.

Ela sumiu no escuro do corredor e entrou no quarto do marido. Pouco depois, ouvi a mola da cama deles chiar de leve quando ela deitou ao lado do Henrique, me deixando sozinho na cozinha com o rastro do pecado e o vento da noite de domingo esfriando na pele.

Segunda-feira amanheceu com aquele morma?o pesado de sempre. O sol mal tinha sa?do e o abafamento j? tomava conta de cada canto da casa. Henrique levantou com a cara amarelada de sono, engoliu um copo de caf? preto correndo e pegou a mochila de marmita. O ?nibus da obra buzinou l? fora na estrada de terra, levantando aquele poeir?o vermelho. Ele me deu um bom-dia respeitoso, deu um beijo na ponta do nariz da Mariana e saiu batendo o port?o de ferro.

Assim que o rastro do barulho do motor sumiu na dist?ncia, o sil?ncio da casa virou outro tipo de press?o.

Eu estava de p? na cozinha, terminando de coar mais caf?, quando ouvi o barulho dos passos descal?os da Mariana. Ela entrou no c?modo com aquela moleza no corpo de quem passou a noite sendo macetada, vestindo apenas uma camiseta de algod?o regata que n?o cobria nem metade da bunda imensa. Por baixo, nada. A racha dela estava totalmente ? vista, brilhando de leve com o morma?o da manh?.

Ela n?o disse uma palavra de in?cio. Caminhou at? mim, colou aquele peito farto direto nas minhas costas suadas e passou os bra?os compridos pela minha cintura, me apertando com for?a. Eu senti o calor da pele dela atravessar o meu short.

? Seu Omar... ? ela come?ou, com a voz rouca, encostando a boca na minha orelha. ? Eu passei a noite em claro depois de tudo o que a gente aprontou naquele cinema e no balc?o da pia. O Henrique me pegou de jeito, mas o meu pensamento n?o sa?a do senhor por um segundo.

Eu me virei devagar no rastro daquele abra?o, ficando de frente para ela. Segurei no queixo da Mariana com a minha m?o calejada e olhei bem no fundo dos olhos castanhos dela, que estavam brilhando.

? Voc? ? muito atrevida, Mariana. O guri mal dobrou a esquina e voc? j? est? atr?s de sem-vergonhice no rastro do caf? ? falei grosso, sentindo o meu pau dar aquele estalo por dentro do pano do short, armando na hora.

Ela deu um sorriso manhoso, daqueles de piranha instru?da que sabe o poder que tem, e colou o quadril com for?a contra o meu volume, esfregando a fresta molhada direto na minha press?o.

? N?o ? s? sem-vergonhice n?o, meu velho... O neg?cio desandou pro meu lado ? ela sussurrou, prendendo o ar e olhando fixamente na minha boca. ? Eu t? sentindo uma paix?o danada pelo senhor, seu Omar. Uma febre no corpo que homem nenhum nunca me fez sentir. O senhor me pegou de um jeito que virou o meu ju?zo do avesso.

Ela pegou a minha m?o direita e desceu com ela por dentro da camiseta, me fazendo espalmar os dedos bem em cima daquela bucetinha que j? estava fervendo de ?gua logo cedo.

? E quer saber de uma coisa? A maior prova de que eu t? completamente apaixonada e rendida pelo senhor... ? que logo, logo, eu vou querer que o senhor me coma de outro jeito. Eu vou querer que o senhor coma o meu cuzinho com toda a sua ignor?ncia. Quero sentir esse pau monstro rasgando a minha carne por tr?s para eu ser sua de corpo e alma.

Ouvir aquilo com o morma?o da manh? batendo na janela me fez perder o resto de respeito que eu tinha pela moralidade daquela casa. Segurei a Mariana pelos cabelos com for?a, puxando a cabe?a dela para tr?s, e lasquei um beijo violento, com gosto de saliva e de pecado, enquanto a minha outra m?o j? afundava com tudo no meio das n?degas dela, preparando o terreno pro rastro do que vinha pela frente.

Ela deu um empurr?ozinho de leve no meu peito, se afastando s? o suficiente para me encarar. Estava com a respira??o cortada, mas tinha um sorriso provocador no rosto. Olhou bem nos meus olhos e largou:

? Calma a?... N?o vai ser r?pido assim n?o. Quero que voc? olhe bem. Hoje eu vou me exibir todinha para voc?.

ela pegou um frasco de ?leo de am?ndoas e foi limpar a casa. Ela colocou uma calcinha fio-dental vermelha que era um fio s? e, toda vez que se abaixava para passar o pano no ch?o bem na minha frente, fazia quest?o de empinar bem aquela bunda imensa, brilhando com o ?leo que ela tinha passado na carne de tr?s s? para me provocar.

Mais tarde, eu estava sentado na sala assistindo TV e ela veio de mansinho. Sentou no piso bem na minha frente, abriu as pernas compridas e come?ou a massagear a pr?pria racha por cima do short curto, olhando fixamente no meu olho com aquela cara de piranha sem vergonha, me fazendo morder os l?bios de tanto tes?o.

Quando fui ao banheiro dar uma chuveirada para ver se o sangue esfriava, dei de cara com o espelho todo borrado. A Mariana tinha usado o batom vermelho dela para escrever bem grande no vidro: "Hoje o meu rabo ? seu." O meu pau j? virou uma barra de ferro na hora.

Na hora do almo?o, ela veio me servir o prato de comida. Ela se inclinou de um jeito que o peito farto dela ro?ou todo no meu ombro calejado, e ela soltou aquele sopro quente no meu ouvido, dizendo que a bucetinha j? estava at? piscando s? de imaginar o estrago que eu ia fazer mais tarde.

Eu n?o aguentei esperar a noite. L? pelas duas da tarde, com o morma?o estalando no telhado, ela foi me ca?ar no galp?o de ferramentas. Mariana sentou de costas em cima de um saco de cimento, Tranquei a porta da cozinha com tudo para ningu?m pegar a gente.

Eu empurrei a Mariana com tudo para cima da bancada de madeira do galp?o, fazendo os parafusos e as chaves de fenda chocalharem com o baque. Ela j? caiu de bru?os, espalhando os bra?os por cima das ferramentas e empinando aquela bunda imensa e redonda bem na dire??o do meu peito, com o short jeans enfiado na racha. Eu n?o perdi tempo com conversa: puxei o pano do short dela de uma vez para o lado, deixando o cuzinho dela ? que j? estava todo lambuzado de creme ? totalmente exposto e piscando de ansiedade. Botei o meu pau para fora, aquela barra de ferro latejando de tanto sangue e babando na ponta, apoiei a cabe?a bem na entrada do buraquinho apertado dela e desci o quadril com toda a minha ignor?ncia, enfiando metade do pau de uma vez s? para arrombar ela de vez.

A Mariana soltou um gemido grosso e abafado, cravando as unhas com for?a na madeira velha da bancada enquanto o corpo dela ia para a frente com o impacto da pancada. Eu segurei firme com as duas m?os calejadas no quadril dela, firme , e terminei de socar o resto do pau, sentindo o rabo dela esmagar o meu pau at? o talo, entrando tudo at? encostar meu saco na bunda dela. Comecei a dar aquelas estocadas brutas e profundas, um r?tmico vai-e-vem violento que fazia o galp?o inteiro estalar e o som molhado da nossa safadeza ecoar no meio do calor abafado da tarde. A Mariana revirava os olhos de puro tes?o, jogando o quadril para tr?s com for?a para receber cada paulada bem no fundo, mordendo os pr?prios l?bios para conter os gritos enquanto eu destru?a aquele cuzinho apertado sem nenhuma d?.

A Mariana continuou jogando o quadril para tr?s com for?a, fazendo a madeira da bancada estalar a cada pancada que eu dava. O calor dentro do galp?o estava de lascar, e o suor do meu peito pingava direto nas costas nuas dela, deixando tudo ainda mais escorregadio. Eu puxava aquela bunda imensa com as duas m?os e metia sem d?, sentindo o buraquinho dela apertar o meu pau com uma for?a que quase me fazia perder o rumo.

? Vai, seu Omar... Soca mais fundo que eu sou sua... Acaba com o meu cuzinho! ? ela implorava com a voz bem rouca, virando o rosto de lado para me olhar com aqueles olhos castanhos pegando fogo.

Eu n?o dei descanso. Mudei a pegada, puxei o corpo dela mais para a beirada da bancada e cavei com mais ignor?ncia, dando estocadas r?pidas e curtas que faziam a carne dela estalar alto contra a minha virilha. O aperto daquele lugar era t?o gostoso que a minha mente j? estava ficando turva de tanto tes?o acumulado. O cano do meu pau esticou no limite, latejando forte bem no fundo da carne dela.

Sentir a Mariana tremer inteira por cima da madeira me levou direto pro limite. Eu dei as ?ltimas cinco pauladas com toda a for?a do meu lombo, enfiando at? o osso, e descarreguei tudo l? dentro. Senti a minha porra quente jorrar em jatos grossos, enchendo o cuzinho dela at? o mel come?ar a transbordar e escorrer pelas coxas grossas. A Mariana deu um grito abafado, travou as pernas e gozou junto comigo, contraindo as paredes de tr?s com tanta f?ria que quase esmagou o meu pau. Fabricamos aquele estrago ali mesmo,

A Mariana saiu de cima da bancada com as pernas meio bobas, limpou o excesso de mel que escorria pela coxa e se ajoelhou ali mesmo no piso sujo de poeira do galp?o. Ela olhou para cima com os olhos castanhos cheios de pervers?o, segurou o meu pau com as duas m?os e abriu a boca, engolindo o cano todo de uma vez s? at? o talo.

Depois de dar umas chupadas bem molhadas e barulhentas, ela tirou a boca com um estalo e olhou bem no fundo dos meus olhos, com o queixo todo babado.

? Seu Omar, esse seu pau de ferro me deixa doida... Eu n?o aguento mais s? essa metida de bru?os ? ela falou com a voz bem rouca, limpando a boca com as costas da m?o. ? Agora eu quero mais, quero sentir a press?o de outro jeito. Pega aquela cadeira ali, senta e se ajeita. Eu quero subir em cima do seu colo de frente e sentar com o meu cuzinho direto na sua pica, descendo at? sumir tudo. Quero quicar nesse pau com for?a at? o senhor me rasgar inteira por dentro de novo.

Eu puxei a cadeira de madeira pesada para o meio do galp?o, sentei com as pernas bem abertas e espichei os bra?os para tr?s, segurando firme no encosto. Meu pau j? estava vermelho, esticado feito ferro e babando na ponta, apontado direto pro teto.

A Mariana deu um risinho safado, levantou do piso, passou a perna grossa por cima das minhas coxas e montou de frente para mim, ficando com aquela bunda imensa colada na minha barriga. Ela segurou nos meus ombros calejados, empinou o corpo para tr?s e guiou a cabe?a do meu pau direto na entrada do buraquinho dela, que j? estava todo aberto e melado da foda de antes.

? Olha bem, seu Omar... Olha como a sua pica vai sumir todinha aqui dentro ? ela sussurrou, mordendo o bei?o.

Ela soltou o peso do corpo de uma vez s? para baixo. No que o pau entrou inteiro at? o osso, arrombando o cuzinho dela, a Mariana soltou um grito rouco e grudou a boca no meu pesco?o, cravando as unhas nas minhas costas com tanta for?a que quase tirou sangue. Ela deu uma travada, respirando fundo por causa da dor gostosa daquele rasgo, sentindo o meu cano esticado preencher cada canto da carne dela.

N?o demorou cinco segundos e ela come?ou o movimento. Mariana apoiava os p?s no piso com for?a, subia o quadril at? quase a ponta do meu pau sair e descia com tudo, dando aquelas sentadas violentas que faziam o meu saco bater com for?a contra a bunda dela. O barulho molhado daquela safadeza ecoava por todo o galp?o abafado.

? Ah, caralho! Isso... Bota tudo, bota com for?a! ? ela gemia alto, revirando os olhos e jogando o cabelo suado de um lado para o outro enquanto quicava na minha pica na maior velocidade.

Eu segurei firme na cintura dela, ajudando a empurrar o corpo dela para baixo a cada sentada, controlando o compasso para n?o estourar r?pido demais. Aquele aperto quente de tr?s era bom demais, parecia uma brasa queimando o meu pau por inteiro. A Mariana estava totalmente entregue, com a cara vermelha de tanto tes?o, rebolando em cima de mim.

A Mariana deu mais tr?s quicadas violentas, descendo com tanta vontade que o meu pau batia no fundo do ?tero dela por tr?s, fazendo a estrutura da cadeira de madeira estalar alto. O calor da tarde deixava o ar pesado dentro do galp?o, e a pele dela estava completamente escorregadia de suor, colando no meu peito a cada descida.

? Eu vou gozar, seu Omar! O seu pau vai me quebrar no meio... Eu t? derretendo todinha! ? ela gritou, com a voz falhando, apertando os meus ombros com os bra?os compridos.

Ela acelerou o movimento de um jeito alucinante, jogando o quadril para frente e para tr?s, fazendo a pica entrar e sair do buraquinho com uma rapidez que me fez morder os l?bios com for?a. O aperto l? de tr?s ficou t?o violento, t?o esmagador, que o meu sangue ferveu de vez. Eu senti a porra subindo com tudo, vindo direto da raiz do meu saco.

Segurei aquela bunda imensa com as duas m?os calejadas, travando o corpo da Mariana l? embaixo, com o meu pau enfiado at? o talo, e dei tr?s bombadas finais para cima com o quadril. Descarreguei tudo. Foi uma jorrada grossa, volumosa e fervendo, que encheu o cuzinho dela at? transbordar e come?ar a melar a cadeira de madeira.

A Mariana arregalou os olhos, deu um estalo com o corpo e soltou um gemido longo, chorando de tanto tes?o enquanto a carne de tr?s dela dava aqueles espasmos deliciosos, sugando a minha porra at? a ?ltima gota. Ela desabou por cima do meu peito, com o cora??o batendo disparado e a respira??o totalmente cortada, totalmente rendida e apaixonada no meio daquela safadeza.
Voltar ao Topo
Mostrar os tópicos anteriores:   
Novo Tópico   Responder Mensagem     - Índice do Fórum -> Geral Todos os horários são GMT + 10 Hours
Página 1 de 1

 
Ir para:  
Enviar Mensagens Novas: Permitido.
Responder Tópicos: Permitido.
Editar Mensagens: Proibido.
Excluir Mensagens: Proibido.
Votar em Enquetes: Proibido.
Powered by phpBB © 2001-2004 phpBB Group
Version 2.0.17 by chatserv © 2004